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quinta-feira, 10 de novembro de 2022

A Falácia do Purgatório: como surgiu esse dogma católico? | Pb. Solano Portela


Palestra proferida pelo presbítero Solano Portela, da Igreja Presbiteriana do Brasil, membro da Igreja Presbiteriana de Santo Amaro, em São Paulo. Ele é graduado em Ciências Exatas, fez o mestrado no Biblical Theological Seminary (EUA, 1974). Além de suas atividades no campo empresarial, em São Paulo, é escritor, tradutor e conferencista.

terça-feira, 2 de novembro de 2021

Série: A Boa Reforma | 08. 7 Razões para Interpretar o Milênio Espiritualmente - Leandro Lima


Série: A Boa Reforma Instituto | Instituto Reformado de São Paulo
01. O Que Significa Ser Reformado? - Leandro Lima 
02. A Principal Doutrina da Reforma - Leandro Lima 
06. Doutrina da Prosperidade - Leandro Lima 

Temos mais de cinquenta cursos de Teologia Reformada, acesse Instituto Reformado de São Paulo o site e conheça mais sobre nossos cursos e aluno para seu crescimento e edificação da igreja. 

Série: A Boa Reforma | 07. 7 Razões para Não Interpretar o Milênio Literalmente - Leandro Lima


Série: A Boa Reforma Instituto | Instituto Reformado de São Paulo
01. O Que Significa Ser Reformado? - Leandro Lima 
02. A Principal Doutrina da Reforma - Leandro Lima 
06. Doutrina da Prosperidade - Leandro Lima 

Temos mais de cinquenta cursos de Teologia Reformada, acesse Instituto Reformado de São Paulo o site e conheça mais sobre nossos cursos e aluno para seu crescimento e edificação da igreja. 

segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Ceia do Senhor | John Knox

 

Um sumário

de acordo com a Escritura Sagrada

acerca do Sacramento da Ceia do Senhor

por John Knox[1]


Aqui está brevemente declarado, em resumo, conforme as Escrituras, a opinião que como cristãos temos da Ceia do Senhor, chamada o Sacramento do corpo o do sangue de nosso Salvador Jesus Cristo.

Primeiro, confessamos que é um ato santo, ordenado por Deus, no qual o Senhor Jesus, mediante coisas terrenas e visíveis colocadas diante de nós, nos eleva até as coisas celestiais e invisíveis. E, que quando preparou o seu banquete espiritual, testificou que Ele era o pão vivo, com o qual as nossas almas seriam alimentadas para vida eterna.

E, portanto, ao dispor pão e vinho para comer e beber, nos confirma e sela a sua promessa e comunhão, (isto é, que seremos partícipes com ele em seu reino); e que nos representa e adapta aos nossos sentidos os seus dons celestiais; e também nos dá a si mesmo, para ser recebido pela fé, não com a boca, nem ainda pela transformação da substância; senão que, mediante a virtude do Espírito Santo, e que nós sendo alimentados com a sua carne, e restaurados com o seu sangue, sejamos renovados tanto para a verdadeira piedade e como para a imortalidade.

E, também confessamos que aqui o Senhor Jesus nos congrega num único corpo visível, de modo que sejamos membros uns dos outros, e todos sejamos participantes do mesmo corpo, do qual Jesus Cristo é a única Cabeça. E, finalmente, que por este sacramento, o Senhor nos chama a recordar a sua morte e paixão, para estimular em nossos corações o louvor ao seu santíssimo nome.

Ainda, reconhecemos que deste Sacramento se deve aproximar reverentemente, considerando que nele exibe e se concede o testemunho da maravilhosa união e entrelaçamento do Senhor Jesus com os que o recebem; e também, que ali está incluso e contido neste sacramento [um testemunho] de que ele preservará a sua igreja. Pois aqui somos ordenados anunciar a morte do Senhor até que ele venha.

