segunda-feira, 3 de março de 2025
É pecado o crente sentir tristeza? | Augustus Nicodemus
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025
Não se desespere | Ronaldo Lidório
segunda-feira, 11 de setembro de 2023
Conselhos aos que sofrem (11) | Rev. Ronaldo Lidório
Parte: 11 - AOS QUE ENFRENTAM TEMPESTADES
Assim, perante a tempestade, creia e descanse. Creia, pois Jesus é sempre fiel. E Ele está conosco em meio à tormenta. E descanse, pois, Ele nos guarda e guia. Segundo a sua vontade e no seu tempo, basta uma palavra e toda tormenta se calará.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
El desierto: un instrumento purificador | por Iglesia Bautista Internacional
por Iglesia Bautista Internacional
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
terça-feira, 17 de junho de 2014
domingo, 6 de abril de 2014
Na arena com Perpétua e Felicidade | Délnia Bastos
Era o início do terceiro século. O Império Romano tinha se fortificado em toda a região do Mediterrâneo. A sociedade gozava de estabilidade e privilégios — entre eles o de assistir aos jogos realizados no anfiteatro. Este compunha-se de uma estrutura oval, com algumas jaulas laterais para as feras, a arena no centro e um pequeno templo debaixo da arena. Ali, os gladiadores pediam as bênçãos dos deuses romanos para suas lutas, ao mesmo tempo em que os condenados pelo rei aguardavam sua sentença. Ao redor da arena, havia uma espécie de arquibancada para o público assistir confortavelmente aos espetáculos.
Naquela época, o imperador Sétimo Severo baixou um edito segundo o qual todos deveriam oferecer sacrifícios aos deuses romanos e ao próprio imperador. O infrator era sentenciado, juntamente com outros criminosos.
Vívia Perpétua, uma jovem senhora da nobreza, e sua empregada Felicidade eram cristãs. Aos 20 anos, grávida, Perpétua foi condenada, juntamente com Felicidade e mais três cristãos, por desobedecerem ao edito imperial. Em vão o pai de Perpétua tentou várias vezes convencê-la de desistir da fé e sacrificar aos deuses. “O que será do seu filho?”, o pai a advertiu, sem sucesso.
Assim, em 7 de março de 203, foi dado o veredicto final: “Perpétua, Felicidade, Revocato, Secúndulo, Saturnino e Saturo são condenados às bestas no Anfiteatro de Cartago”. Segundo a história, Saturo não estava entre os condenados, mas voluntariamente compartilhou do martírio de seus irmãos em Cristo. Perpétua havia feito um pedido especial a Deus, e foi atendida: deu à luz no dia anterior à sua morte e uma amiga cristã adotou seu pequeno filho.
Os condenados deveriam usar uma roupa designada para o espetáculo. Cada roupa fazia menção a um deus romano, de modo que o sentenciado era oferecido como sacrifício àquele deus. Perpétua e Felicidade, e depois seus companheiros, se negaram a usar a “roupa festiva”, como que num último fôlego de testemunho — nem mesmo sua morte se tornaria oferenda para os deuses. Eles entraram na arena com pouquíssima roupa, mas com um brilho e uma alegria de espírito humanamente inexplicáveis. Todos eles tinham consciência de que sua morte seria um testemunho público importante para o avanço da fé cristã. Felicidade dizia que seu martírio significava para ela não a morte, mas um segundo batismo.
Os homens foram os primeiros a entrar na arena. Dois deles deveriam passar por uma ponte com uma série de obstáculos, entre os quais algumas feras, como leões e tigres, até que chegassem aos gladiadores. Secúndulo morreu na prisão, antes mesmo de chegar à arena. Saturnino foi decapitado e os outros dois morreram durante o espetáculo.
Por último, entraram a jovem senhora e sua companheira. Para elas, foi designada uma bezerra, que investiu primeiramente em Perpétua e em seguida avançou para Felicidade. Perpétua, após recobrar a consciência, ajudou Felicidade a se levantar. Conta-se que escorria leite daquela que amamentara apenas um dia seu filhinho recém-nascido. Elas foram retiradas da arena feridas, para serem mortas pelos gladiadores. A platéia estava exaltada. Queria mais, e exigiu que a morte fosse pública. Elas então morreram na arena, pelas espadas dos gladiadores.
