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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O que chamou sua atenção em Spurgeon? | Steven Lawson

Steven Lawson lançou recentemente o livro "O Foco Evangélico de Charles Spurgeon". No livro Lawson apresenta ao leitor a vida e o ministério do grande pregador batista do século XIX, conhecido como o "príncipe dos pregadores", que ensinava ousadamente as doutrinas da graça e, ao mesmo tempo, apresentava a oferta gratuita de salvação em Jesus Cristo. Neste vídeo Lawson explica o que chamou atenção dele em Spurgeon.
Ministério Fiel:
Editora Fiel:

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Seu Coração Confia Nela | Steven J. Lawson

SL

 

Poucas influências afetam mais o coração de um homem em seu relacionamento com Deus do que a de sua esposa, para melhor ou para pior. Ela incentivará ou impedirá sua devoção espiritual ao Senhor. Ela ampliará a sua paixão por Deus ou derramará um balde de água fria sobre ela. Que tipo de mulher estimula o crescimento espiritual de seu marido? Provérbios 31:10-31 fornece um perfil da mulher que é digna da confiança do seu marido. Esta mulher é a personificação da verdadeira sabedoria que vem de Deus, fazendo com que o marido tenha total confiança nela.

“Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas joias” (versículo 10). Uma mulher tão boa assim é difícil de encontrar. A palavra virtuosa (hayil) significa “força, capacidade, coragem e dignidade”. Esta mulher é um exemplo de cada uma dessas qualidades, tendo grande competência, caráter nobre e um forte compromisso com Deus e sua família. Só o Senhor pode proporcionar essa mulher virtuosa: “A casa e os bens vêm como herança dos pais; mas do SENHOR, a esposa prudente”. (Provérbios 19:14). “O que acha uma esposa acha o bem e alcançou a benevolência do SENHOR” (Provérbios 18:22). Essa mulher virtuosa é um presente inestimável de Deus.

Não é de se admirar que “o coração do seu marido confie nela” (versículo 11). O marido tem fé nela, porque “ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida” (versículo 12). Ela traz suas muitas qualidades para o casamento; cada uma adapta-se exclusivamente para complementar as fraquezas dele. Os dons dela tornam-se imediatamente os ganhos dele, e ela tem tanto a oferecer que faz com que ele confie nela.

Seu Serviço

Em primeiro lugar, essa esposa extraordinária lhe serve incansavelmente. Sem ficar sentada de braços cruzados, ela “busca lã e linho” ativamente, então estende a “mão de bom grado” (versículo 13) para costurar e fazer material. Ela é “como um navio mercante” (versículo 14), lançando-se para encontrar o melhor tecido, com o melhor preço, a fim de fazer as melhores roupas. Esta mulher altruísta “ainda noite, já se levanta” (versículo 15) para preparar comida para sua família. Uma excelente gestora, ela supervisiona “suas servas”, enquanto servem ao seu lado, no cuidado da casa.

Seu Sucesso

Em segundo lugar, esta mulher empreendedora age com bom senso em suas muitas decisões. Ela “examina uma propriedade” com astúcia, e adquire-a. Lá, ela planta uma “vinha” (versículo 16). Por sua “forte” (versículo 17) determinação, ela ganha uma renda extra para a sua família. Esses ganhos são “rentáveis” (versículo 18), fornecendo recursos adicionais para compartilhar com os outros. Ela trabalha bem até a “noite” com seu “fuso” e “roca” (versículo 19) para fazer roupas para a sua família.

Seu Sacrifício

Em terceiro lugar, esta mulher diligente dá generosamente ao “aflito” e “necessitado” (versículo 20). Quando “a neve” se aproxima, ela também provê para a sua família. Ela planejou com antecedência, fazendo vestidos de “lã escarlate” (versículo 21) para sua família. Ela não poupa nenhum esforço ou custo para prover o melhor que pode. Depois de prover para outros, essa mulher trabalhadora faz “cobertas” e roupas “para si”, com “linho fino e púrpura” (versículo 22). Sua capacidade de dar roupas caras é uma prova clara do favor de Deus sobre o seu trabalho.

Sua Inteligência

Em quarto lugar, as suas muitas virtudes realçam a posição de seu marido nos “portões” (versículo 23), onde os líderes da cidade se encontram. Com a inteligência afiada, essa esposa virtuosa “faz”, “vende” e “dá” (v. 24) seus bens. Apesar de ser muito competente, ela não compete com a liderança de seu marido, mas a fortalece por sua humilde submissão—e todos sabem disso.

