segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
Curso: História da Igreja (39 Aulas)
sábado, 16 de março de 2024
(ED) - Os Erros do Romanismo (47) O Vaticano | Lauro Cangussu
- (01) A Tradição Oral | Rev. Ageu Magalhães
- (02) O Monopólio da Interpretação | Rev. Ageu Magalhães
- (03) O A Adulteração dos Dez Mandamentos | Lauro A. Cangussu
- (04) A Proibição da Bíblia | Pb. Eduardo Salerno
- (05) Os Apócrifos | Sem. Thiago Fortunato
- (06) Pedro como o primeiro papa | Rev. Ageu Magalhães
- (07) O Papa como o cabeça da igreja | Gustavo Alves
- (08) A Infalibilidade Papal | Pb. Marcos Serra
- (09) A Confissão Auricular | Rev. Ageu Magalhães
- (10) A ostentação e riqueza do clero | Pb. Eduardo Salerno
- (11) O Ritualismo e o Latim na Missa | Rev Ageu Magalhães
- (12) O Celibato obrigatório dos Padres | Pb. Marcos Serra
- (13) O Culto das Imagens | Eduardo Koscak
- (14) O Uso de Imagens de Jesus | Rev. Ageu Magalhães
- (15) Maria como a "Nova Eva" | Rev Ageu Magalhães
- (16) Velas, Incensos e o princípio normativo do culto | Pb Marcos Serra
- (17) A Imaculada concepção de Maria | Gustavo Alves
- (18) A Falsa mediação dos santos | Pb Eduardo Salerno
- (19) A Virgindade Perpétua de Maria | Eduardo KoskaK
- (20) A santidade de Maria | Gustavo Alves
- (21) Culto aos Santos | Lauro Cangussu
- (22) O vinho na Eucaristia Romana | Pb. Marcos Serra
- (23) A Transubstanciação | Pb Eduardo Salerno
- (24) A Adoração da Hóstia | Sem. Thiago Fortunato
- (25) A oração como penitência | Eduardo Koscak
- (26) A Salvação pelas Obras | Gustavo Alves
- (27) O Purgatório | Lauro Cangussu
- (28) O Sinal da Cruz | Rev. Ageu Magalhães
- (29) As Indulgências | Pb. Marcos Serra
- (30) A Inquisição Romana | Pb. Eduardo Salerno
- (31) A Água Benta | Sem. Thiago Fortunato
- (32) A Missa como Sacrifício | Gustavo Alves
- (33) O Rosário | Lauro Cangussu
- (34) A Mariolatria | Rev. Ageu Magalhães
- (35) Introdução aos Sacramentos - 1ª parte | Pb. Marcos Serra Ribeiro
- (36) Introdução aos Sacramentos - 2ª parte | Pb. Eduardo Salerno
- (37) O Batismo | Rev. Ageu Magalhães
- (38) A Confirmação | Sem. Thiago Fortunato
- (39) A Penitência | Gustavo Alves
- (40) Eucaristia | Eduardo Koscak
- (41) A Unção dos Enfermos | Pb. Eduardo Salerno
- (42) O Sacramento da Ordem | Pb. Marcos Serra
- (43) O matrimônio | Rev. Ageu Magalhães
- (44) As Relíquias | Lauro Cangussu
- (45) Os Votos Monásticos | Rev. Ageu Magalhães
- (46) Os 10 piores papas | Rev. Ageu Magalhães
- (47) O Vaticano | Lauro Cangussu
- (48) O Jejum e a Quaresma | Gustavo Alves
- (49) A Assunção de Maria | Rev. Nelson Ferreira
- (50) A Ave Maria | Thiago Fortunato
- (51) A Missa de Sétimo Dia | Pb. Eduardo Salerno
- (52) A intercessão pelos mortos | Pb. Marcos Serra
- (53) É a Igreja Católica Apostólica Romana cristã? - Parte 1 | Rev. Ageu Magalhães
- (54) É a Igreja Católica Apostólica Romana cristã? - Parte 2 | Rev. Ageu Magalhães
- (55) É a Igreja Católica Apostólica Romana cristã? - Parte 3 | Rev. Ageu Magalhães
- (56) Série: Os Erros do Romanismo | Vários Pregadores (Completa) Estudos em Áudio Spotify
- (57) Série: Os Erros do Romanismo | Vários Pregadores (Completa) Playlist Youtube
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
A Igreja Presbiteriana do Brasil rebatiza católicos? | Ageu Magalhães
Não. A IPB não rebatiza católicos. Na verdade, ela os batiza. Nós entendemos que o primeiro derramar de águas não foi batismo. Veja abaixo a resolução de IPB sobre este assunto:
"... sobre Consulta de “Rebatismo de Católicos Apostólicos Romanos”, a Comissão Executiva do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, CONSIDERANDO QUE:
1) À Luz da história da Igreja Presbiteriana do Brasil, lembramo-nos que no dia 12 de janeiro de 1862, na organização da Primeira Igreja Presbiteriana do Brasil, duas Profissões de Fé ocorreram, conforme registra Ashbel Green Simonton em seu Diário nas datas de 1852- 1867, 14/01/1862 de Henry E. Milfor e Camilo Cardoso de Jesus. O Sr. Milford já fora batizado na infância na Igreja Episcopal, não foi rebatizado. (Atas da Igreja do Rio de Janeiro, 1862, p.5 – A.G. Simonton, Diário, 1852-1867, 14/01/62; Boanerges Ribeiro, Protestantismo e Cultura Brasileira, São Paulo, Casa Editora Presbiteriana, 1981, p.25. O Sr. Camilo Cardoso de Jesus por ser proveniente do Romanismo foi batizado (rebatizado).
2) Rev. Simonton consultou sobre o assunto o Rev. Kalley e a Junta Missionária em New York (Boanerges Ribeiro, Protestantismo e Cultura Brasileira, p.25-26; A.G.Simonton, Diário, 1852-1867, 14/01/62.
3) O batismo (rebatismo) estava em harmonia com a legislação da Igreja Presbiteriana da América, que em 1835, decidira o seguinte: (...) A Igreja Católica Romana apostatou essencialmente a religião de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e, por isso não é reconhecida como igreja cristã” (Assembly Digest, Livro VI, Seção 83,p. 560 (1835), Apud Carl Hahn, História do Culto Protestante no Brasil, São Paulo, ASTE, 1989, p.161).
4) Em 1845, mediante consulta ao Presbitério de Ohio, se o Batismo da Igreja de Roma era válido, decidiu: “A resposta a esta questão envolve princípios vitais para a paz, a pureza e a estabilidade da Igreja de Deus. Após ampla discussão, que se estendeu por diversos dias, a Assembléia decidiu, pela quase unanimidade de votos (173 a favor e 8 contra), que o batismo administrado pela Igreja de Roma não é válido. (Assembly Digest, Livro III Seção 13, p.103 (1845), Apud Carl J. Hahn, História do Culto Protestante no Brasil, p. 162).
5) A decisão do SC-90-150 reflete o mesmo entendimento de Simonton e também da Igreja Presbiteriana na América, nos seguintes termos: “SC-90-150 – Igreja Católica Romana – Quanto ao Doc. 32, do Presbitério de Florianópolis, sobre proposta versando “rebatismo” de pessoas provenientes da Igreja Católica Romana. O SC resolve 1) Considerando que a IPB não tem a prática de rebatismo, mas sim o de batizar àquele que aceita o Senhor Jesus como seu único Salvador. (evidentemente esta decisão não leva em consideração o batismo dos filhos de pais crentes, pois trata exclusivamente de responder ao Presbitério de Florianópolis sobre a proposta que ele faz). 2) Considerando que a Igreja Católica Romana tem a sua posição doutrinária tridentina e crê no batismo como “meio de salvação”, que é antibíblico: RESOLVE: 1) Estranhar a posição teológica do Presbitério proponente. 2) Recomendar a posição da IPB, de que a Igreja Católica Romana não é uma Igreja Evangélica. 3) Recomendar aos conselhos que ao receberem professados cumpram o que estabelece o Art. 12 do Princípio de Liturgia.”.
6) A posição de Calvino no Livro 4, Capítulo 15, parágrafo 16, afirma que a validade do batismo não depende daquele que administra, mas de Deus que instituiu o sacramento. Ele usa este argumento para combater o pensamento dos Donatistas e dos Catapatistas que eram anabatistas (ou rebatizadores). Contudo a principal tese de Calvino neste fato de que o sacramento não vem do ministro, mas de Deus.