Também cremos que ela é uma confissão, mediante a qual manifestamos que espécie de doutrina professamos; e a que congregação aderimos; e deste modo, que ela é um vínculo de amor mútuo entre nós. 

E finalmente, cremos que todos os que se aproximam desta santa Ceia devem trazer consigo a sua conversão ao Senhor, mediante um não fingido arrependimento em fé; e, neste sacramento receber os selos da confirmação da sua fé; sendo que não devem pensar de forma alguma que em virtude desta obra seus pecados são perdoados.

E a respeito destas palavras Hoc est corpus meum, ou seja, “Este é meu corpo”, das quais os papistas tanto dependem, dizendo que necessitamos crer que o pão e o vinho são transubstanciados no corpo e sangue de Cristo; reconhecemos que esta doutrina não é um artigo de fé pelo qual possamos ser salvos, nem que estejamos obrigados a crer sob pena de condenação eterna. Porque se crermos que seu próprio corpo natural, carne e sangue, estão naturalmente no pão e no vinho, isso não nos salvaria, percebemos que muitos deles creem nisso, e o recebem para a sua própria condenação. Porque não é a sua presença no pão o que pode salvar-nos, senão que a sua presença em nossos corações, mediante a fé em seu sangue, o que lavou nossos pecados e pacificou a ira de seu Pai em relação a nós. E ainda, se não crermos em sua presença corporal no pão e no vinho, isso não nos condenará, mas sim a sua ausência de nossos corações pela incredulidade.

Agora, se objetassem aqui, e ainda que fosse verdade, que a ausência do pão não pudesse condenar-nos, ainda assim estamos obrigados a crer porque a Palavra de Deus que diz, “Este é meu corpo”, e quem não crer, não somente mente como também faz a Deus mentiroso; e, portanto, por termos uma mente obstinada não cremos na sua Palavra, nos tornamos passíveis de condenação. Quanto a isto respondemos que cremos na Palavra de Deus, e confessamos que é verdadeira, mas ela não deve ser entendida como os papistas grosseiramente afirmam. Pois no sacramento recebemos espiritualmente a Jesus Cristo, como fizeram os pais do Antigo Testamento, conforme o que disse S. Paulo. E se os homens pudessem como Cristo, ordenando este santo sacramento de seu corpo e seu sangue, que falou estas palavras sacramentalmente, sem dúvidas nunca as entenderiam tão absurda e tolamente, em oposição a toda Escritura e à exposição de S. Agostinho, S. Jerônimo, Fulgêncio, Vigílio, Orígenes e muitos outros escritores piedosos.


Fontes: Extraído de Kevin Reed, ed., Selected writings of John Knox – public epistles, treatises and expositions to 1559 (Dallas, Presbyterian Heritage Publications, 1995), pp. 66-69.

Traduzido por Rev. Ewerton B. Tokashiki 

Download 


[1] Esta breve declaração é encontrada como um apêndice ao livro Vindication of the Doctrine that the Sacrifice of the Mass is Idolatry escrito por John Knox em 1550. Não se sabe quando ele escreveu este sumário sobre a Ceia do Senhor. Nota do tradutor.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Habitat Humano: O Paraíso Restaurado | Rev. Heber Carlos de Campos

Palestra do Rev. Heber Carlos de Campos
Lançamento do Livro Habitat Humano 4 | O Paraíso Restaurado.

Nesta palestra o Reverendo Heber explana suas ideias sobre a Nova Jerusalém.
Alguns dos pontos abordados pelo Reverendo foram:

  • 1 - A Glória de Deus na Nova Jerusalém. 
  • 2 - A semelhança da Glória de Deus na Nova Jerusalém 
  • 2.1 - A Glória da cidade é vista no ouro da sua construção. 
  • 2.2 - A Glória da cidade é vista na riqueza da sua muralha. 
  • 2.3 - A Glória da cidade é vista na estrutura da sua muralha. 
  • 2.4 - A Glória da cidade é vista nos fundamentos da sua muralha. 
  • 2.5 - A Glória da cidade é vista na riqueza de suas portas. 
  • 2.6 - A Glória da cidade é vista na riqueza de sua praça. 