Esta história comovente certamente nos lembra a passagem bíblica que diz: “Eles, pois, venceram [Satanás] por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida” (Ap 12.11). Segundo Tertuliano, o sangue dos mártires é a semente da igreja. Com efeito, o sangue de Perpétua, Felicidade e de seus irmãos em Cristo foi a semente da igreja no Norte da África. Sua morte deveria ser um presente do imperador Severo para seu filho César Geta. Mas foi muito mais um presente para a igreja.
Os poucos cristãos que vivem naquela região felizmente não estão mais sob o jugo opressor romano. Mas precisam da mesma ousadia e fé para “enxergar além do véu” e enfrentar os obstáculos de oposição e perseguição a que ainda estão sujeitos hoje.
• Délnia Bastos, casada, três filhos, recentemente esteve no local onde Perpétua e Felicidade foram executadas, hoje Tunísia.
Fonte: Ultimato
domingo, 12 de janeiro de 2014
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
A graça de Deus nos capacita a enfrentar o sofrimento | Hernandes Dias Lopes
A vida é a professora mais implacável: primeiro dá a prova, e depois a lição. C. S. Lewis disse que “Deus sussurra em nossos prazeres e grita em nossas dores”. Paulo fala sobre um sofrimento que muito o atormentou: o espinho na carne. Depois de ser arrebatado ao terceiro céu, suportou severa provação na terra. Há um grande contraste entre estas duas experiências de Paulo. Ele foi do paraíso à dor, da glória ao sofrimento. Ele experimentou a bênção de Deus no céu e bofetada de Satanás na terra. Paulo tinha ido ao céu, mas agora, aprendeu que o céu pode vir até ele.
Charles Stanley em seu livro Como lidar com o sofrimento, sugere-nos algumas preciosas lições.
Em primeiro lugar, há um propósito divino em cada sofrimento (2Co 12.7). Há um propósito divino no sofrimento. O nosso sofrimento e a nossa consolação são instrumentos usados por Deus para abençoar outras vidas. Na escola da vida Deus está nos preparando para sermos consoladores. Jó morreu sem jamais saber porque sofreu. Paulo rogou ao Senhor três vezes, antes de receber a resposta.
O que Paulo aprendeu e que nós também precisamos aprender é que quando Deus não remove “o espinho”, é porque tem uma razão. Deus não permite que soframos só por sofrer. Sempre há um propósito. O propósito é não nos ensoberbecermos.
Em segundo lugar, é possível que Deus resolva revelar-nos o propósito de nosso sofrimento (2Co 12.7). No caso de Paulo, Deus decidiu revelar-lhe a razão de ser do “espinho”: evitar que ficasse orgulhoso. Quando Paulo orou nem perguntou por que estava sofrendo, apenas pediu a remoção do sofrimento. Não é raro Deus revelar as razões do sofrimento. Ele revelou a Moisés a razão porque não lhe seria permitido entrar na Terra Prometida. Disse a Josué porque ele e seu exército haviam sido derrotados em Ai.
O nosso sofrimento tem por finalidade nos humilhar, nos aperfeiçoar, nos burilar e nos usar.
Em terceiro lugar, o sofrimento pode ser um dom de Deus (2Co 12.7). Temos a tendência de pensar que o sofrimento é algo que Deus faz contra nós e não por nós. Jacó disse: “Tendes-me privado de filhos; José já não existe, Simeão não está aqui, e ides levar a Benjamim! Todas estas cousas em sobrevêm” (Gn 42.36). A providência carrancuda que Jacó pensou estar laborando contra ele, estava trabalhando em seu favor. O espinho de Paulo era uma dádiva, porque através desse incômodo, Deus o protegeu daquilo que ele mais temia – ser desqualificado espiritualmente.
Em quarto lugar, Deus nos conforta em nossas adversidades (2Co 12.9). A resposta que Deus deu a Paulo não era a que ele esperava nem a que ele queria, mas era a que ele precisava. Deus respondeu a Paulo que ele não estava sozinho. Deus estava no controle de sua vida e operava nele com eficácia. Precisamos compreender que Deus está conosco e no controle da situação. Precisamos saber que Deus é soberano, bom e fiel. Jó entendeu isso: “Eu sei que tudo podes e ninguém pode frustrar os teus desígnios”.
