segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Jonas e o Crescimento da Igreja | Heber Campos Jr. [5/5]
A última lição evangelística. - Jonas 4:1-11Mensagens: [1ª][2ª][3ª][4ª][5ª]
O estudo de Jonas mostra a preocupação de Deus com o perdido em contraste com a indiferença de seu povo. Qualquer cristão que ama o Senhor verdadeiramente quer ver a Sua igreja crescer, tanto em saúde quanto em números. Mas o custo de crescer na fé e se tornar perseverante é passar por várias provações. Um custo alto, que faz alguns vacilarem quanto ao desejo original e retrocederem na caminhada.
Por: Pr. Heber Campos Jr.
Fonte: Igreja Presbiteriana Aliança Lieira
Jonas e o Crescimento da Igreja | Heber Campos Jr. [4/5]
A segunda chance não está em suas mãos. - Jonas 3:1-10Mensagens: [1ª][2ª][3ª][4ª][5ª]
O estudo de Jonas mostra a preocupação de Deus com o perdido em contraste com a indiferença de seu povo. Qualquer cristão que ama o Senhor verdadeiramente quer ver a Sua igreja crescer, tanto em saúde quanto em números. Mas o custo de crescer na fé e se tornar perseverante é passar por várias provações. Um custo alto, que faz alguns vacilarem quanto ao desejo original e retrocederem na caminhada.
Por: Pr. Heber Campos Jr.
Fonte: Igreja Presbiteriana Aliança Lieira
Jonas e o Crescimento da Igreja | Heber Campos Jr. [1/5]
Um chamado desagradável.- Jonas 1:1-3Mensagens: [1ª][2ª][3ª][4ª][5ª]
O estudo de Jonas mostra a preocupação de Deus com o perdido em contraste com a indiferença de seu povo. Qualquer cristão que ama o Senhor verdadeiramente quer ver a Sua igreja crescer, tanto em saúde quanto em números. Mas o custo de crescer na fé e se tornar perseverante é passar por várias provações. Um custo alto, que faz alguns vacilarem quanto ao desejo original e retrocederem na caminhada.
Por: Pr. Heber Campos Jr.
Fonte: Igreja Presbiteriana Aliança Lieira
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Um dos Segredos da Nossa Vitória | Sillas Campos
Sim, os teus testemunhos são o meu prazer; eles são os meus conselheiros. Salmos 119:24
Introdução:
O atleta amador leva desvantagem sobre o profissional, pois este tem um patrocinador/ condicionador físico/ treinador/ técnico.
Um investidor tem muito mais chances quando orientado pelos profissionais de uma boa corretora, de uma equipe de economistas!
O motorista com mapa ou GPS leva vantagem sobre aquele que não tem acesso a estes recursos.
Da mesma forma, o ser humano que tem a orientação da Palavra de Deus leva vantagem sobre aqueles que se estribam no seu próprio entendimento.
Como é isto na prática? Veja alguns exemplos.
Seu amigo descobre um jeito de ganhar dinheiro fácil. Com um pouquinho só de desonestidade ele vai enriquecer rapidinho. Ele lhe oferece uma oportunidade tentadora! Porém, os conselheiros da Palavra lhe dizem:
Os tesouros de origem desonesta não servem para nada, mas a retidão livra da morte. Provérbios 10:2
É melhor ter pouco com retidão do que muito com injustiça. Provérbios 16:8
Sem querer... você quase atropela um motoqueiro... ele desce da moto e começa a te xingar. Sua reação inicial é contra-atacar, mas imediatamente seus conselheiros trazem ao seu coração os seguintes princípios:
A resposta calma/ branda desvia a fúria, mas a palavra ríspida/ dura desperta a ira. Provérbios 15:1
Nenhuma palavra torpe saia da boca de vocês, mas apenas a que for útil para edificar os outros, conforme a necessidade, para que conceda graça aos que a ouvem. Efésios 4:29
Você está pensando em paquerar... procurar uma esposa ou marido. Ou você está pensando em achar um sócio para expandir os negócios. Logo seus conselheiros deixam claro uma questão crucial:
Não se ponham em jugo desigual com descrentes. Pois o que têm em comum a justiça e a maldade? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas? Que harmonia entre Cristo e Belial? Que há de comum entre o crente e o descrente?