Sua Força

Em quinto lugar, essa esposa preciosa olha para o futuro com “força” e “dignidade” (versículo 25). Embora preveja muitos desafios,  ela “sorri” (v. 25) com confiança no cuidado providencial do Senhor. Ela tem a expectativa de que a provisão dos céus suprirá todas as necessidades de sua família. Quando as pessoas procuram o seu conselho, ela fala palavras de “sabedoria” e “bondade” (versículo 26). Apesar de ocupada fora do seu lar, ela não negligencia a “sua casa” (versículo 27).

Sua Supremacia

Em sexto lugar, ela é uma mãe tão boa que, ao observarem sua excelência, seus filhos “lhe chamam ditosa” (versículo 28). Seu marido vê o seu caráter na criação dos filhos e “a louva”. Ele se gaba de que, entre as mulheres, “[ela] a todas sobrepuja” (versículo 29). Aos seus olhos, não há nenhuma que possa, legitimamente, ser igual a ela.

Sua Espiritualidade

Em sétimo lugar, a verdadeira grandeza dessa mulher é sua devoção espiritual. Ela “teme ao Senhor” (versículo 30). “Graça” e “formosura” apenas são “enganosas” e “vãs”. O que verdadeiramente atrai o seu marido é a sua reverência a Deus. Até os líderes da cidade “a louvam” nos “portões” (versículo 31), reconhecendo a integridade em sua vida. Seu marido valoriza sua fidelidade e diligência. Ele é o mais abençoado dos homens.

É de se admirar que o marido confie nela? A realidade de Deus em sua vida faz com que ela seja merecedora de sua total confiança. Em todas as estimativas, ela é “a coroa do seu marido” (Provérbios 12:4). Somente Deus pode dar uma excelente auxiliadora como essa.

O Senhor deu-lhe essa esposa excelente? Você vê como ela é feita especificamente para você? Você reconhece como ela tem contribuído para aumentar o seu relacionamento com o Senhor? Então, dê graças a Deus por essa esposa em quem o seu coração confia.

Por: Steven J. Lawson

Fonte: Editora Fiel

O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

De volta à Eternidade Pretérita | Steven Lawson



Com o objetivo de pensar corretamente acerca da salvação, é crítico começar no lugar certo e com a perspectiva alinhada. Os acurados pensamentos acerca da graça salvífica procedem de uma correta perspectiva acerca da verdade. Mas, qual será o melhor lugar onde começar a estudar a nossa grande salvação? Onde havemos de conquistar a melhor posição da qual ver a graça de Deus? Termos diante de nós três possibilidades:

Primeiro, poder-se-ia dizer que o melhor ponto de partida para entender a salvação corretamente é a conversão da gente. Qualquer cristão pode refletir sobre a graça de Deus em sua vida, considerando a obra transformadora do Espírito Santo operada no novo nascimento. É essencial compreender corretamente a obra soberana do Espírito Santo na regeneração para entender adequadamente a salvação. Damos louvores a Deus pela poderosa obra do Espírito convencendo-nos do pecado e nos chamando para a fé em Cristo. Mas, se bem que esta é uma grandiosa perspectiva da qual contemplamos a nossa salvação, não é um posto de observação suficientemente elevado para vermos a nossa salvação.

Segundo, poder-se-ia dizer que o melhor lugar para alguém saber mais a respeito da salvação está há dois mil anos, com a morte substitutiva de Jesus Cristo na cruz. Para captarmos a graça salvífica, devemos “contemplar a estupenda cruz na qual o Príncipe da Glória morreu”, como Isaac Watts bem nos incentiva a fazer em seu grandioso hino. Quando pendia da cruz, Cristo garantiu a redenção eterna do seu povo. Ver Jesus Cristo ferido por nossas iniquidades! Contemplá-lo açoitado e abatido em nosso favor! Certamente a sua morte salvífica dá-nos um necessário entendimento da salvação – pois constitui o próprio coração do Evangelho. Mas, mesmo essa perspectiva, grandiosa como é, não permite a visão mais clara.

Terceiro, poder-se-ia dizer que o melhor lugar para entender a salvação é todo o caminho de volta à eternidade pretérita. Na verdade, esse é o melhor ponto de observação para ver e entender a graça salvífica de Deus. Ali, antes do princípio do tempo, Deus o Pai elegeu os seus para com eles formar o seu povo. Ele os isolou dos demais seres humanos para se tornarem os receptáculos de sua graça salvífica. Então o Pai comissionou seu Filho para entrar no mundo, que ainda estava para ser criado, e sofrer uma morte substitutiva em favor desses escolhidos. Naquela altura, a morte de Jesus era tão certa que ele se tornou o Cordeiro de Deus, morto desde antes da fundação do mundo. O Pai e o Filho, juntos, comissionaram então o Espírito Santo para aplicar o mérito da morte de Cristo aos eleitos. Somente observando a eternidade pretérita podemos ter a perspectiva própria para uma plena compreensão da magnitude da nossa salvação.