Em quinto lugar, pode ser que Deus decida que é melhor não remover o sofrimento (2Co 12.9). De todos, esse é o princípio mais difícil. Quantas vezes nós já pensamos e falamos: “Senhor por que estou sofrendo? Por que desse jeito? Por que até agora? Por que o Senhor ainda agiu?”. Joni Eareckson ficou tetraplégica e numa cadeira de rodas dá testemunho de Jesus. Fanny Crosby ficou cega com 42 dias e morreu aos 92 anos sem jamais perder a doçura. Escreveu mais de 4 mil hinos. Dietrich Bonhoeffer foi enforcado no dia 9 de abril de 1945 numa prisão nazista. Se Deus não remover o sofrimento, ele nos assistirá em nossa fraqueza, nos consolará com sua graça e nos assistirá com seu poder. A graça de Deus nos capacita a lidar com o sofrimento, sem perdermos a alegria nem a doçura (2Co 12.10) .
Rev. Hernandes Dias Lopes
Fonte: Igreja Presbiteriana de Vitória-ES.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Superando as dores | Rev. Hernandes Dias Lopes
Programa Trocando Idéias (LPC)
Rev. Hernandes Dias Lopes
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Sete caracteristicas de um falso convertido | Renato Vargens
O número de pessoas que frequentam as igrejas evangélicas em nossos dias é
absurdamente elevado, no entanto, acredito que boa parte daqueles que se dizem cristãos, não nasceram de novo. Aliás, assusta-me o fato de saber que em nossas igrejas existem um número considerável de indivíduos que desconhecem as verdades inequívocas do evangelho, vivendo portanto um cristianismo desprovido de vida e santidade.
Isto posto, gostaria de elencar as principais características de um falso convertido:
1- O falso convertido apesar de conjugar o "evangeliquês" com propriedade, de entoar as canções gospel de cor e salteado, ama demasiadamente o pecado e em virtude disso não está disposto a abandoná-lo.
2- O falso convertido não ama a Palavra de Deus nem tampouco está disposto a obedece-la. Para o falso convertido as Escrituras não devem ser consideradas como a Palavra infalível de Deus.
3- O falso convertido não sente prazer na oração. Para ele o hábito de se relacionar com o Senhor em oração é um fardo pesado e desnecessário.
4- O falso convertido não sente falta da comunhão dos santos. Para o falso convertido o relacionamento entre os irmãos na igreja é dispensável, nessa perspectiva, ele prefere o futebol, as festas, as baladas e todo tipo de entretenimento à reunião dos santos de Deus.
5- O falso convertido não manifesta em sua vida frutos de arrependimento nem tampouco mudança de comportamento. Para o falso convertido tudo é válido desde que no final redunde em satisfação pessoal.
6- O falso convertido não persevera em sua fé, antes pelo contrário, ao enfrentar as batalhas da vida, desiste do Senhor, voltando assim a uma vida de pecados e transgressões.
7- O falso convertido não teme ao Senhor, antes pelo contrário, desenvolve uma espiritualidade focada em si mesmo, onde Deus na verdade não passa de um provedor de seus caprichos.
Pense nisso!
Fonte e Autor: Renato Vargens
domingo, 16 de junho de 2013
A Soberania de Deus: Uma Doutrina Prática e Preciosa | John Piper
Usufruindo da soberania de Deus na vida de George Müller
Um dos grandes deleites de ministrar em uma igreja durante vinte anos é que você pode ver as pessoas atravessarem as épocas obscuras da vida, dependendo da bondade soberana de Deus e chegando ao outro lado com fé e gozo inabaláveis. A soberania de Deus é uma doutrina muito preciosa. É o caule vigoroso da árvore que impede que a nossa vida seja abalada pelos ventos da adversidade. É a rocha que se ergue para nós em meio ao dilúvio de incerteza e confusão. É o olho do furacão no qual permanecemos firmes com Deus, olhando para o céu azul de sua maestria, quando tudo está sendo destruído. Conheço um hino que diz: “Quando tudo ao redor de minha alma desaparece”, isto é a minha esperança e firmeza.