7) Nós não “rebatizamos” católicos no sentido anabatista. Nós batizamos católicos. Nós não rebatizamos crentes. Batizamos católicos porque cremos “que o batismo administrado pela Igreja Romana não é válido. Não é portanto, como fundamenta Calvino sua tese, uma questão simplesmente de quem administra o batismo, nem simplesmente as Palavras usadas no batismo, mas é uma questão da eclesiologia daquele que administra tal batismo. O ensino da Igreja Católica sobre o batismo contraria o ensino bíblico do batismo. Esta foi a falha na lógica de Calvino, segundo entendemos, suas palavras, neste caso, contradizem sua eclesiologia. Ele, efetivamente, não cria que a Igreja Católica Apostólica Romana era uma Igreja Cristã. Uma Igreja Cristã se destaca pela pregação e ensino de acordo com a Sola Scriptura, administra os dois sacramentos de acordo com o ensino das Escrituras, e disciplina seus membros de acordo com as Escrituras. A Igreja Católica Apostólica Romana não está sob a autoridade única das Escrituras, seus 7 sacramentos e administração do batismo e da ceia são contrários aos ensinos das Escrituras, e não disciplina seus membros de acordo com as Escrituras. O papa para os Reformadores e nossa Confissão de Fé, “é o anti-cristo”.
8) Foi nestas considerações que a Igreja Presbiteriana na América do Século XIX firmou-se corretamente, reconhecendo que a Igreja Católica Apostólica Romana apostatou essencialmente a religião de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e, por isso não é reconhecida como igreja cristã.
9) POR FIM, E NÃO MENOS IMPORTANTE, o Rev. José Manuel da Conceição, primeiro pastor brasileiro da Igreja Presbiteriana do Brasil, ex-padre romano, foi batizado ao fazer a sua Pública Profissão de Fé, conforme relata Boanerges Ribeiro em seu livro “O Padre Protestante” p. 116, que afirma: (...) ”Realizou-se o culto de costume, com uma nota sensacional:” (destaca o Rev. Boanerges) “Nessa ocasião foi batizado por Blackford o ex-padre Conceição, diante de algumas dezenas de pessoas que se comprimiam na sala. Para o padre foi uma cerimônia impressionante: “Era um belo dia (...) foi para mim um momento solene...” Após o batismo, Simonton, presente a tudo e testemunha dos fatos “pronunciou palavras e Conceição, com linguagem veemente e muito apropriada, explicou ao povo o passo que dera”. (O Padre Protestante, Boanerges Ribeiro, p. 116).
A CE/SC RESOLVE: Responde ao requerente: 1) Que a Igreja Presbiteriana do Brasil batiza conversos e menores sob sua guarda. 2) Que cremos, juntamente com os Reformadores e firmados nas conclusões históricas da igreja da outra América no Século XIX e em decisão solene de 1990, jamais contestada, que a Igreja Católica Apostólica Romana, não é uma Igreja Cristã. É uma igreja apóstata e sua eclesiologia contraria o ensino da Palavra de Deus. 3) Solenemente reafirmamos a decisão do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil (SC-90-150). (CE-SC/IPB-2004 - DOC. XXXVIII)
Fonte: Resitencia Protestante
Por: Ageu Magalhães
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Visão Histórica do Antigo Testamento [Aulas: 3 e 4] | Pr. Thomas Tronco
TBAT - Livro de Gênesis (parte 1)
TBAT - Livro de Gênesis (parte 2)
Teologia Bíblica do Antigo Testamento (TBAT)
Por: Pr. Thomas Tronco
Fonte: Igreja Batista Redenção
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Curso de História da Igreja | Índice dos vídeos e Download do Áudio
Para baixar os arquivos, clique com sobre o link com o botão direito do mouse e escolha a opção "Salvar como..." ou "Salvar link como..."