2 Coríntios 6:14-15
Você se sente meio isolado e desprezado socialmente... "as panelas" em sua igreja ou família parecem estar com as tampas fechadas! Sua tendência inicial é protestar e sentir pena de si mesmo. Contudo seus conselheiros lhe mostram um caminho mais excelente:
A ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas, perante todos os homens. Romanos 12:17
Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem. Romanos 12:21
Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas. Mateus 7:12
Seu chefe é chato e mesquinho, por isso seus colegas só levam o trabalho a sério na frente dele, em sua ausência, eles matam o tempo/ trabalham pouco... e incentivam você a fazer o mesmo. Porém, seus conselheiros o lembram dos princípios da ética cristã do trabalho:
Escravos, obedeçam a seus senhores terrenos com respeito e temor, com sinceridade de coração, como a Cristo. Obedeçam-lhes não apenas para agradá-los quando eles os observam, mas como escravos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus. Sirvam aos seus senhores de boa vontade, como ao Senhor, e não aos homens, porque vocês sabem que o Senhor recompensará a cada um pelo bem que praticar, seja escravo, seja livre. Efésios 6:5-8
Você anda meio carente, e uma pessoa bonita e moralmente liberal começa a se engraçar com você. Você se sente tentado, todavia seus conselheiros pulam na sua frente e gritam através da sua consciência:
Os lábios da mulher imoral destilam mel; sua voz é mais suave que o azeite, mas no final é amarga como fel, afiada como uma espada de dois gumes. Os seus pés descem para a morte; os seus passos conduzem diretamente para a sepultura. Ela nem percebe que anda por caminhos tortuosos, e não enxerga a vereda da vida. Agora, então, meu filho, ouça-me; não se desvie das minhas palavras. Fique longe dessa mulher; não se aproxime da porta de sua casa, para que você não entregue aos outros o seu vigor nem a sua vida a algum homem cruel, para que estranhos não se fartem do seu trabalho e outros não se enriqueçam à custa do seu esforço. Provérbios 5:3-10
Uma mulher casada começa insinuar-se para você. Seu colega diz que se fosse com ele, já teria aproveitado a oportunidade. O que fazer? Seus conselheiros não lhe deixam na dúvida!
Fuja da imoralidade sexual! 1 Coríntios 6:18
O homem que comete adultério não tem juízo; todo aquele que assim procede a si mesmo se destrói. Sofrerá ferimentos e vergonha, e a sua humilhação jamais se apagará, pois o ciúme desperta a fúria do marido, que não terá misericórdia quando se vingar. Não aceitará nenhuma compensação; os melhores presentes não o acalmarão. Provérbios 6:32-35
Um irmão com quem você sempre se deu bem, numa determinada questão discorda veementemente da sua opinião, e durante a discussão acaba lhe ofendendo. O que fazer? Seus conselheiros sabem muito bem! E lhe dizem:
A sabedoria do homem lhe dá paciência; sua glória é ignorar as ofensas.
Provérbios 19:11
Sobretudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados. 1 Pedro 4:8
Você assumiu a liderança de um bom projeto, algo que você sabe que agrada a Deus, porém seus liderados e auxiliares não cooperam muito... dão mancadas... a situação fica difícil... e você pensa em desistir! Mas nessa hora, seus conselheiros se aproximam e lhe dizem com amor:
Não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos. Gálatas 6:9
Portanto, meus amados irmãos, mantenham-se firmes, e que nada os abale. Sejam sempre dedicados à obra do Senhor, pois vocês sabem que, no Senhor, o trabalho de vocês não será inútil. 1 Coríntios 15:58
Aqueles que semeiam com lágrimas, com cantos de alegria colherão. Aquele que sai chorando enquanto lança a semente, voltará com cantos de alegria, trazendo os seus feixes. Salmos 126:5-6
Você se descuidou… deu oportunidade para sua carne, caiu em um pecado (naquele que você jamais pensou que cairia). Envergonhado e desmoralizado, você escuta a voz do Inimigo dizendo: "Agora você é um dos nossos!" Porém, seus conselheiros se levantam e trazem a sua mente versos do tipo:
Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e abandona encontra misericórdia. Provérbios 28:13
"Venham, vamos refletir juntos", diz o Senhor. "Embora os seus pecados sejam vermelhos como escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; embora sejam rubros como púrpura, como a lã se tornarão. Isaías 1:18
"Que o ímpio abandone seu caminho, e o homem mau, os seus pensamentos. Volte-se ele para o Senhor, que terá misericórdia dele; volte-se para o nosso Deus, pois ele perdoará de bom grado." Isaías 55:7
"Os sacrifícios que agradam a Deus são um espírito quebrantado; um coração quebrantado e contrito, ó Deus, não desprezarás." Salmos 51:17
"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça." I João 1:9
Dessa forma, a Palavra de Deus vai nos aconselhando, livrando, protegendo e abençoando! Isto é um dos segredos da nossa vitória.
Por isso, o cristão não cai facilmente nas ciladas do Diabo, nos atalhos ilusórios do pecado, nas "roubadas" da sua própria carne.
Por isso, diariamente, vale a pena ler, meditar e estudar a sua bíblia.
Por isso, semanalmente, vale a pena participar da escola bíblica dominical ou do grupo de estudo bíblico.