A palavra “soberania”, tal como a palavra “trindade”, não ocorre na Bíblia. Estou usando-a para referir a esta verdade: Deus está no controle do mundo, desde o conflito internacional mais amplo até à queda de um pequeno pássaro na floresta. Eis como a Bíblia apresenta a soberania de Deus: “Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade” (Isaías 46.9-10). “E, segundo a sua vontade, ele [Deus] opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?” (Daniel 4.35) “Não se vendem dois pardais por um asse? E nenhum deles cairá em terra sem o consentimento de vosso Pai” (Mateus 10.29) “O que ele deseja, isso fará. Pois ele cumprirá o que está ordenado a meu respeito e muitas coisas como estas ainda tem consigo” (Jó 23.13-14). “No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada” (Salmos 115.3). “Aquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade” (Efésios 1.11). “Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão” (Romanos 9.15). “Devíeis dizer: Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo” (Tiago 4.15).
Uma das razões por que esta doutrina é tão preciosa para os crentes é o fato de sabermos que o grande desejo de Deus é mostrar misericórdia e bondade para aqueles que confiam nEle. “Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim. Alegrar-me-ei por causa deles e lhes farei bem... de todo o meu coração e de toda a minha alma” (Jeremias 32.40-41). A soberania de Deus significa que o desígnio dEle a nosso respeito não pode ser frustrado. Nada, absolutamente nada, acontecerá àqueles que Deus ama e que são chamados segundo o seu propósito, exceto o que lhes for profundo e altamente bom. (Romanos 8.28; Salmos 84.11).
Por isso, a misericórdia e a bondade de Deus são os dois pilares de minha vida. São a esperança de meu futuro, a energia de meu serviço, o centro de minha teologia, o vínculo de meu casamento, o melhor remédio para todas as minhas enfermidades, o fortificante de todos os meus desen corajamentos. E, quando eu morrer (em breve ou não), essas duas verdades estarão à minha cabeceira e, com mãos infinitamente fortes e carinhosas, me erguerão à presença de Deus.
George Müller tem sido admirado por cento e cinqüenta anos como um grande homem de fé, por causa das obras que realizou, especialmente os orfanatos em Londres. Nem todos sabem que ele viveu de um modo maravilhoso, em completa dependência da preciosa verdade da soberania de Deus. Quando faleceu a sua esposa, com a qual estava casado havia trinta e nove anos, Müller pregou o sermão do funeral com base no texto de Salmos 119.68: “Tu és bom e fazes o bem”. Ele conta como orou quando descobriu que ela estava com febre reumática:
Sim, meu Pai celestial, os dias de minha querida esposa estão em tuas mãos. Tu farás o que é melhor para ela e para mim, quer seja a vida, quer seja a morte. Se quiseres, restaura a saúde de minha preciosa esposa. Tu és capaz de fazer isso, embora ela esteja tão doente. Mas o que fizeres comigo somente me ajudará a continuar a ser perfeitamente satisfeito com tua santa vontade (Autobiography of George Müller, London: J. Nisbet and Co., 1906, p. 442).
A vontade de Deus foi levá-la. Portanto, com grande confiança na soberana misericórdia de Deus, Müller disse:
Eu aceito. Estou satisfeito com a vontade de meu Pai celestial. Busco perfeita submissão à sua vontade santa, para glorificá-Lo. Honro constantemente Aquele que me afligiu... Sem qualquer esforço, minha alma se regozija na felicidade da amada que partiu. A felicidade dela me dá regozijo... Deus mesmo o fez; estou satisfeito com Ele (Autobiography, p. 444, 440).
Isto expressa a preciosidade da doutrina da soberania de Deus.
© Desiring God | Satisfação em Deus
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Por favor inclua o seguinte dito em qualquer cópia distribuída: Por John Piper. © Desiring God. Site em inglês: desiringGod.org | Português: satisfacaoemDeus.org |
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Se Deus é todo poderoso por que sofremos? | Jonas Madureira
Conferência Vida Nova
Em 16 de março de 2012
Local: Igreja Batista de Itacuruça, em Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
Pr. Jonas Madureira
Palestra: Se Deus é todo poderoso por que sofremos?
quinta-feira, 23 de maio de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Como Vencer o Desânimo? | Augustus Nicodemus
- Fonte: Igreja Presbiteriana de Sto. Amaro
- Passagem Bíblica: Hebreus 12:1-3
quarta-feira, 6 de março de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Você desonra a Deus por ser dependente de si mesmo | Tim Conway
Neste trecho de vídeo, Tim Conway exorta o crente a clamar a Deus por mais humildade, a depender de Cristo em todas as situações.