Introdução - [Vídeo 01]
OS PRIMEIROS 500 ANOS
O Crescimento da Igreja - [Vídeo 02]
As Perseguições - [Vídeo 03]
Os Apologistas - [Vídeo 04]
Ortodoxia e Heresia - [Vídeo 05]
O Cânon, o Credo e os Bispos - parte 1 - [Vídeo 06B 1]
O Cânon, o Credo e os Bispos - parte 2 - [Vídeo 06B 2]
Os Pais da Igreja - [Vídeo 07]
Os Cristãos Primitivos - Parte 1 - [Vídeo 08B 1]
Os Cristãos Primitivos - Parte 2 - [Vídeo 08B 2]
A Igreja no Quarto Século - [Vídeo 09]
Primórdios do Monasticismo - [Vídeo 10]
Donatismo - [Vídeo 11]
O Concílio de Nicéia - [Vídeo 12]
3 Teólogos, 2 Imperadores e 1 Concílio - [Vídeo 13]
Ambrósio, Jerônimo e Crisóstomo - [Vídeo 14]
Agostinho - [Vídeo 15]
O Concílio de Calcedônia - [Vídeo 16]
Linha do Tempo - Primeiros 500 Anos (sem áudio isolado - somente em vídeo) - [Vídeo]
A ALTA IDADE MÉDIA
A Alta Idade Média - Mais 500 Anos - [Vídeo 17]
A Expansão da Igreja Cristã - [Vídeo 18]
Conhecimento e Teologia - [Vídeo 19]
Ortodoxia Oriental - [Vídeo 20]
MAIS 500 ANOS - O TERCEIRO PERÍODO
Mais 500 Anos - o terceiro período - [Vídeo 21]
Monasticismo Medieval - [Vídeo 22]
As Cruzadas - [Vídeo 23]
Os Valdenses - [Vídeo 24]
Teologia Escolástica e Tomás de Aquino - [Vídeo 25]
O Sistema Sacramental(sem áudio - texto em PDF)
Igreja e Estado - [Vídeo 27]
Misticismo e a Devoção Moderna - [Vídeo 28]
Wycliffe, Hus e Savonarola - [Vídeo 29]
O Ocaso da Idade Média - [Vídeo 30]
REFORMA E IGREJA MODERNA
Contexto da Reforma - [Vídeo 31]
Erasmo e os Humanistas - [Vídeo 32]
Martinho Lutero - Parte 1 - [Vídeo 33A]
Martinho Lutero - Parte 2 - Teologia - [Vídeo 33B]
Zwinglio - [Vídeo 34]
Radicais da Reforma - [Vídeo 35]
Calvino - Parte 1 - [Vídeo 36]
Calvino - Parte 2 - Teologia - [Vídeo 36B]
Reforma na Inglaterra - [Vídeo 37]
John Knox e a Reforma na Escócia - [Vídeo 38]
A Reforma Católica Romana - [Vídeo 39]
Resultados da Reforma - [Vídeo 40]
Os Puritanos - [Vídeo 41]
Protestantismo no Novo Mundo - [Vídeo 42]
Iluminismo e Romantismo - [Vídeo 43]
Pietismo - [Vídeo 44]
O Avivamento Evangélico na Grã-Bretanha - [Vídeo 45]
O Grande Despertamento nos Estados Unidos - [Vídeo 46]
Jonathan Edwards - [Vídeo 47]
Segundo Grande Despertamento nos EUA - [Vídeo 48]
Missões no Grande Século - [Vídeo 49]
Cristianismo e Liberalismo - [Vídeo 50]
Protestantismo no Brasil - [Vídeo 51]
Grandes Nomes dos Séculos XX e XXI - [Vídeo 52]
Por: Juliano Heyse
Fonte: Bom Caminho
sábado, 16 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Isaías Lobão - A História da Adoração no Brasil
Quero aqui parabenizar ao "Voltemos Ao Evangelho" & "Cante as Escrituras".
1º Pela Iniciativa, de abrir um trabalho muito esclarecedor sobre os louvores e sua história.
2º Pelos excelentes estudos postados, visando nos colocar em uma posição mais crítica cristã, acerca dos louvores apresentados ao Senhor.
3º Pelos esclarecimentos a cerca dos Hinos antigos e novos. (Pois eu mesmo já vi muitas heresias a cerca de louvores, Até pessoas que colocam os hinários cristãos no mesmo patamar da Bíblia, alegando que eles são os únicos inspirados.
3º Muito Obrigado pela iniciativa sem esquecer-me de mencionar o Pr. Lobão.
Por: Evandro Marinho
By: Provai e Vede
terça-feira, 4 de outubro de 2011
A igreja depois da reforma
Referência: Atos 1:8 - Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra.