Evento realizado na Galeria Cultura Bíblica.
Rua Conde de Sarzedas, 22 - Liberdade - São Paulo
www.culturabiblica.com.br

Aula: " Novos céus e nova Terra " | Rev. Dr. Heber Carlos Campos

STBNET 2014 - CAFÉ TEOLÓGICO
Palestrante: Rev. Dr. Heber Campos -
Tema: " Novos céus e nova Terra "
Local: STBNET - Seminário Teológico Batista Nacional Enéas Tognini

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Série: Em busca de algo maior | Pr. Jailson Santos

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Série: Em busca de algo maior

Série de quatro mensagens ministradas durante o retiro de carnaval 2014.

Por: Pr. Jailson Santos

  • Parte 1 - Criados para algo maior, mas buscando satisfação em algo menor.

  • Parte 2 - Uma missão maior

  • Parte 3 - Viver intensamente por algo maior

  • Parte 4 - Algo maior: Novo Céu e nova Terra

Fonte: Igreja Presboteria Aliança Limeira

terça-feira, 1 de abril de 2014

Invencíveis: Cristo e Sua Igreja no Apocalipse - Leandro Lima

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Exposição no Livro de Apocalipse – Rev. Leandro Lima

PlayList com 25 Pregações

  1. Apocalipse 1:1-3 - A Importância de Estudar Apocalipse

  2. Apocalipse 1:4-8 - As Palavras do Deus Triúno Para Sua Igreja

  3. Apocalipse 1:9-20 - A Revelação da Glória, da Misericórdia e do Poder de Jesus

  4. Apocalipse 2 - Sete Exortações à Fé e ao Arrependimento (Parte 1)

  5. Apocalipse 3 - Sete Exortações à Fé e ao Arrependimento (Parte 2)

  6. Apocalipse 4 - Ver o Céu Muda o Modo que Vemos a Terra

  7. Apocalipse 5 - A Coroação do Rei dos Reis e Senhor dos Senhores

  8. Apocalipse 6 - O Cordeiro e Os Sete Selos

  9. Apocalipse 7 - Um Resumo da História de Deus com Seu Povo

  10. Apocalipse 8 e 9 - Esperança em Meio ao Caos (Parte 1)

  11. Apocalipse 9 a 11 - Esperança em Meio ao Caos (Parte 2)

  12. Apocalipse 12 - A Verdadeira Guerra que os Olhos não Veem

  13. Apocalipse 13 - A Marca da Besta e o Desafio da Santidade

  14. Apocalipse 14 - Sete Anúncios aos Vencedores da Besta

  15. Apocalipse 15 e 16 - As Sete Taças da Ira de Deus

  16. Apocalipse 17 - O Terceiro Aliado do Dragão: A Grande Meretriz

  17. Apocalipse 18 e 19 - Sete Cenas da Queda de Babilônia

  18. Apocalipse 19 - Os Dois Banquetes do Fim do Mundo

  19. Apocalipse 20:1-6 - O Milênio (Parte 1)

  20. Apocalipse 20:1-6 - O Milênio (Parte 2)

  21. Apocalipse 20:7-10 - O Fim do Milênio

  22. 25. Apocalipse 22:6-21 - Sete Instruções Finais de Jesus.

  23. 23. Apocalipse 21:1-8 - Novo Céu e Nova Terra (Parte 1)

  24. 23. Apocalipse 21:1-8 - Novo Céu e Nova Terra (Parte 2)

  25. 25. Apocalipse 22:6-21 - Sete Instruções Finais de Jesus

Fonte e Créditos de imagem: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Para onde vão as almas? | Rev. Leandro Lima

ache_tumulo[1]Para onde vão as almas das pessoas que morreram? Ao longo da História várias possibilidades têm sido levantadas.