Transcrição do Vídeo:
Irmãos, eu coloquei a vocês na semana passada alguns desses pontos. Asa, a Bíblia fala, que, quando Asa esteve doente, Asa buscou os médicos, [2Crôn 16:12] e não o Senhor. Cristão, quando você está com uma necessidade financeira, e você não busca primeiro ao SENHOR, quando você está em uma necessidade médica, necessidade física, e você não busca o SENHOR primeiro, quando você precisa de comida, quando você precisa do que vestir, quando você precisa de ajuda, quando você precisa de um lugar pra morar, quando você precisa de uma igreja, quando você precisa de entendimento, quando você precisa de humildade, quando você precisa de… irmãos, o qualquer que seja, se você não está buscando primeiro a Deus, isso é ser orgulhoso, isso é se apoiar no braço da carne [2Crôn 32:8], e Deus odeia isso, e isso é totalmente oposto à forma como Deus criou este universo. Você tem que se convencer disto, você tem que perceber isso em tudo. Quando você recostar a sua cabeça no travesseiro à noite, para agradecer a Deus que você tem um travesseiro aonde deitar, quando você acordar de manhã, agradecer a Deus por ter te dado mais um dia.
Irmãos, vocês têm que se convencer disto: de que quando você não reconhece a Ele pelo que Ele faz, isso desonra a Ele. Quando você, por cada uma de suas necessidades, não vai até Ele primeiro e antes de tudo, você desonra a Ele. Irmãos, o homem é tão arrogante, é tão orgulhoso e é tão independente… e vocês precisam ver isso em vocês mesmos. Se vocês querem batalhar com isso, vocês precisam ver isso, irmãos, pelo que isso é de verdade. Vocês precisam ver isso, que a independência de vocês… Deus não fez o homem para ele correr por aí e se orgulhar de seus próprios dons, ou se orgulhar de alguma coisa que ele tenha. O apóstolo fala, “E que tens tu que não tenhas recebido?” (1Cor 4:7) Você não tem nada, NADA… sem Ele você não tem valor, sem Ele você é inútil.
Irmãos, vivam sob a luz disso. Isso é o primeiro, principal e fundamental princípio se você vai batalhar contra essas paixões da carne; e uma dessas paixões é a auto-exaltação. É um desejo em você de se colocar à frente, se mostrar, se posicionar de tal maneira a parecer que você é alguma coisa e levar o crédito por isso. Irmãos, isso é inato em nós, como homens naturais. e Deus nos ajude, nós não somos mais homens naturais, mas vivemos no poder de outro, o poder do Todo-Poderoso, e, irmãos, vocês têm que batalhar nisso aí, vocês têm que batalhar com isso. Irmãos, deixe que essa verdade ressoe nas suas cabeças. Não é somente quando você não honra a Ele que Ele retira esse rio de graça; as Escrituras dizem que é muito claro que Ele se opõe ao orgulhoso. Irmãos, eu lembro a vocês de 1Pedro 5:5, em que ele está lidando com pessoas da igreja. Pedro está falando sobre cristãos quando ele diz “Deus se opõe aos orgulhosos”. Posso falar a vocês uma coisa? Existem exemplos na Bíblia… Deus não somente se opõe ao perdido orgulhoso, Ele se opõe ao salvo orgulhoso. Você vai me perguntar: “Isso pode acontecer?”, “Pode haver um salvo orgulhoso?” Irmãos, isso foi o que Ezequias fez, foi o que Asa fez. Quando Tiago e João estão querendo se assentar à direita e à esquerda de Cristo, é exatamente isso que eles estão fazendo! Quando eles estão discutindo sobre quem será o maior, é isso que está acontecendo. Foi o mesmo Pedro que era um dos que estavam discutindo ali, que iria falar depois: “Deus se opõe ao orgulhoso.” Escutem, Pedro foi bem arrogante: “mesmo que todos os outros Te neguem, EU NÃO FAREI ISSO.” [Mt 26:33] Deus permitiu que ele caísse com a cara no chão. Ele deixou o diabo mexer com Pedro, de tal maneira que o diabo teve que pedir permissão especial.