2. Zwinglio = Reforma na Suíça, em Zurique
3. Calvino = As Institutas, a reforma em Genebra, o preparo e envio de obreiros.
4. John Knox = A implantação da forma na Escócia.
1.1. Governo puro = Não ingerência do governo na igreja + Não episcopalismo + Participação leiga.
1.2. Liturgia pura = Não liturgia engessada + Não vestimenta papal + Espiritualidade do culto X aspecto formal do culto + Centralidade da pregação
1.3. Doutrina pura = Doutrina calvinista (TULIP) X doutrina arminiana e sinergista.
1.4. Vida pura = Santidade como estilo de vida.
2.1. Princípio regulador puritano = “A glória de Deus” = casavam, trabalhavam, comiam, descansavam, escolhiam profissão, pregavam, criavam filhos, educavam, ganhavam dinheiro, gastavam – tudo para a glória de Deus (corrigir a falta de temor a Deus).
2.2. Soberania na salvação = TULIP (corrigir um evangelho centrado no homem para melhorá-lo, fazê-lo sentir-se bem – Antigo X Novo Evangelho).
2.3. Soberania nos acontecimentos – Providência = (corrigir distorção da teologia da prosperidade) Ter X Ser = Abrão era e tinha; Elias era e não tinha; outros têm, mas não são.
7.1. Ortodoxia e piedade = mente e coração; oração e jejum e estudo profundo.
7.2. Teólogos e homens de oração = Hoje quem se interessa por teologia não ora. Quem ora não se interessa por teologia – Ex. Os membros da Assembléia de Westminster.
7.3. Aceitavam e rejeitavam o mundo = local de serviço a Deus e lugar que pode desviar as pessoas de sua vida espiritual eterna.
7.4. Aspecto ativo e contemplativo = Dedicavam-se à leitura da Palavra, à oração, meditação, mas eram ativos, práticos – casulo pietista (universidades e hospitais).
7.5. Obras humanas e graça de Deis = lei e evangelho + santidade pessoal e ação social.
7.6. Trabalho e lazer = todo trabalho honesto é sagrado + vocação + o valor do trabalho – ensinavam os filhos a trabalhar.
2. Avivamento Inglês = Whitefield + Wesley
3. Avivamento no País de Gales = Daniel Rowland e Howell Harris
4. Avivamento na Nova Inglaterra = Jonathan Edwards e Whitefield
5. Avivamento com Finney e Moody no Século XIX
6. Avivamento com Robert McKeyne na Escócia
7. Avivamento com Evan Roberts século XX país de Gales: China, Coréia, África.
Rev. Hernandes Dias Lopes
domingo, 2 de outubro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
P-Probemas e P-Pespectivas de um P-Protestantismo P-Pau-Brasil
O primeiro protestantismo é o principiante, o primogênito. Primaveril! Parece-me plácido, progressista, platônico e promissor. Produziu profusamente pastores, presbíteros, pregadores e professores. Padeceu perigosamente pelo poder dos padres, pois era protestantismo de persuasão! Porém, prosseguiu, proclamando a Palavra. Para os pesquisadores, pendia para a perspectiva pró-saxônica. Por isso, pasmem! Perdeu a possibilidade de preconizar uma perspectiva protestante pau-brasil. Praticou a perigosa polarização, protelando um protestantismo palpavelmente pentacampeão, um protestantismo perfeitamente pau-brasil. Podemos permanecer perplexos!
Pouco passou para o protestantismo preguiçoso projetar-se. Perfeito protetor do passado, o protestantismo preguiçoso priorizou a preservação do pretérito! Progressista e paleozóico, pôs em prisão a profecia! Pôs-se a prosseguir paulatinamente pelo pavimento pachorrento da postergação. “Podemos praticar posteriormente”, pensavam. Para que pressa? Pianissimamente, premiou os prelúdios e os poslúdios. Preconizou as prerrogativas de uma prepotência possivelmente putrefata! Pouco pôde prevalecer, pois permitiu a pluralização parcimoniosa do protestantismo principiante! Era pouco popular, porém pertencia ao “pequeno povo”. Ponderado, premeditado, predeterminado, parou! Praticamente parou! Parou por que? Petrificou! Petrificou para propalar o paternalismo, preservando o personalismo profundamente presente no povo paubrasil. Pareceu-me parcialmente paranóico, permeado pelo pavor: pavor de prosseguir, pavor de permutar, pavor de prejudicar o passado! Puxa!