Classicamente, o cristianismo  tem defendido que, após a morte, enquanto o corpo vai para a sepultura, o espírito vai para o chamado "Estado Intermediário". Esse local diz respeito a onde estão, por um lado, os que foram salvos em Cristo, no caso do céu, e por outro, os que foram condenados por seus pecados, no caso o inferno. Surgiram outras interpretações. Testemunhas de Jeová e Adventistas defendem o chamado "sono da alma", ou seja, que todas as almas, quer de ímpios quer de crentes ficam dormindo até o dia da ressurreição.

Os Católicos sustentam que as almas ficam num local de "purgação", podendo entrar no céu, depois que tiverem feito satisfação por seus pecados. E os Espíritas dizem que é possível até mesmo se comunicar com as almas dos mortos.

O "sono" da alma é defendido por muitos por causa de expressões usadas no Novo Testamento, como por exemplo, o fato de Jesus ter dito que Lázaro dormia, significando que estava morto (Jo 11.11,14; Ver Mt 9.24; At 7.60; 1Co 15.51; 1Ts 4.13-14). Apela-se também para aqueles textos do Antigo Testamento que descrevem a morte como um estado de inatividade (Ver Sl 6.5; 115.17; 146.4; Dn 12.2). Porém, esses textos descrevem o morto apenas do ponto de vista humano. Além do mais, o que está sendo enfatizado nestes textos é o destino do corpo das pessoas e não da alma.

Há suficiente ensino na Escritura, especialmente por causa do Novo Testamento, para que entendamos para onde a alma vai depois da morte. Jesus contou uma parábola (as parábolas são compostas de elementos reais) em que há explicações suficientes sobre o lugar das almas depois da morte (Lc 16.19-31). Lázaro foi para o seio de Abraão e o rico para o inferno. Eles permaneceram num estado consciente, um está no lugar de punição e o outro no lugar de recompensa, e não há possibilidade de saírem de onde estão. Essa parábola elimina tanto a questão do sono da alma quanto do purgatório. Depois da morte as almas dos salvos vão para o paraíso, enquanto que as almas dos perdidos vão para o inferno. Só existem esses dois lugares e quem foi para um deles não pode mais sair. O Espiritismo também leva um golpe decisivo, pois os mortos não são autorizados a voltarem. E finalmente, Jesus deixa bem claro que o anúncio da salvação somente é possível através da Bíblia (Lc 16.31).

Há muitos outros textos que demonstram o estado consciente dos crentes após a morte. Jesus disse ao ladrão que se converteu na cruz: "Hoje estarás comigo no paraíso" (Lc 23.43). Embora os Testemunhas de Jeová tenham até mesmo mudado a tradução desta frase (para: em verdade te digo hoje, estarás comigo no Paraíso), todo o sentido da frase de Jesus depende do "hoje", pois o ladrão pediu que Jesus lembrasse dele no futuro, e Jesus disse que não seria preciso esperar. Outro texto claro, nesse sentido, é o da cena da transfiguração, em que Moisés e Elias foram vistos conversando com Jesus (Mt 17.1-8). Eles não estavam dormindo. Paulo também dizia que o cristão, após a morte estaria imediatamente na presença do Senhor (Fp 1.21-23). Ele disse que ao deixar o corpo, o crente passa a habitar com o Senhor (2Co 5.6-8). E ele sabia do que estava falando, pois esteve pessoalmente no paraíso (2Co 12.4). Há mais dois textos da Escritura que demonstram claramente que as almas dos salvos estão no céu e num estado de consciência diante de Deus. Em Apocalipse 6.9-11, e Apocalipse 7.14-15, João viu as almas dos crentes mortos no céu. Elas estão lá conscientes, descansando e esperando o último dia. Não faz sentido pensar que estivessem dormindo na sepultura.

