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terça-feira, 29 de novembro de 2022

Amor Verdadeiro | John MacArthur

"Tudo o que precisas é de amor", assim cantavam os Beatles.
Se eles tivessem cantado sobre o amor de Deus, a frase revelaria uma certa verdade.
Mas aquilo que a cultura popular diz ser amor, não se trata na verdade de um amor autêntico, é antes uma verdadeira fraude. Longe de ser “tudo o que precisas” é algo que deves evitar a todo o custo.

O apóstolo Paulo fala-nos sobre esse tema em Efésios 5:1-3. Ele escreveu: "Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos bem amados. E caminhai no amor, como também Cristo nos amou e se entregou a Deus por nós como oferta e sacrifício de agradável odor. Mas de prostituição e qualquer espécie de impureza ou ganância nem sequer se fale entre vós, como é próprio de santos."

A simples ordem do verso 2 (“E caminhai no amor, como também Cristo nos amou”) resume toda a obrigação moral de todo o cristão. No fundo, o amor de Deus é o único princípio que define completamente o dever do cristão e este tipo de amor é exactamente “tudo o que precisas”. Romanos 13:8-10 diz, “Aquele que ama o próximo, cumpre plenamente a lei”. Os mandamentos resumem-se a estas palavras: “Amarás o próximo como a ti próprio, já que o amor é o cumprimento da lei.” Gálatas 5:14 ecoa a mesma verdade: “Toda a lei se cumpre numa só palavra: Amarás o próximo como a ti próprio.” Da mesma maneira Jesus ensinou que toda a lei e profetas dependem de dois princípios básicos sobre o amor – o primeiro e o segundo mandamentos (Mat. 22:38-40). Por outras palavras, “o amor é o laço da perfeição” (Col. 3:14 NKJV).

Quando o apóstolo Paulo nos diz para caminhar no amor, o contexto revela-se em aspectos positivos, pois ele fala-nos sobre sermos bons uns para os outros, misericordiosos e que nos perdoemos uns aos outros (Ef. 4:32). O modelo de tal amor mais centrado nos outros que si próprio é Cristo, quem se entregou para nos salvar dos nossos pecados. “Não existe amor maior do que este, que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos." (João 15:13). E “se Deus nos amou assim, também nós devemos amar-nos uns aos outros” (1 João 4:11).

Por outras palavras, o amor verdadeiro é sempre um sacrifício, uma entrega de nós mesmos, é misericordioso, compassivo, compreensivo, amável, generoso e paciente. Estas e muitas outras qualidades positivas e benévolas (ver 1 Cor. 13:4-8) são as que a Sagrada Escritura associa ao amor divino.

Mas reparemos no lado negativo, também visto no contexto de Efésios 5. A pessoa que ama os outros verdadeiramente como Cristo nos ama deve recusar todo o tipo de amor falso. 

O apóstolo Paulo nomeia algumas destas falsidades satânicas. 

Elas incluem a imoralidade, a impureza e a ganância. A passagem continua: “Que não haja palavras obscenas, insensatas ou grosseiras, são coisas que não convêm, mas que haja sim, ação de graças. Porque disto deveis ter a certeza, nenhum que seja sexualmente impuro ou ganancioso - o que equivale a idolatria - tem herança no Reino de Cristo e de Deus. Ninguém vos engane com palavras vãs, pois por estas coisas a ira de Deus cai sobre os filhos desobedientes. Não vos associais, por isso, a eles” (VV. 4–7).

A imoralidade é talvez o substituto favorito do amor na nossa atual geração. O apóstolo Paulo usa o termo grego "porneia", o qual significa todo o tipo de pecado sexual. A cultura popular tenta desesperadamente desvanecer a linha que separa o amor verdadeiro da paixão imoral. Mas tal imoralidade é uma perversão total do amor verdadeiro, porque procura a autogratificação em vez do bem dos outros. 

A impureza é outra perversão diabólica do amor. O apóstolo Paulo emprega aqui o termo akatharsia, o qual se refere a todo o tipo de imoralidade sexual e impureza. Especificamente, ele refere-se à sujidade, à impureza e à ganância que são as características particulares do companheirismo com mal. Este tipo de companheirismo não tem nada a ver com o amor verdadeiro e o apóstolo afirma claramente que não tem lugar no caminho do cristão.

A ganância é outra corrupção do amor que tem origem no desejo narcisista de autogratificação. É exatamente o oposto do exemplo que Cristo deu quando “se entregou por nós” (v. 2). No verso 5, o apóstolo Paulo compara a ganância à idolatria. Também isto não tem lugar no caminho do cristão e de acordo com o verso 5, a pessoa culpada de tal pecado “não tem herança no Reino de Cristo e de Deus.”

De tais pecados, diz o apóstolo Paulo, “nem sequer se fale entre vós, como é próprio de santos” (V. 3). “Não te associes aqueles” que praticam tais coisas, diz-nos. 7).

Por outros termos, não estaremos a demonstrar amor verdadeiro a não ser que sejamos intolerantes com todas as perversões populares do amor.

Hoje em dia, a maioria das conversas sobre o amor ignora este princípio. “O amor” foi redefinido como uma ampla tolerância que ignora o pecado e que abraça o bem e o mal de igual forma. Mas isso não é amor, é apatia.

  • O amor de Deus não tem nada a ver com isso. Lembra-te que a mais suprema manifestação do amor de Deus é a Cruz, sinal que Cristo “nos amou e se entregou a Deus por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável” (V. 2). 
  • A Sagrada Escritura explica o amor de Deus em termos de sacrifício, de arrependimento pelos pecados cometidos e de reconciliação: "Nisto reside o amor, não que tenhamos amado Deus mas que ele nos amou e nos enviou o seu Filho para reconciliar os nossos pecados” (1 João 4:10). 
  • Por outras palavras, Cristo converteu-se em sacrifício para desviar a ira de um Deus ofendido. 
  • Longe de perdoar os nossos pecados com uma tolerância benigna, Deus deu o seu Filho como uma oferta pelo pecado para satisfazer a sua própria ira e justiça na salvação dos pecadores. 
  • Este é o coração do Evangelho. Deus manifesta o seu amor de uma forma que confirma a sua santidade, justiça e misericórdia sem compromisso. 
  • O amor verdadeiro “não se manifesta ao praticar o mal, mas sim ao praticar a verdade” (1 Cor. 13:6). Este é o tipo de amor, no qual fomos chamados para caminhar. É um amor que primeiro é puro e depois é harmonioso.