O protestantismo posterior é o protestantismo pró-pentecostes! Pôs os preteristas em polvorosa! Passou a possuir o perfil de protestantismo propagador! Pareceu prejudicar os plácidos e praticar a preteritoclastia! Passou a pender para uma perspectiva possivelmente paubrasil. Porém, perseguiu o prazer e profetizou a proibição! Prosseguiu proclamando um protestantismo de Parusia. Passou a pregar pomposamente! Porém, passou a possuir a preferência dos pobres. Pôde pregar e profetizar propriamente para os pobres, os paupérrimos, os piores pervertidos e os pretos preteridos pelos poderosos perversos. Precipitadamente, preferiu o profeta e preteriu perigosamente o professor! Possivelmente por isso, passou a pulverizar.
Pulverizou em partículas pequeninas, precipitando-se num perfil pavorosamente perturbador! Pôs-se a projetar pontífices próprios. Passou a prognosticar, promover prodígios, perseguir principados e potestades. Proporcionou e potencializou plenamente o perfil polimorfo do protestantismo presente. Paralelamente, projetou-se o protestantismo possivelmente pró-proletariado. Propulsionado por perspectivas políticas, pendeu para um posicionamento predominante em parte do planeta que preconizava a polarização “proletariado-poderosos”. Posicionamente que pulula! Pareceu-me prioritariamente político. Passou a preterir o púlpito, e permutou-o pelo palanque. O pastor-pregador preferiu passar-se por político-prometedor. Perderam-se os papéis! Passaram a praticar a parcialidade, pixando os pecados perversos dos povos poderosos, pisoteando os principais da pirâmide do poder. Porém, politicamente predeterminados, passaram a prender a Palavra para poupar os perversos que possivelmente protegiam o proletariado e praticavam os próprios pecados dos poderosos. Pode? Perdidos, passaram a piscar passionalmente para o pensamento pós-cristão, para os profetas das psicologias prevenidas para com a Palavra e para uma pulverização pós-moderna e perdida do próprio pensamento. Perderama perspectiva! Preteriram o porto da partida. Procuram o porto promissor, possivelmente perdidos em perspectivas e prazeres passageiros. Papelão! Que Papelão!
Prometendo progredir, pretendo pensar no perfil do protestantismo posterior, o protestantismo pós-pentecostal. Plenamente pós-moderno, é prenhe de problemas perigosíssimos. É perfeitamente paliativo. Passou a proporcionar aos pobres a perspectiva dos poderosos: a prata pode preencher e é prioridade. É o protestantismo do poder, da prosperidade e da psicose. O pastor-profeta passou a possuir o perfil papagueador-promotor. Passa-se por psicólogo, e péssimo psicólogo! Pulverizados na perscrutação da Palavra, porém perversamente projetados pela pragmática da prata, preferem preterir e pisar as palavras dos principais pensadores do próprio protestantismo. Os pós-pentecostais prescrevem práticas parvas e pueris! Proclamam perspectivas perdidas, pisoteando a precisão do pensar! Preconizam pensamentos paliativos! Parecem predeterminados a promover o perecimento pleno dos próprios pobres. Para os pesquisadores, é pretenso protestantismo! Prostituiu-se! Perdeu-se em promiscuidade! Pobre protestantismo! Pobre protestantismo! É preciso praticar o pranto!
Paremos com o pessimismo, pois o protestantismo é promissor, pujante e prevalecente. Precisamos pensar e praticar passionalmente o protestantismo parelhado com a Palavra. Para podermos prevalecer, precisamos ponderar e prosseguir. A primeira ponderação é a prioridade da Palavra. Pressuposto primordial! Precisamos pesquisar, perquirir e pescrutar a Palavra. Propulsionados pelo perscrutar persistente da Palavra do Pai poderemos perfeitamente prosseguir. Os preceitos da Palavra perfazem o próximo passo. Precisamos praticar os preceitos do Príncipe da Paz. Palavra e Prática prosseguem em par! Por fim, penso que precisamos priorizar a prece. Perscrutar e praticar a palavra prepara o profeta, o pregador, o pastor a proferir palavras para o Pai Perene. Praticar a prece profetiza o prevalecer perpétuo pelo poder do Pai. Palavra, Preceito e Prece. Perfil perpétuo para o povo do Pai Perene e do Príncipe da Paz.