Irmãos, quando Deus se coloca.. contra você, se opondo a você, tome cuidado, por que você será combatido. Portanto, tome cuidado. Nós temos de nos convencer dessas coisas.
Irmãos… vocês têm que se convencer disso. Você precisa se convencer de que existe muito pouca consideração na igreja, existe muito pouca consideração na pregação, existe pouca consideração em você mesmo, em mim, por essa coisa: o chamado à humildade. Receio que, realmente, isso tem sido muito pouco considerado na igreja, e eu acho que isso é por que a verdadeira natureza da humildade, a sua importância, tem sido muito pouco aprecisada. E eu digo isso a vocês:
Humildade não vem sem esforço. Ela vem com luta, ela vem com lágrimas.
Irmãos, isso é como todo o resto no mundo espiritual. A humildade pelo desejo, pela avidez, ela vem por estarmos convencidos de que precisamos dela; ela vem através de fazer dela uma das coisas principais pelas quais você está orando, socando repetidamente o “saco-de-areia” da oração: “Pai, me dê isso, me dê isso! Você me fala que Você vai me conformar à imagem de Cristo, me dê humildade. Eu vejo isso como algo bom.” “Revesti-vos de humildade!”, o apóstolo fala [Cl 3:12], em outro lugar, ele nos urge, nos encoraja, nos exorta a andar de uma maneira digna de nosso chamado, com toda humildade e mansidão. [Ef 4:1-2] Com toda humildade, irmãos!
Temos que ser desesperados por isso, temos que perseguir isso, temos que ser ávidos por isso! Você deve orar por isso como se sua vida dependesse disso, pois ela realmente depende. Depende, irmãos, depende, e nós precisamos nos convencer disso. E eu não estou seguro, irmãos, de que nós estamos totalmente convencidos do tanto que precisamos de humildade. Isso precisa ser o alvo de nossa atenção especial, nosso desejo especial, nossa oração especial, um alvo de nossa fé. E o que eu quero dizer com isso? Por meio da fé, irmãos, vocês precisam se agarrar nisso, “Senhor… Você prometeu que Você vai me conformar à imagem de Teu Filho e uma das características mais marcantes é que Ele é manso e humilde de espírito,” Ele não se agradou a Si mesmo, Ele não veio para ser servido, mas para servir, Ele nos disse para segui-lO. SENHOR, por favor, nos dê isso. Você nos disse que se nós clamássemos a Você, Você não reteria nenhuma coisa boa de nós. Você nos disse, que se nós que somos maus sabemos dar coisas boas aos nossos filhos,… quão mais Você nos daria todas as coisas boas que pedimos” [Mateus 7:11] “SENHOR, por favor, nós estamos pedindo isso, pois cremos que a humildade é boa, nós cremos, SENHOR.” Isso precisa ser um alvo de prática especial, nós precisamos planejar fazer a busca da humildade.
Jesus disse, “Aprendam de Mim!” [Mateus 11:29] Irmãos, muitos de vocês, jovens, estavam na escola recentemente ou estão agora na escola. Pense na sua matéria mais difícil. Você passou por ela de maneira fácil? Você teve que aprender, você teve que estudar! Irmãos, posso dizer isso a vocês, como eu estava falando a umas pessoas em Laredo, no domingo: Eu passei por quatro matérias de Cálculo. Irmãos, você não aprende quatro matérias de Cálculo sem se esforçar; e eu garanto isso a vocês – vocês não vão aprender a humildade de Cristo, a mansidão de Cristo, a modéstia de Cristo passando (casualmente) ou com um esforço “mais ou menos” de leitura da Bíblia uma vez por semana ou duas vezes por semana. Irmãos, você aprende Cálculo com esforço, com empenho, com noites sem dormir, com estudo, e você vai aprender Cristo de maneira mais difícil que eu aprendi Cálculo. Eu garanto a vocês, irmãos: vai depender de muita seriedade e diligência para aprender essa humildade.