Por John MacArthur

terça-feira, 19 de abril de 2022

Introdução Ao Livro Ouro de Tolo? | John MacArthur

Certa vez, uma mulher me escreveu para dizer que pensava que o cristianismo eraf09043 bom, mas ela, em particular, era ligada ao zenbudismo. Gostava de ouvir a rádio evangélica, enquanto dirigia, porque a música “aliviava o seu carma”. Mas, ocasionalmente, ela sintonizava um dos ministérios de ensino bíblico. Em sua opinião, todos os pregadores que ouvira tinham a mente muito fechada no que diz respeito a outras religiões; por isso, ela decidira escrever para vários pastores que ministravam no rádio e encorajá-los a terem a mente mais aberta.

“Deus não se importa com o que você acredita, contanto que seja sincero”, ela escreveu, ecoando uma opinião que tenho ouvido muitas vezes. “Todas as religiões nos levam, finalmente, à mesma realidade. Não importa que estrada você tome para chegar lá, contanto que siga com fidelidade o caminho escolhido por você mesmo. Não critique os caminhos alternativos que as outras pessoas escolhem.”

Para aqueles que aceitam a Bíblia como a Palavra de Deus, a loucura desse raciocínio deve ser logo evidente. Se as conseqüências do que acreditamos significam a diferença entre certo e errado, o agradar a Deus e o receber sua punição, a vida e a morte, então, precisamos ter certeza de que aquilo em que cremos está baseado num pensamento claro. Em outras palavras, precisamos exercitar o discernimento.

De fato, o discernimento está tão na moda, em nossa cultura, quanto a verdade absoluta e a humildade. Fazer distinções e julgamentos claros contradiz os valores relativistas da cultura moderna. O pluralismo e a diversidade têm sido exaltados como virtudes mais elevadas do que a verdade. Não devemos estabelecer limites definitivos ou afirmar qualquer absoluto. Isto é considerado retrógrado, antiquado, deselegante. E, embora esta atitude para com o discernimento bíblico seja esperada do mundo secular, ela tem sido lamentavelmente abraçada por um número cada vez maior de cristãos evangélicos.

Como resultado, o evangelicalismo tem começado a perder as características que o distinguia do mundo – preferindo freqüentemente a tolerância à verdade. A maioria dos evangélicos não está aceitando o islamismo, hinduísmo ou outras religiões anticristãs. Entretanto, muitos parecem imaginar que não importa realmente o que você crê, contanto que tenha o nome de cristão.

Com exceção de algumas seitas que rejeitam ostensivamente a Trindade, quase tudo o mais que for ensinado em nome de Cristo é aceito pelos evangélicos – desde o catolicismo romano (o qual nega que os pecadores são justificados somente pela fé) ao movimento Palavra da Fé (que corrompe a doutrina de Cristo, ao fazer da saúde e da riqueza temporal o foco da salvação).

Em nome da unidade, esses assuntos de doutrina jamais devem ser contestados. Somos encorajados a insistir em nada mais do que uma simples afirmação de fé em Jesus. Além disso, o conteúdo específico da fé deve ser um assunto de preferências pessoais.

É claro que esta atitude geral de aceitação não é nova; a igreja tem travado uma luta contínua sobre o assunto de discernimento doutrinário, pelo menos desde o início do século XX. Este mesmo apelo para que tenhamos uma mente mais aberta no que concerne a padrões e crenças religiosas sempre esteve no topo da agenda do liberalismo teológico. Na verdade, isto é exatamente o que o termo liberal significava originalmente. A novidade nos apelos à tolerância, em nossos dias, é que eles vêm de dentro do evangelicalismo.

Nada é mais desesperadamente necessário à igreja contemporânea do que um novo movimento para enfatizar, outra vez, a necessidade de discernimento bíblico. Sem um movimento assim, a verdadeira igreja está em sérios apuros. Se a ânsia atual por um compromisso ecumênico, santificação pragmática e sucesso numérico continuar ganhando espaço no evangelicalismo, o resultado sera um desastre espiritual absoluto.

Este livro, portanto, é um apelo ao discernimento. É um lembrete de que a verdade de Deus é um bem precioso que deve ser tratado com cuidado – e não diluído em crenças extravagantes ou amarrado às tradições humanas. Quando igrejas ou crentes individuais perdem sua resolução de discernir entre a sã doutrina e o erro, entre o bem e o mal, entre a verdade e a mentira, eles se abrem a todo tipo de engano. Mas aqueles que aplicam consistentemente o discernimento bíblico, em todas as areas da vida, podem ter a certeza de caminhar na sabedoria do Senhor (Pv 2.1-6).

Em contraste, os crentes contemporaneous se conformam com a opinião de que poucas coisas precisam ser definidas com exatidão. Assuntos doutrinários, questões morais e princípios cristãos são todos classificados como ambíguos. Toda pessoa é encorajada a fazer aquilo que é certo aos seus próprios olhos – exatamente o que Deus proíbe (Dt 12.8; Jz 17.6; 21.25).

A igreja jamais manifestará seu poder na sociedade, se não recuperar um amor ardente pela verdade e aversão à mentira. O verdadeiro crente não pode fechar os olhos ou negligenciar as influências anticristãs em seu meio, esperando desfrutar das bênçãos de Deus.

“E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos. Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz” (Rm 13.11-12).

Portanto, “também faço esta oração: que o vosso amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção, para aprovardes as coisas excelentes e serdes sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo, cheios do fruto de justiça, o qual é mediante Jesus Cristo, para a glória e louvor de Deus” (Fp 1.9-11).

por: John MacArthur
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(Extraído do livro Ouro de Tolo?, Editora Fiel, São José dos Campos, SP)

domingo, 26 de julho de 2020

As parábolas de Jesus comentadas por John Macarthur: Os mistérios do Reino de Deus revelados nas histórias contadas pelo Salvador

A atualidade das histórias eternas de Jesus Ninguém contava histórias como Jesus. Seus enredos eram ao mesmo tempo simples e profundos. Não serviam apenas para entreter as multidões. Facilitavam a compreensão de verdades complexas e as tornavam acessíveis a qualquer pessoa. Mas nem todos alcançavam essas verdades e apreendiam suas lições. Muitos ainda hoje precisam de ajuda para compreendê-las. 

Entender as parábolas é crucial para quem segue a Jesus. Em As parábolas de Jesus, John MacArthur, um dos teólogos mais respeitados da atualidade, estuda o conteúdo de todas as parábolas do Mestre, e revela a mensagem implícita tanto para os ouvintes daquela época quanto para os de hoje. Com maestria, MacArthur ajuda o leitor a entender essas verdades eternas e a função delas em sua mensagem de salvação.

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sábado, 24 de maio de 2014

Conferência Fogo Estranho: Provando os Espíritos | John MacArthur

strange-fire-imageNota: John MacArthur parece usar o termo "Carismático" para se referir aos Pentecostais e "Pentecostal" para se referir aos Neo-pentecostais. Essa é uma observação importante, devido ao teor da mensagem.