Antes da criação do mundo, antes de qualquer coisa ou de qualquer ser ter sido trazido à vida, Deus já tinha posto em movimento seu plano de salvação. Quem iniciaria um empreendimento tão grande, enorme, como a Criação do universo – e a salvação de um povo – sem um plano específico para levá-lo à concretização com sucesso? Certamente Deus não faria isso. Antes do princípio do tempo, ele traçou seu plano para tudo quanto haveria de acontecer. Claro está que Deus não olhou pelo túnel do tempo para ver o que o homem faria para, então, fazer suas escolhas baseadas nas decisões do homem. Isso não seria planejar, mas reagir. A verdade é que o Deus que tem pleno conhecimento de todas as coisas nunca olhou para o futuro para aprender alguma coisa. Ele sempre soube e sabe tudo. Ao contrário, antes da fundação do mundo, Deus determinou glorificar-se manifestando a sua grandeza num povo que ele escolheu, para ser uma herança para seu Filho.

Na eternidade pretérita, o Pai deu esta raça escolhida – os eleitos – a seu Filho como uma expressão do seu amor por ele. Esse povo predestinado louvaria para sempre o Filho e se conformaria à sua imagem. E mais: o Pai planejou todos os detalhes da história, de modo que nada fosse deixado ao acaso. Segundo o seu propósito eterno, o Pai determinou tudo o que acontece. Este plano é chamado decreto eterno de Deus, e o seu desdobramento é conhecido como providência.

Tudo foi planejado antes da Criação. Este é o lugar certo para começarmos a entender a nossa grande salvação – antes da fundação do mundo.

Trecho do livro FUNDAMENTOS DA GRAÇA, de Steven Lawson 
(futuro lançamento da Editora Fiel).
Fonte: Blog Fiel

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

"O Corpo é do Senhor." | Steve Lawson


Estudo baseado em 1 Coríntios 6. Steve Lawson enfatiza a importância do corpo do crente como propriedade sagrada do Senhor Jesus Cristo, do selo do Espírito Santo, do que fazemos através do nosso corpo diante de Deus e apresenta uma mensagem em perfeita harmonia com o tema desenvolvido nas 2 mensagens de Tim Conway apresentadas neste canal.

Pare de destruir a igreja! | Steve Lawson


Fundamentado no estudo da 1 Epístola aos Coríntios, de um modo geral e enfatizando o versículo 17 do capítulo 3, Steve Lawson faz um alerta sobre a gravidade e as consequências do juízo de Deus sobre pessoas que estão dentro das igrejas hoje, e que de formas diferentes estão contribuindo para destruí-las.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A Guerra Invisível | Steve Lawson (English - Português)


O exemplo da fidelidade de Jó e a guerra espiritual entre Deus e Satanás no cosmos. A firmeza do cristão nas provações.

"O Corpo é do Senhor." | Steve Lawson


Estudo baseado em 1 Coríntios 6. Steve Lawson enfatiza a importância do corpo do crente como propriedade sagrada do Senhor Jesus Cristo, do selo do Espírito Santo, do que fazemos através do nosso corpo diante de Deus e apresenta uma mensagem em perfeita harmonia com o tema desenvolvido nas 2 mensagens de Tim Conway apresentadas neste canal.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Prega a Palavra


Dr. Steven J. Lawson é o pastor da Christ Fellowship Baptist Church em Mobile, Alabama. Obteve seu Bacharelado em Administração de Empresas na Universidade Tecnológica do Texas, Mestrado em Teologia no Seminário Teológico de Dallas e Doutorado em Ministérios no Seminário Teológico Reformado. Dr. Lawson escreveu catorzea livros, incluindo Foundations of Grace,Famine in the Land e um comentário sobre os Salmos, em dois volumes, além de A Arte Expositiva de João Calvino e As Firmes Resoluções de Jonathan Edwards, ambos publicados em português pela Editora Fiel. Dr. Lawson será um dos preletores da 26ª Conferência Fiel no Brasil, em 2010. É casado com Anne, com quem tem três filhos, Andrew, James, e John, e uma filha, Grace Anne.

Toda época de reforma e despertamento espiritual tem sido iniciada por uma restauração da pregação bíblica. A causa e o efeito são inseparáveis e invariáveis. J. H. Merle D’Aubignè, famoso historiador da Reforma, escreveu: “A única e verdadeira reforma é aquela que emana da Palavra de Deus”. Isso significa: a condição da igreja corresponde à condição do púlpito.