Para sempre permanece a Palavra … (Psalmus 119.89)
Por: Luiz Sayão
Pastor, Professor e Preletor
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Orígenes começa a escrever (C.. 205)
Por: A. Kenneth Curtis
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
O Valor de Aprender História
A pequena carta de Judas nos ensina algo sobre o valor de aprender história. Este não é o ponto principal da carta, mas é um fato impressionante. Neste penúltimo livro da Bíblia, Judas escreve para encorajar os santos a “batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (versículo 3). A carta é um chamado à vigilância em vista de “certos indivíduos [que] se introduziram com dissimulação... homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo” (versículo 4). Judas descreve essas pessoas em termos vívidos. Eles “dizem mal do que não sabem” (versículo 10); são “murmuradores, são descontentes, andando segundo as suas paixões. A sua boca vive propalando grandes arrogâncias; são aduladores dos outros, por motivos interesseiros” (versículo 16). Eles “promovem divisões, [e são] sensuais, que não têm o Espírito” (versículo 19).
Este é uma avaliação devastadora de pessoas que não estão fora da igreja, mas que “se introduziram com dissimulação.” Judas quer que eles sejam reconhecidos pelo que são, de forma que a igreja não seja enganada e arruinada pelos seus falsos ensinos e comportamentos imorais.
Uma de suas estratégias é compará-los a outras pessoas e eventos na história. Por exemplo, ele diz que “Sodoma e Gomorra... havendo-se entregado à prostituição como aqueles, seguindo após outra carne, são postas para exemplo do fogo eterno, sofrendo punição” (versículo 7). Assim, Judas compara aquelas pessoas com Sodoma e Gomorra. Seu ponto ao fazer isto é dizer que Sodoma e Gomorra são postas como “um exemplo” do que acontecerá quando as pessoas vivem como estes intrusos estavam vivendo. Assim, na mente de Judas, conhecer a história de Sodoma e Gomorra é muito útil para ajudar a detectar tal erro e desviá-lo dos santos.
Similarmente, no versículo 11 Judas acumula três outras referências a eventos históricos como comparações com o que está acontecendo em seus dias entre os cristãos. Ele diz: “Ai deles! Porque prosseguiram pelo caminho de Caim, e, movidos de ganância, se precipitaram no erro de Balaão, e pereceram na revolta de Corá”. Isso é impressionante! Por que se referir a três incidentes históricos diferentes como estes, que aconteceram milhares de anos atrás —Gênesis 19 (Sodoma), Gênesis 3 (Caim), Números 22-24 (Balaão), Números 16 (Corá)? Qual é o ponto?
Aqui estão três pontos:
1) Judas assume que os leitores conhecem estas histórias! Isto não é incrível? Era o século primeiro depois de Cristo! Não havia nenhum livro nas casas das pessoas! Nenhuma Bíblia disponível! Nenhuma história em CD! Apenas instrução oral! E ele assume que eles conheceriam tais histórias: Qual é “o caminho de Caim,” “o erro de Balaão” e “a rebelião de Corá?” Você sabe? Isto não é surpreendente? Ele espera que eles conheçam! Isso me faz pensar que os nossos padrões de conhecimento da Bíblia na igreja de hoje são muito baixos.
2) Judas assume que conhecer a história iluminará a situação presente. Os cristãos tratarão com o erro mais eficazmente hoje se eles conhecerem situações similares de antigamente. Em outras palavras, a história é valiosa para o viver cristão. Saber que Caim era invejoso e que além de odiar seu irmão, também se ofendeu com sua comunhão verdadeira com Deus, te alertará para vigiar contra tais coisas mesmo entre irmãos. Saber que Balaão caiu e fez da Palavra de Deus um meio de ganho mundano, te tornará mais capaz de identificar este tipo de coisa. Saber que Corá desprezou a autoridade legítima e ressentiu-se com a liderança de Moisés, te protegerá de gente facciosa que não gosta de ninguém sendo visto como seu líder.
3) Não é claro, então, que Deus ordenou que estes eventos acontecessem e que fossem registrados como história, para que aprendêssemos a partir deles e nos tornássemos mais sábios e perspicazes sobre o presente, por causa de Cristo e de sua igreja? Nunca pare de aprender a partir da história! Adquira algum conhecimento todo dia. Demos aos nossos filhos uma das melhores proteções contra a tolice do futuro, a saber, um conhecimento do passado.
Aprendendo com você, por Cristo e o seu reino,
Pastor: John Piper
Fonte: Desiring God