Por: John MacArthur

Fonte Original: Strange Fire Conference

Legendas: Rafael Abreu 

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

quarta-feira, 5 de junho de 2013

A Blasfêmia Moderna Contra o Espírito Santo | John MacArthur

John MacArthur ensina sobre o ministério do Espírito Santo, Seus atributos, e desmascara e mostra as diferenças entre o verdadeiro e o falso, o santo e o profano, e o grande pecado de blasfêmia contra o Espírito Santo.

sábado, 25 de maio de 2013

A Tribulação Vindoura | John MacArthur Jr.

Por: John MacArthur Jr.

Baseado em Marcos 13, Daniel e Apocalipse. John MacArthur ensina sobre a Tribulação futura de amplitude mundial que em breve acontecerá na terra, precedendo a 2ª vinda de Jesus Cristo.

segunda-feira, 25 de março de 2013

É errado uma esposa trabalhar fora de casa? | John MacArthur, Jr.

esposaA questão de esposas trabalhando fora de casa é uma que ela e seu marido devem chegar a um entendimento a partir de uma perspectiva bíblica, e então permitir que o Espírito Santo oriente em sua situação específica.

  • Tito 2:4-5 ensina que as mulheres devem ser prudentes (isto é, conhecer suas prioridades). Quais são as prioridades que uma mulher casada deveria adotar? Sua primeira deveria ser satisfazer as necessidades de sua família. O versículo 4 diz que as esposas devem amar seus maridos e filhos.

Para serem “amantes do esposo” e “amantes dos filhos” (como lemos literalmente no grego), o versículo 5 diz que as mulheres deveriam ser “boas donas de casa”. Essa frase é uma palavra no grego (oikourgos) e significa “trabalhadores do lar” ou “trabalhadores no lar”.

  • 1 Timóteo 5:14 enfatiza o mesmo ponto dizendo que as esposas devem “governar a casa”. Essa frase no grego oikodespoteo significa “guardar a casa”. A prioridade de uma esposa, portanto, é cuidar do seu lar. Ela mostra seu amor por seu esposo e filhos fazendo do lar um refúgio de paz e descanso para a família, amigos e hóspedes.

A segunda prioridade da esposa é encontrada em 1 Timóteo 2:15, que ensina que ela encontrará grande utilidade dando à luz filhos. A palavra grega para dar à luz filhos teknogonia significa não somente gerar filhos, mas também abrange a idéia de educá-los. Esse versículo ensina também que infundir valores nos filhos é parte do papel de uma mãe. (Deuteronômio 6:6-7, Provérbios 1:86 e 6:20 nos dizem que deveria ser ensinado aos filhos os princípios da Escritura (começando com a verdade do evangelho). As mães desempenham uma parte crucial nesse processo.

Uma terceira prioridade de uma esposa é encontrada na descrição da mulher diligente encontrada em Provérbios 31:10-21.8 O versículo 21 diz que ela está envolvida no cuidado para com as necessidades do pobre e desprivilegiado. Como uma crente, uma esposa cristã tem o privilégio e responsabilidade de servir aos outros. Uma área primária na qual esse trabalho se realiza é na igreja, à medida que ela emprega seus dons dentro do corpo de Cristo.

Uma esposa que satisfaz essas três prioridades provavelmente será uma pessoa muito ocupada. Se ela ainda tiver tempo sobrando, então estará livre para buscar atividades empreendedoras e criativas fora do lar. Sem dúvida, as mulheres que são mais livres para fazer isso são as solteiras e as casadas, mas ainda sem filhos. Mas mesmos essas mulheres deveriam se assegurar que estão cumprindo suas responsabilidades no lar antes de saíram para o local de trabalho.

John MacArthur, Jr.

Extraido de: Feminina

terça-feira, 5 de março de 2013

Discipline-se | John MacArthur

pensando-no-pouco-que-ha1Você percebe que a diferença entre um piedoso sincero, controlado pelo Espírito Santo, devotado, cristão obediente e um derrotado, fraco, Cristão lutando e o que acontece na mente? Eles podem frequentar na mesma igreja, servir nos mesmos ministérios e fazer as mesmas coisas, mas um é externamente derrotado, e o outro vive uma vida espiritualmente frutífera. A diferença é a vida do pensamento.

Um dia, a diferença será manifestada. Paulo disse aos coríntios que quando o Senhor vier, Ele "tanto trará à luz as coisas escondidas na escuridão e revelará os motivos do coração dos homens" ( 1 Coríntios 4:05 ). Jesus disse algo semelhante:

"Porque não há coisa oculta que não haja de manifestar-se, nem escondida que não haja de saber-se e vir à luz" ( Lucas 8:17 ).

E, "…Acautelai-vos primeiramente do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia. Mas nada há encoberto que não haja de ser descoberto; nem oculto, que não haja de ser sabido. "( Lc 12:1-2 ).

Exorto-vos a olhar profundamente no espelho da Palavra de Deus ( Tiago 1:23-24 ), que é  "apta para discernir os pensamentos e intenções do coração" poderoso ( Hebreus 4:12, KJV ). Como Jeremias aconselhou Israel, "Lava o teu coração da maldade, ó Jerusalém, para que possam ser salvos. Quanto tempo trabalha os pensamentos maus dentro de você? "( Jeremias 04:14 ). E, como Paulo disse, "vamos purificar-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus" ( 2 Coríntios 7:1 ).

  • Como podemos lidar com o problema de maus pensamentos?
  • O processo é como mortificante qualquer outro pecado.

Primeiro, confessar e abandonar o pecado . "Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno, os seus pensamentos , é deixá-lo e voltar para o Senhor, e Ele terá compaixão dele, e para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar " ( Isaías 55:7 , ênfase adicionada). Se a sua vida pensamento abriga pecados de imoralidade, pecados de raiva em relação a alguém, os pecados de vingança, os pecados de amargura, pecados da cobiça, ou o que quer, confessá-los a Deus. Se arrepender e pedir perdão. Se confessarmos, Ele é fiel e justo para nos perdoar e continuar a limpeza ( 1 João 1:9 ).

Recusar-se a entreter esses pensamentos . Propósito de abandonar seus padrões de pensamento errados imediatamente e começar a construir novos hábitos justos. Se você está entrando em velhas formas de pensar, de confessar o seu pecado e se recusa mais uma vez para dar lugar a pensamentos maus. Conscientemente dirigir a sua mente para fixar-se em coisas puras: "Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai."( Filipenses 4:08 ). Em outras palavras, reprogramar sua mente com a verdade e a justiça.