Isso aconteceu à igreja por ocasião da Reforma Protestante, no século XVI. Martinho Lutero, João Calvino e outros reformadores foram levantados por Deus para liderar essa época. Na vanguarda, estava a sua restauração da pregação expositiva que contribuiu ao desencadeamento do movimento religioso que mudou a Europa e, por fim, a civilização ocidental. Tendo o Sola Scriptura como seu lema, uma nova geração de pregadores bíblicos restaurou o púlpito à sua glória anterior e ressuscitou o cristianismo apostólico.

O mesmo aconteceu na época áurea dos puritanos, no século XVII. Uma restauração da pregação bíblica se propagou como um fogo violento na religião árida da Escócia e da Inglaterra. Um ressurgimento do cristianismo autêntico aconteceu quando um exército de expositores bíblicos – John Owen, Jeremiah Burroughs, Samuel Rutherford e outros – marchou sobre o Império Britânico com a Bíblia aberta e voz erguida. Como conseqüência, a monarquia foi abalada, e a história, alterada.

O século XVIII testemunho exatamente a mesma coisa. A pregação de Jonathan Edwards, George Whitefield e dos Tennents, saturada de Bíblia, trovejou nas colônias primitivas na América. O litoral do Atlântico foi energizado pela proclamação do evangelho, e a Nova Inglaterra, grandemente impactada. A Palavra era pregada, almas eram salvas, e o reino se expandia.

O fato é que a restauração da pregação bíblica sempre foi o principal fator em todo avivamento genuíno do cristianismo. Philip Schaff escreveu: “Todo verdadeiro progresso na história da igreja é condicionado por um novo e profundo estudo das Escrituras”. Isso significa: todo grande avivamento na igreja tem sido iniciado por um retorno à pregação expositiva.

D. Martyn Lloyd-Jones, pregador da Capela de Westminster, disse: “A necessidade mais urgente da igreja cristã contemporânea é a verdadeira pregação. E, se essa é a maior e a mais urgente necessidade da igreja, ela é também a grande necessidade do mundo”. Se esse diagnóstico é correto (e creio que é), um retorno à verdadeira pregação – pregação bíblica, expositiva – é a grande necessidade desta hora crítica. Se uma reforma precisa vir à igreja, ela tem de começar no púlpito.

Em seus dias, o profeta Amós advertiu quanto a uma penúria vindoura, uma secura terrível que cobriria a terra. Mas não seria a mera ausência de água e alimentos, pois a escassez seria muito mais fatal. Seria uma fome de ouvir a Palavra de Deus (Am 8.11). É certo que a igreja contemporânea se acha em dias de escassez semelhantes àqueles. Tragicamente, a exposição bíblica está sendo substituída por entretenimento; a doutrina, por dramatização; e a teologia, por teatro; e a pregação, por apresentações. O que é desesperadoramente necessário é que os pastores retornem à sua vocação sublime – a comissão divina de “pregar a Palavra” (2 Tm 4.1-2).

O que é pregação expositiva? João Calvino, o reformador de Genebra, explicou: “ Pregar é a exposição pública da Escritura por meio do homem enviado da parte de Deus, pela qual Deus mesmo é apresentado em juízo e graça”. Em outras palavras, Deus está sempre presente, por meio de seu Espírito, na pregação de sua Palavra. Esse tipo de pregação começa com um texto bíblico, permanece nele e mostra o seu significado tencionado por Deus, de um modo que transforma a vida.

Esta foi a última responsabilidade que Paulo outorgou a Timóteo: “Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina” (2 Tm 4.2). Essa pregação precisa declarar todo o conselho de Deus na Escritura. Toda a Palavra escrita de Deus tem de ser exposta. Temos de ensinar todas as verdades, expor todos os pecados, oferecer todas as graças e apresentar todas as promessas.

Um avivamento enviado do alto começará somente quando a Escritura for entronizada novamente no púlpito. Tem de haver uma proclamação retumbante da Bíblia, aquele tipo de pregação que apresenta uma explicação clara de um texto bíblico com aplicação, exortação e apelo constrangedores.

Todo pregador deve limitar-se às verdades da Escritura. Quando a Bíblia fala, Deus fala. O homem de Deus não tem nada a dizer sem a Bíblia. Não deve exibir suas opiniões pessoais no púlpito. Tampouco deve expor filosofias mundanas. O pregador está limitado a uma tarefa: pregar a Palavra.

Charles Haddon Spurgeon disse: “Prefiro falar cinco palavras deste Livro a falar 50.000 palavras dos filósofos. Se queremos avivamentos, temos de ressuscitar nossa reverência para com a Palavra de Deus. Se queremos conversões, temos de colocar mais da Palavra de Deus em nossos sermões”. Isso continua sendo a necessidade gritante de nossa época.

Que uma nova geração de homens poderosos se levante e fale, e façam-no de modo altissonante e claro! A condição da igreja corresponde à condição do púlpito.
Fonte: Editora Fiel