As almas dos que já morreram estão no céu ou no inferno, e estão lá conscientes. Um dado interessante quanto a isso, é que elas estão nesses dois lugares temporariamente. O estado em que estão as almas depois da morte, seja o céu ou o inferno, é chamado de intermediário porque não corresponde ao local definitivo onde, tanto os salvos quanto os condenados, habitarão eternamente. As almas dos salvos no céu e as almas dos condenados no inferno aguardam pelo último dia, o dia da ressurreição. Naquele dia, de acordo com a Bíblia, todos ressuscitarão (Dn 12.2; Ver 1Co 15.52; 1Ts 4.16). Após a ressurreição os perdidos que estavam no inferno irão para o lago de fogo (Ap 20.15), e os salvos que estavam no céu para o novo céu e a nova terra (Ap 21.1). O motivo é simples: Deus não criou o ser humano para viver sem corpo. Atualmente, tanto no céu como no inferno, as almas estão despidas de seus corpos, o futuro lhes assegura que um dia se reunirão a seus corpos.

Para o crente, a doutrina bíblica do Estado Intermediário é uma grande benção. Ela nos assegura que o crente não precisará ficar dormindo, esperando pelo consolo. Ele não precisará esperar o dia em que o Senhor voltar no seu reino para desfrutar das recompensas, pois já estará naquele mesmo dia no paraíso com o Senhor. Para o perdido, por outro lado, a doutrina do Estado Intermediário é a certeza de que seus pecados não passarão impunes. É a certeza de que a justiça pode parecer demorada, mas não falhará. As pessoas que não querem compromisso com Deus imaginam que o túmulo seja o fim de tudo, mas terão uma surpresa terrível quando perceberem que estavam enganadas. A doutrina do Estado Intermediário demonstra que a salvação é possível apenas nessa vida. Isso demonstra a importância central do evangelho, a necessidade de conhecê-lo plenamente e proclamá-lo urgentemente.

Sobre o autor: Rev. Leandro Antônio de Lima é pastor da Igreja Presbiteriana de Santo Amaro/SP, e membro do conselho editorial do Jornal Brasil Presbiteriano.

***
Fonte:
Jornal Brasil Presbiteriano, edição Maio/2013, pág. 3. – Via:  Bereanos.

Corpo e alma ou corpo alma e espirito? | Ronald Hanko

Fonte: Monergismo

domingo, 29 de dezembro de 2013

Escatologia e o método gramático-histórico | Augustus Nicodemus

Resposta do Rev. Augustus Nicodemus a pergunta sobre o que fazer com sistemas que advogam o método gramático histórico de interpretação, mas chegam a resultados diferentes.

Fonte: Curso Fiel de Liderança

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Sinais do Fim | Leandro Lima

  1. Três Verdades Sobre o Anticristo

  2. O Anticristo: Consumador do Mal ou Instrumento de Deus?

  3. Três Verdades Urgentes para o Fim dos Tempos

    Fonte: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro

    sábado, 25 de maio de 2013

    A Tribulação Vindoura | John MacArthur Jr.

    Por: John MacArthur Jr.

    Baseado em Marcos 13, Daniel e Apocalipse. John MacArthur ensina sobre a Tribulação futura de amplitude mundial que em breve acontecerá na terra, precedendo a 2ª vinda de Jesus Cristo.

    terça-feira, 8 de maio de 2012

    5º Cassicíaco - Conclusão e as Alianças na Visão Dispensacional - Parte 3


    Conclusão e apreciações sobre o 5º Cassicíaco da IBR 
    Sobre a aula de Heber Carlos de Campos Jr. sobre a Teologia Pactual. 
    Visão dispensacional das alianças pelo Pr. Thomas Tronco.


    Aulas [][][]

    segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

    A Nova Aliança e A Grande Comissão | Pr Russell Shedd [3ª de 7]


    Congresso MCB 2011 - 3ª de 7 palestras
    Tema do Congresso: Escatologia - A Nova Aliança a ordem Vão Fazer Discipulos
    Realizado em Carpina-PE
    Preletor: Pr Russell Shedd