Alimentar-se da Palavra de Deus . "Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti." (Salmo 119:11 ). A Palavra isola a mente. Ela fortalece o coração. Ocupa a alma e fortalece-o contra os maus pensamentos. Só quando usar a espada do Espírito habilmente podemos mortificar nossas imaginações carnais :

Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; (Efésios 6:17 )

Evite as atrações do mal . Não se exponha a atividades, imagens ou conversas que provocam maus pensamentos. Como Jó, faça um pacto com seus olhos (Jó 31:1) ou com seus ouvidos, ou com o qualquer sensações que podem levá-lo à maus pensamentos. Recusar-se a alimentar qualquer tendência que possa atrair a sua imaginação à maldade. Isto é o que Jesus quis dizer quando disse que figurativamente;

"29 Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti; pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno. 30 E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que seja todo o teu corpo lançado no inferno."( Mateus 5:29-30 ).

Cultive o amor de Deus . Davi disse no Salmo 119:97 , "Mem. Oh! quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia."E depois quatro versos mais tarde, ele disse," eu tenho restringido os meus pés de todo caminho mau. "Se colocarmos nossas mentes nas coisas do alto, as coisas na Terra deixará de manter o mesmo fascínio por nós (Colossenses 3:02 ). "Onde está o teu tesouro, ali estará o seu coração também" ( Mateus 6:21 ) e onde suas afeições estão colocadas, seus pensamentos vão estar lá também.

David terminou o Salmo 19, o seu hino grande à suficiência das Escrituras, com estas palavras:

12 Quem pode entender os seus erros? Expurga-me tu dos que me são ocultos. 13 Também da soberba guarda o teu servo, para que se não assenhorie de mim. Então serei sincero, e ficarei limpo de grande transgressão. 14 Sejam agradáveis as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, SENHOR, Rocha minha e Redentor meu! (v. 12-14).

Esse é o estado de espírito de cada pessoa verdadeiramente piedosa. É também o objetivo de instrução bíblica: "amor de um coração puro, de uma boa consciência e de uma fé sincera" ( 1 Timóteo 1:5 ).

Então, como é a sua vida de pensamentos?

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Passos para a oração bem sucedida | John MacArthur - Parte 5

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Parte 5: Renda-se a Programa de Deus
Muito poucas pessoas tornam a vida sem algum tipo de plano. A grande maioria de nós tem que colocar um monte de pensamento em nossas programações e planejar com antecedência, se quisermos realizar qualquer coisa. E o que nós colocamos a mais tempo no planejamento diz muito sobre onde nossos corações são-muitas vezes de férias e comemorações obter lotes de premeditação, enquanto responsabilidades no trabalho e em torno do ajuste casa em nossas programações, conforme necessário.
Mas onde é que Deus também vai contribuir para os nossos planos? Estamos muito rápido para ser absorvido em nossos próprios planos e expectativas para o amanhã sem considerar adequadamente a vontade soberana de Deus?
Como Tiago 4:15 diz, que "deveria dizer: 'Se o Senhor quiser, viveremos e também faremos isto ou aquilo'", ao planejar os próximos dias e semanas. Não pode se deixar levar com o nosso próprio programa. Deixar de reconhecer a vontade de Deus supremo e controle é um desrespeito, principalmente quando Ele é Aquele que concede a respiração cada.
Essa mesma mentalidade precisa transitar em nossas vidas de oração. É fácil ser pego em petições ao Senhor sobre as nossas necessidades e desejos imediatos. É muito mais difícil a rotina de render as coisas à Sua vontade e sabedoria, confiando em Seu plano perfeito e disposição.
O exemplo de Cristo aos discípulos deixa claro a prioridade para os crentes é o programa de Deus, não o nosso. Como vimos anteriormente nesta série, nosso relacionamento com Deus nos dá confiança em negrito para trazer nossos pedidos diante dEle. Mas esses pedidos e nossas vidas, deve ser subordinada a todo o Seu plano.
E Ele lhes disse: "Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome. Venha o teu reino. Dá-nos cada dia o nosso pão de cada dia. E perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todos que está em dívida com nós. E não nos deixeis cair em tentação "(Lc 11:2-4).
A frase de encerramento do Lucas 11:2 é "Venha o teu reino." É uma oração para o avanço do reino de Deus. Como cada frase da Oração do Senhor, esta é a antítese das orações tipicamente oraram por aqueles que estão preocupados principalmente com o avanço de seus próprios programas, a construção de seus próprios impérios, ou o preenchimento de seus próprios bolsos. Esta é uma oração que o programa de Deus será avançado, e que Sua vontade seja feita. Na verdade, em alguns manuscritos gregos o texto inclui a frase "Seja feita vossa vontade, como no céu, assim na terra" (KJV). O próprio Jesus incluiu essa frase na oração modelo, quando ele deu em Seu Sermão da Montanha (Mateus 6:10).
Cada pedido que fazemos em nossas orações devem primeiro ser executado por esse filtro: É em harmonia com os objectivos e princípios do reino de Deus? É compatível com a expansão do reino? Será que ela realmente avançar o reino, ou ele apenas cumprir alguns querem egoísta?
Nome-it-e afirmam-se a teologia é míope, auto-indulgente, e pequena mente. Tudo o que interessa é os desejos de auto-interesse e egoísta, sem pensar para a causa maior do reino de Cristo. Uma atitude piedosa diz: Senhor, avançar Seu reino se isso significa que eu perco tudo. Isso é o que a frase "Venha o teu reino" implica.
O reino, é claro, é a esfera onde Cristo dita regras do reino onde Ele é o Senhor. Para orar "Venha o teu reino" com sinceridade é submeter os desejos pessoais e render o coração sem reservas ao senhorio de Cristo. Para afirmar o programa do reino de Cristo é deixar de lado as próprias carnais, pedidos de oração materialistas, ou egoísta, porque, afinal, "o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo" (Romanos 14:17).
Não há verdadeiramente nada de errado com a oração a Deus por coisas que desejo, como por muito tempo como os desejos do nosso coração são santos. Na verdade, somos encorajados repetidamente a perguntar, e confiar, e para alinhar os nossos desejos com a vontade de Deus. E temos a promessa de respostas a essas orações. "Deleita-te também no SENHOR, e ele vos dará os desejos do teu coração" (Salmo 37:4).
Lembre-se, Jesus disse: "Se permanecerdes em Mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserem, e isso será feito para vós" (João 15:7). "Se pedirdes ao Pai alguma coisa em meu nome, Ele dará a você" (João 16:23). "Esta é a confiança que temos Nele, que, se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve" (1 João 5:14). Preste atenção para as eliminatórias: "Se permanecerdes em Mim e as minhas palavras permanecerem em vós, [então]. . . o que quiser. "" Qualquer coisa em meu nome. "" Qualquer coisa segundo a Sua vontade. "A oração de Jesus modelo tem as eliminatórias mesmos construíram para ele por causa da maneira como Ele nos ensinou a reconhecer a paternidade de Deus, render-se prioridade de Deus, e obter a bordo com o programa de Deus antes de nos fazer uma petição para nós mesmos.
Qualquer oração que segue um padrão diferente, não é um ato de verdadeira adoração e, portanto, não é uma oração legítima.
Por outro lado, toda verdadeira oração é adoração. Nós vamos a um Pai amoroso, aceitando que Ele sabe melhor. Nossas orações, então, refletir um coração obediente, uma paixão para a Sua glória, e um desejo de ver a extensão do Seu reino, que Deus possa ser honrado.
John MacArthur


Fonte: Grace to you
Por:  John MacArthur
Tradução: Evandro Marinho*
*Traduzido com auxilio do Google Tadutor

terça-feira, 15 de maio de 2012

Passos para a oração bem sucedida | John MacArthur - Parte 3

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Parte 3: Enviar a paternidade de Deus
Quantas vezes nós realmente pensamos profundamente sobre as palavras que dizemos na nossas orações? Estes dias certos nomes de Deus e frases como em nome de Jesus são jogados a esmo em torno de modo que você quer saber se eles ainda têm algum significado.
Se não tomarmos cuidado, nossa vida de oração pode facilmente e rapidamente cair em um barranco a recitação sem sentido das mesmas palavras e frases dia após dia, sem qualquer pensamento sobre o que estamos dizendo, ou o que estamos dizendo  para quem.
A oração modelo Cristo deu aos Seus discípulos está em contraste com esse tipo de  repetição. Cada palavra na oração do Senhor é deliberada, intencional, e carregada de significado espiritual, incluindo o nome de Jesus usado para tratar o Senhor.
E Ele lhes disse: "Então, ele os ensinou: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; o pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia; perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todo o que nos deve; e não nos deixes cair em tentação.  "(Lc 11:2-4).
A oração começa com uma referência à paternidade de Deus. A palavra, o primeiro endereço é um lembrete de que Deus é nosso Pai celestial. Nós vamos a Ele, não só porque ele é um monarca soberano, justo Juiz, e nosso Criador, mas porque Ele é um Pai amoroso. Que bela expressão, lembra-nos da graça que nos dá acesso ilimitado ao seu trono (Hebreus 4:16) e isso nos encoraja a entrar corajosamente, assim como um filho ou uma filha teria chegado a um pai amoroso.
Essa conexão familiar, por sinal, é a base para a nossa ousadia em oração. A questão não é que as nossas palavras têm algum tipo de poder mágico, não para que Deus é de alguma forma seja obrigado a dar-nos tudo o que pedimos, e certamente não que a nossa fé materiais méritos recompensas-mas que Deus, em Sua soberania nos convida a vir a Ele como um Pai bondoso e amoroso. A intimidade da relação pai-filho não diminui o respeito que devemos a Ele como nosso Deus soberano. Muito menos que isso nos dá qualquer razão para exaltar a nós mesmos. Em vez disso, é um lembrete de que devemos ser criança em nossa dependência de Deus da bondade e do amor. Em última análise, porque Ele é o nosso soberano Senhor, Criador, Juiz e Pai, Ele é o único que podemos confiar para suprir todas as nossas necessidades e satisfazer nossos anseios mais profundos. Se nossas orações são verdadeiramente adoração, eles serão permeadas com o reconhecimento de que a verdade.
Tomemos, por exemplo, a oração de Isaías 64:8: "Mas agora, ó Senhor, tu és nosso Pai, nós somos o barro, e tu o nosso oleiro;. E todos nós somos a obra das tuas mãos" Esse é o bom espírito de oração: Senhor, Tu nos fez.Você nos deu a vida. Você só pode fornecer os recursos necessários. Estamos unidos com o seu Filho muito amado pela fé, e, portanto, nós somos seus filhos em todos os sentidos, totalmente dependentes da sua vontade, seu poder e suas bênçãos.
Isso é muito diferente da oração de um pagão que trata de um vingativo, violento, ciumento, injusto, pelo homem de Deus, acreditando que algum mérito ou o sacrifício deve ser levada ao altar para apaziguar a divindade hostil. A perspectiva bíblica que trazemos para a oração é que Deus ofereceu o sacrifício final e fornece todo o mérito que precisamos na Pessoa do Seu Filho. Todos os que pela fé lançar mão de Cristo como Senhor e Salvador são "filhos de Deus" (Gálatas 3:26; Cf. João 1:12-13, 2 Coríntios 6:8). "Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a ele mesmo." (1 João 3:1).
Em outras palavras, o sacrifício de Cristo foi oferecido em nosso nome, então nós já recebemos o melhor Deus tem para dar. E "Aquele que não poupou seu próprio Filho, antes o entregou ao longo de todos nós, como se Ele não também com Ele nos dará graciosamente todas as coisas?" (Romanos 8:32).
Como se isso não bastasse, em Mateus 7:7-11, Jesus faz esta promessa:

Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á. Ou qual dentre vós é o homem que, se porventura o filho lhe pedir pão, lhe dará pedra?  Ou, se lhe pedir um peixe, lhe dará uma cobra? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem?

Então, quando oramos, nós estamos indo para um Deus que é o nosso amoroso Pai celestial. Podemos ir com uma sensação de intimidade. Podemos ir com confiança no mesmo concurso, confiando maneira uma criança iria para um pai terreno. Nós podemos ir corajosamente. Estamos nos aproximando de uma divindade amorosa que não precisa ser aplacada, mas que nos abraça como seus. Na verdade, porque somos Seus filhos verdadeiros, "Deus enviou o Espírito de Seu Filho em nossos corações, clama:" Abba! Pai! '"(Gálatas 4:6)."Abba" é um termo de profundo afeto, um termo comum para "pai" deriva do dialeto caldeu. Porque é fácil de pronunciar, era como as crianças pequenas em tempos do Novo Testamento geralmente dirigida a seus pais, como "Papai" ou "pai" em português de hoje.
Mas quando chamamos Deus de "Pai" ou "Abba", não é um aceno casual de familiaridade grosseiro ou presunçoso. Usado corretamente, "Abba" - "Pai" é uma expressão de adoração profunda cheia de confiança infantil: "Deus, eu reconheço que eu sou seu filho. Eu sei que Tu me amas e me deram acesso íntimo a você. Eu reconheço que você tem recursos absolutamente ilimitados, e que você vai fazer o que é melhor para mim. Eu reconheço que eu preciso obedecê-Lo. E eu reconheço que o que você faz, você sabe melhor. "Tudo isso está implícito na verdade de que Deus é nosso Pai, e é assim que Jesus nos ensinou a começar nossas orações.
Não perca o ponto. Quando oramos a Deus como nosso Pai celestial, estamos não só reconhecer a nossa responsabilidade de obedecê-lo, estamos também a confessar que Ele tem o direito de nos dar o que Ele sabe que é melhor. Acima de tudo, estamos oferecendo louvor e agradecimento por sua graça amorosa, enquanto confessando a nossa confiança própria e completa dependência. Em suma, estamos chegando a Ele como crianças e adorando, e tudo isso está implícito na primeira palavra da oração modelo de Jesus .
John MacArthur

Fonte: Grace to you
Por:  John MacArthur
Tradução: Evandro Marinho*
*Traduzido com auxilio do Google Tadutor

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Passos para a oração bem sucedida | John MacArthur - Parte 2

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Parte 2: Joelhos presunção ímpios
A superficialidade mundana e o excesso espiritual dos pregadores da prosperidade e curandeiros carismáticos são fáceis de detectar. É um homem de teologia centrada no homem movido por extrema ganância que encoraja seguidores a fazer exigências ultrajantes para a prosperidade e ganho pessoal, reduzindo o Deus Todo-Poderoso a pouco mais de uma máquina de vending.
Assistindo pela televisão, parece espiritualmente perverso, porque é.
Mas nós somos tão rápidos a detectar as mesmas tendências surgindo em nossas próprias vidas de oração? Não podemos nem perceber quando nossas orações se tornam mais e mais como listas de compras que mostram um pouco de cuidado ou preocupação para a glória de Deus ou a Sua vontade? Ou será que estamos esquecendo o modelo da oração de Cristo deu aos Seus discípulos e, em vez refletindo nesta era de auto-foco, subjetiva, sem necessidades orientação religiosa?
Hoje multidões pensar na oração como nada mais do que uma maneira de conseguir o que quer de Deus. A oração é reduzida a um meio de ganho supersticioso e alguns vão dizer-lhe que Deus é obrigado a entregar as mercadorias. Televisão está cheia de charlatães religiosos que insistem que Deus deve conceder o que você pedir se você pode reunir a "fé" o suficiente e se recusam a receber qualquer "dúvida." A  em seu léxico é um tipo de credulidade cega, normalmente amparado por algum tipo de "confissão positiva". dúvida, como eles podem descrevê-lo, é qualquer escrúpulo, mesmo que seja racional e bíblico-se sobre a coisa que você deseja está de acordo com a vontade de Deus. Aqueles que, naturalmente, não são definições bíblicas de fé e de dúvida. Nem a oração de alguém pode  ser legitimamente chamado de "oração da fé" (Tiago 5:15) se ela é contrário à vontade de Deus.
Carismáticos não são os únicos que vêem a oração como nada mais do que uma espécie de lista de desejos utilitária. Abundância de evangélicos tradicionais e de estilo antigo fundamentalistas parecem confusos sobre o propósito da oração, também. John R. Rice, um pastor influente fundamentalista, escreveu um livro best-seller em 1942, intitulado Oração-Pedir e Receber. Ele escreveu: "A oração não é louvor, adoração, meditação humilhação, nem confissão, mas de perguntar. . . . O louvor não é oração, e oração não é um elogio. Orar é pedir.. . . Adoração não é a oração, e oração não é adoração. A oração é sempre a pedir. Não é outra coisa senão perguntar. " [i]
Há vários problemas com essa perspectiva. Primeiro, a oração de Jesus modelo é mais do que meramente Ele inclui que "pedir"., Há petições para pão de cada dia (mais básicas das necessidades materiais) e perdão (a mais urgente das necessidades espirituais). Mas o modelo de oração Jesus deu aos discípulos também inclui pelo menos quatro dos cinco elementos Dr. Rice queriam eliminar de sua definição de oração: louvor, adoração, humilhação e confissão.
Remover louvor e penitência da Oração do Senhor e você destruiu-lo. Insista para que a oração adequada "não é outra coisa senão perguntar" e você derrubar uma das lições centrais que aprender com o exemplo de Jesus: que a oração é em primeiro lugar um ato de adoração. Pior ainda, este tipo de ensino configura uma espécie de inversão de papéis entre o orante e Deus, de quem reza.
A Bíblia ensina que Deus é soberano e nós somos seus escravos. Esta teologia ensina que o homem é soberano e Deus é seu servo. O orante acha que está na posição de demanda e de comando, com Deus no papel do servo, que é obrigado a desembolsar o que pedimos. Como já apontado em outros lugares, que tem mais em comum com os cultos pagãos de carga do que com o cristianismo bíblico.
A oração é muito mais do que apenas pedir e receber. É realmente um grande privilégio para chegar ousadamente diante do trono da graça e deixar nossos pedidos conhecidos a Deus (Hebreus 4:16; 04:06 Filipenses). Escritura repetidamente promete que, se pedirmos alguma coisa em fé, Deus vai responder-ou seja, se pedirmos de acordo com a vontade de Deus, conforme solicitado pelo Seu Espírito, Ele sempre graciosa e generosamente irá responder (Mateus 7:7-11; 17:20; 21:22; Marcos 11:24; Tiago 1:6, 1 João 3:22). Ele freqüentemente concede nossos pedidos "muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos" (Efésios 3:20, KJV).
Mas a natureza de uma oração verdadeiramente fiel é claramente enunciados em 1 João 5:14: "Esta é a confiança que temos Nele, que, se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve" (grifo nosso). Em outras palavras, a promessa de oração respondida não é um cheque em branco sem ressalvas. A promessa é feita só para fiéis, obedientes, sóbrio, cristãos biblicamente informadas cujas orações estão em harmonia com a vontade de Deus. Não é uma garantia de carga para todos os entusiastas crédulo ou supersticioso religioso que usa nome de Jesus como se fosse um abracadabra. Jesus disse: "Se permanecerdes em Mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserem, e isso será feito para vós" (João 15:7, ênfase adicionada).
Porque isso esta longe de ser meramente uma lista de desejos, a oração piedosa é fundamentalmente um ato de adoração. É uma expressão de nosso louvor, nossa indignidade, nosso desejo de ver a vontade de Deus cumprida, e nossa total dependência dEle em todas as nossas necessidades. Assim, cada aspecto da oração é um ato de adoração. Isso inclui as petições que fazemos, porque quando nós corretamente fazer nossos pedidos conhecidos diante de Deus, sem ansiedade, através da oração e súplicas, e com ações de graças (Filipenses 4:6), estamos reconhecendo Sua soberania, confessando a nossa confiança própria total de sua graça e poder, e olhando para Ele como Senhor e Provedor e Governador do universo não como uma espécie de celestial Santa. Oração adequada é pura adoração, mesmo quando estamos fazendo pedidos.
O foco da oração modelo de Jesus  é impossível de perder. A oração começa com o louvor do nome de Deus. Ela expressa uma vontade para o Seu Reino vir e Sua vontade seja feita. Pura adoração, portanto, precede e define o contexto de súplica. Essas linhas de abertura estabelecer o ponto focal da oração: a glória de Deus e Seu reino. Em outras palavras, o suplicante está em causa, antes de tudo não para sua lista de desejos pessoais, mas para a honra de Deus e da extensão do Seu reino. Tudo o resto se encaixa nesse contexto, de modo que toda a agenda da oração é determinado pelo reino e glória de Deus. Que é talvez a perspectiva mais importante manter em mente em toda a nossa oração.
Jesus disse: "Tudo o que pedirdes em meu nome, eu o farei, de modo que o Pai seja glorificado no Filho" (João 14:13). A finalidade de toda a oração não é legítimo para satisfazer as necessidades sentidas ou desejos materiais do orante, mas reconheceram a soberania de Deus e para aumentar a Sua glória. A oração não é sobre começar o que eu quero, mas sobre o cumprimento da vontade de Deus. O objetivo adequado da oração não é para ampliar minhas fronteiras, construir meu império, ou expandir minha carteira, mas para fortalecer o Reino de Deus. O ponto não é para elevar o meu nome, mas para santificar o nome de Deus. Tudo em oração gira em torno de quem é Deus, o que Deus quer, e como Deus deve ser glorificado. Essa é a soma ea substância de oração adequada.
Quaisquer orações que são auto-consumo, auto-indulgente, auto-engrandecimento, quaisquer orações que buscam o que eu quiser, não importa o que Deus quer; quaisquer orações que sugerem que Deus deve entregar porque eu exigia essas são orações que levam o seu nome em vão. Essa oração é um pecado flagrante contra a natureza de Deus, contra a vontade de Deus, e contra a Palavra de Deus.
Orações que afirmam que; a noção de que Deus quer que você sempre saudável, rico, próspero e bem sucedido, e listas de pedidos egoístas são todos muito em desacordo com o espírito de oração de Jesus modelo.Esses pedidos são expressamente excluídos das muitas promessas que Deus vai ouvir e responder nossas orações (Tiago 4:3). A crença equivocada de que subjaz a todos orando tal não é pequeno erro. Ela está enraizada em um grave equívoco da natureza de Deus.
Porque a oração é um ato de adoração, para oferecer uma oração baseada em tal perversão hediondo do caráter de Deus equivale a adorar um deus falso. Para ser franco, quando alguém apresenta Deus com uma lista de desejos enraizados na ganância, o materialismo, ou outras expressões de pura auto-interesse, então, pede a Deus entregar as mercadorias como se Ele fosse um gênio, que não é oração em tudo. É um ato de blasfêmia. É tão abominável como a mais grossa forma de adoração pagã.
Em vez disso, devemos chegar ao Senhor humildemente como adoradores, buscando Sua vontade e não a nossa.Oração bem sucedida não se trata de conseguir o que quer da parte de Deus, trata-se de cimentar a sua glória, e honra, em seu lugar, adequada primário, e submeter os seus desejos e afetos para ele. Isso começa com o elogio, mas não termina aí.


Ao longo dos próximos dias, vamos dar uma olhada mais de perto o modelo da oração do Senhor, extraindo algumas básicas, medidas práticas que você pode tomar para ter uma disciplina, vida de oração bíblica.
John MacArthur

Fonte: Grace to you
Por:  John MacArthur
Tradução: Evandro Marinho*
*Traduzido com auxilio do Google Tadutor

sábado, 12 de maio de 2012

Passos para a oração bem sucedida | John MacArthur - Parte 1

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Parte 1: Comece com Louvor
"Orai, então desta forma: 'Nosso Pai que estais nos céus, santificado seja o teu nome. Venha o teu reino, Seja feita vossa vontade, assim na terra como no céu. Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia, e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores. E não nos induzas à tentação, mas livrai-nos do mal. '"(Mateus 6:9-13)
Estude as orações exemplares nas Escrituras e você não pode deixar de notar que todos eles são breves e simples. Oração que é sincero, urgente, e não fingido deve ser desse estilo. Palavreado e windbaggery são emblemas de insinceridade, especialmente na oração. A oração do publicano em Lucas 18:13 é o mais curto e direto ao ponto quanto possível: "Deus, sê propício a mim, pecador!" Depois, há a oração do ladrão na cruz: "Jesus, lembre-se de mim quando vêm em teu reino "(Lucas 23:42). Essas orações são cortados do mesmo tecido como grito de Pedro para ajudar quando ele estava caminhando sobre a água, às vezes citada como a mais curta oração na Bíblia: "Senhor, salva-me" (Mateus 14:30).
Escritura registra poucos longas orações. Grande parte do Salmo 119 é dirigido a Deus na linguagem da oração, e, claro, que é o mais longo capítulo da Bíblia. Fora isso, Neemias 9:5-38 contém a maior oração de toda a Escritura, e pode ser lido em voz alta com a expressão em menos de sete minutos. João 17 é a mais longa oração do Novo Testamento. É também o mais longo de orações gravadas de Jesus, apenas vinte e seis versículos.
Sabemos, é claro, que Jesus orou orações muito mais do que isso, porque os registros da Escritura várias instâncias onde ele orou na solidão por longos períodos de tempo (Mateus 14:23, Marcos 6:46). Quando lhe convinha, Ele mesmo passar a noite inteira em oração (Lucas 6:12). Ele tinha o hábito, portanto, de orar, em privado e com os seus discípulos (João 18:2). E o padrão era claro: Suas orações longas foram as que Ele orou em particular. Suas orações públicas são exemplos perfeitos de batata frita, rápida, sem rodeios e puro.
Ouvir Jesus orar e observando a sua dependência constante na oração privada, deu aos discípulos um apetite para a oração. Então eles perguntaram-Lhe: "Senhor, ensina-nos a orar" (Lucas 11:1). Ele respondeu, repetindo o modelo de oração mesmo deu no Sermão do Monte. Chamamos-lhe a oração do Senhor. Devemos sim pensar nisso como oração dos discípulos, porque a sua peça central é uma petição para o perdão divino, algo que Jesus nunca precisa orar. Como toda grande oração, é tanto sucinta e despretensiosa. Não há palavra desperdiçada, não uma sugestão de vãs repetições, e não uma única nota de ostentação ou cerimônia em toda a oração:
E Ele lhes disse: "Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome. Venha o teu reino. Dá-nos cada dia o nosso pão de cada dia. E perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todos que está em dívida com nós. E não nos deixeis cair em tentação "(Lc 11:2-4).
Essa oração era um padrão para os discípulos a seguir, não um mantra para ser recitado sem envolver a mente ou paixões. Os vários elementos da oração de Jesus são todos lembretes de que o nosso dever orar a incluir: louvor, petição, arrependimento e um pedido de graça para a nossa santificação. Aqueles que não são apenas os elementos essenciais da oração, eles também são algumas das características principais de adoração autêntica.
E é aí que vamos começar em nosso próximo post.
John MacArthur

Fonte: Grace to you
Por:  John MacArthur
Tradução: Evandro Marinho*
*Traduzido com auxilio do Google Tadutor

quarta-feira, 21 de março de 2012

O Caráter Definidor do Ministério | John MacArhtur

O ministério nos dias de Paulo não era fácil de ser realizado. Leon Morris fez esta observação: "Talvez nunca houve tão grande variedade de cultos religiosos e sistemas de filosofia como nos dias de Paulo. O Leste e o Oeste se uniram e se mesclaram para produzir uma amálgama de piedade autêntica, princípios morais elevados, superstição grosseira e licenciosidade sórdida". Aquela época se assemelha aos nossos dias, não é verdade? "O sincero e o espúrio, o justo e o profano, os trapaceiros e os santos competiam e clamavam pela atenção dos crédulos e dos céticos."
Com base nesse contexto, podemos obter uma idéia sobre o caráter da liderança de Paulo. Em 1 Tessalonicenses 2, ele exortou os crentes a lembrarem-se do que sabiam a respeito dele — a natureza de seu ministério e de sua liderança. Paulo argumentou que sua eficácia se fundamentava na sua percepção da pessoa de Deus — e isso definia o caráter de seu ministério. 

Primeiramente, Paulo confiava no poder de Deus (2.2), para lhe dar tenacidade. "Apesar de maltratados e ultrajados em Filipos, como é do vosso conhecimento, tivemos ousada confiança em nosso Deus, para vos anunciar o evangelho de Deus, em meio a muita luta." Isso é tenacidade. A persistência de Paulo estava alicerçada em sua confiança em Deus. 

Apesar do ultraje e da degradação pública em Filipos, antes de chegar a Tessalônica, Paulo disse que tivera "ousada confiança em nosso Deus, para vos anunciar o evangelho de Deus, em meio a muita luta". Isso é o cerne, a alma do ministério! O objetivo do pregador nunca é minimizar o conflito que acompanha o evangelho, visto que este sempre é ofensivo. E a marca de um grande líder não é o modo como ele evita o conflito, e sim o modo corajoso como o aceita. 

Em segundo, Paulo estava comprometido com a verdade de Deus. "A nossa exortação não procede de engano, nem de impureza, nem se baseia em dolo" (2.3). O ministério de Paulo era caracterizado por integridade. Impureza tem, freqüentemente, conotações sexuais. Muitos dos falsos mestres do mundo antigo eram, tal como o são os de nossos dias, marcados por uma vida secreta de pecado sexual repulsivo. Paulo não era um enganador ou um impostor. "Engano" é sinônimo de embuste. Ele não estava tentando ganhar pessoas em benefício de si mesmo, como o faziam os falsos mestres. Sua integridade estava vinculada à verdade, algo que ele não podia mudar nem abandonar. 

Em terceiro, Paulo foi comissionado pela vontade de Deus. "Visto que fomos aprovados por Deus, a ponto de nos confiar ele o evangelho, assim falamos" (1 Ts 2.4a). Em outras palavras, ele entendia que sua autoridade viera de Deus, que lhe confiara a mordomia do evangelho. Paulo foi testado e aprovado por Deus (tempo presente, indicando um algo duradouro). Ele disse a Timóteo que ordenasse, ensinasse e repreendesse com toda a autoridade; disse a Tito que não se esquivasse disso. O pregador se caracteriza por sua autoridade quando prega o evangelho. 

Em quarto, Paulo era compelido pela onisciência de Deus. A onisciência de Deus produziu responsabilidade. "Assim falamos, não para que agrademos a homens, e sim a Deus, que prova o nosso coração. A verdade é que nunca usamos de linguagem de bajulação, como sabeis, nem de intuitos gananciosos. Deus disto é testemunha" (2.4b-5). Sob a direta supervisão de Deus (2 Tm 4.1), o ministro que serve ao Senhor prestará contas a Ele, um dia (Hb 13.17). E o que acontecerá naquele tempo futuro de recompensas é determinado pelo irresistível senso de responsabilidade que mantemos dia após dia (1 Cr 28.9; Ap 2.23). 

Talvez você esteja cercado de muitas pessoas às quais presta contas. Mas, se, em seu coração, você perde a batalha da prestação de contas para com Deus, nunca a ganhará na vida diária. A verdadeira batalha é travada no coração e na consciência. 

Em quinto, Paulo era consumido pela glória de Deus (2.6), resultando em humildade. Não buscar a glória dos homens é bastante difícil. Como apóstolo de Cristo e alguém que estivera no céu, Paulo poderia ter exigido muitas honras. No entanto, sendo consumido pela glória de Deus, ele não tinha qualquer interesse em buscar glória dos homens. 

Em sexto, Paulo era compassivo para com o povo de Deus (2.7-12). Uma das percepções do âmago do ministério de Paulo que mais nos enriquece é a simpatia do apóstolo. A mais terna e incansável expressão de amor é a de uma mãe para com seu bebê em amamentação, não há reciprocidade maior, intimidade maior, dependência maior. Se você tiver esse sentimento para com a sua igreja, ela suportará muito. Prive-os disso, e eles lutarão incansavelmente contra você. Em muitos casos, quando você começa a ministrar em uma igreja, tem de amamentá-los. Tem de ser paciente e compassivo, sabendo que o crescimento é um processo lento e, às vezes, doloroso. 

Como pastor, você precisa anelar por que Cristo seja formado plenamente em seu povo. Há necessidade de paciência, ternura e afeição profunda. É uma tarefa interminável, que envolve noite e dia (2.9). 

Paulo concluiu com a analogia de um pai (2.10-12). A parte da mãe é o amor, o cuidado, a ternura, a compaixão; a do pai é a coragem, o caráter moral, o exemplo, a exortação, a instrução. A mãe tem a influência íntima; o pai estabelece o curso a ser seguido, oferece o vigor espiritual e a motivação. Esse é um equilíbrio magnífico. 

Quando a tenacidade, a integridade, a autoridade, a responsabilidade, a humildade e a simpatia são as características do ministério, o fruto descritos nos versículos 13-14 se manifesta. A igreja se torna o que ele deveria ser, uma igreja modelo para a qual outras podem olhar. À medida que somos fiéis em servir da maneira como Paulo exemplificou nesta passagem, nos colocamos numa posição de levar o povo a responder à Palavra de Deus e de conduzir a igreja para que se torna o que ela deveria ser.

 Autor:
John MacArhtur, autor de mais de 150 livros e conferencista internacional, é pastor da Grace Comunity Church, em Sum Valley, Califórnia, desde 1969; é presidente do Master’s College and Seminary e do ministério “Grace to You”; John e sua esposa Patrícia têm quatro filhos e quatorze netos.