Por isso, o Salmista disse:
Sim, os teus testemunhos são o meu prazer; eles são os meus conselheiros. Salmos 119:24
Por: Pr. Silas Campos
Fonte: Editora Fiel
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.
domingo, 16 de junho de 2013
A Soberania de Deus: Uma Doutrina Prática e Preciosa | John Piper
Usufruindo da soberania de Deus na vida de George Müller
Um dos grandes deleites de ministrar em uma igreja durante vinte anos é que você pode ver as pessoas atravessarem as épocas obscuras da vida, dependendo da bondade soberana de Deus e chegando ao outro lado com fé e gozo inabaláveis. A soberania de Deus é uma doutrina muito preciosa. É o caule vigoroso da árvore que impede que a nossa vida seja abalada pelos ventos da adversidade. É a rocha que se ergue para nós em meio ao dilúvio de incerteza e confusão. É o olho do furacão no qual permanecemos firmes com Deus, olhando para o céu azul de sua maestria, quando tudo está sendo destruído. Conheço um hino que diz: “Quando tudo ao redor de minha alma desaparece”, isto é a minha esperança e firmeza.
A palavra “soberania”, tal como a palavra “trindade”, não ocorre na Bíblia. Estou usando-a para referir a esta verdade: Deus está no controle do mundo, desde o conflito internacional mais amplo até à queda de um pequeno pássaro na floresta. Eis como a Bíblia apresenta a soberania de Deus: “Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro, eu sou Deus, e não há outro semelhante a mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade” (Isaías 46.9-10). “E, segundo a sua vontade, ele [Deus] opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?” (Daniel 4.35) “Não se vendem dois pardais por um asse? E nenhum deles cairá em terra sem o consentimento de vosso Pai” (Mateus 10.29) “O que ele deseja, isso fará. Pois ele cumprirá o que está ordenado a meu respeito e muitas coisas como estas ainda tem consigo” (Jó 23.13-14). “No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada” (Salmos 115.3). “Aquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade” (Efésios 1.11). “Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão” (Romanos 9.15). “Devíeis dizer: Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo” (Tiago 4.15).
Uma das razões por que esta doutrina é tão preciosa para os crentes é o fato de sabermos que o grande desejo de Deus é mostrar misericórdia e bondade para aqueles que confiam nEle. “Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim. Alegrar-me-ei por causa deles e lhes farei bem... de todo o meu coração e de toda a minha alma” (Jeremias 32.40-41). A soberania de Deus significa que o desígnio dEle a nosso respeito não pode ser frustrado. Nada, absolutamente nada, acontecerá àqueles que Deus ama e que são chamados segundo o seu propósito, exceto o que lhes for profundo e altamente bom. (Romanos 8.28; Salmos 84.11).
Por isso, a misericórdia e a bondade de Deus são os dois pilares de minha vida. São a esperança de meu futuro, a energia de meu serviço, o centro de minha teologia, o vínculo de meu casamento, o melhor remédio para todas as minhas enfermidades, o fortificante de todos os meus desen corajamentos. E, quando eu morrer (em breve ou não), essas duas verdades estarão à minha cabeceira e, com mãos infinitamente fortes e carinhosas, me erguerão à presença de Deus.
George Müller tem sido admirado por cento e cinqüenta anos como um grande homem de fé, por causa das obras que realizou, especialmente os orfanatos em Londres. Nem todos sabem que ele viveu de um modo maravilhoso, em completa dependência da preciosa verdade da soberania de Deus. Quando faleceu a sua esposa, com a qual estava casado havia trinta e nove anos, Müller pregou o sermão do funeral com base no texto de Salmos 119.68: “Tu és bom e fazes o bem”. Ele conta como orou quando descobriu que ela estava com febre reumática:
Sim, meu Pai celestial, os dias de minha querida esposa estão em tuas mãos. Tu farás o que é melhor para ela e para mim, quer seja a vida, quer seja a morte. Se quiseres, restaura a saúde de minha preciosa esposa. Tu és capaz de fazer isso, embora ela esteja tão doente. Mas o que fizeres comigo somente me ajudará a continuar a ser perfeitamente satisfeito com tua santa vontade (Autobiography of George Müller, London: J. Nisbet and Co., 1906, p. 442).
A vontade de Deus foi levá-la. Portanto, com grande confiança na soberana misericórdia de Deus, Müller disse:
Eu aceito. Estou satisfeito com a vontade de meu Pai celestial. Busco perfeita submissão à sua vontade santa, para glorificá-Lo. Honro constantemente Aquele que me afligiu... Sem qualquer esforço, minha alma se regozija na felicidade da amada que partiu. A felicidade dela me dá regozijo... Deus mesmo o fez; estou satisfeito com Ele (Autobiography, p. 444, 440).
Isto expressa a preciosidade da doutrina da soberania de Deus.
© Desiring God | Satisfação em Deus
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sábado, 20 de abril de 2013
Aflição Cristã | Rev. M. Fintelman
“A correção do Senhor” – Hebreus 12:5
Desde a queda no Paraíso, a humanidade tem vivido numa terra de sofrimentos. Devido ao pecado deliberado, Adão e sua posteridade devem ganhar o pão com suor numa terra que brota espinhos e abrolhos. Aflição é uma coisa acerca da qual todos sabemos, quer sejamos uma criança com um braço machucado, um adolescente com o coração partido ou um adulto se perguntando o que ganharemos com nossa próxima crise. Em Hebreus 12 Paulo exorta os cristãos hebreus com respeito às aflições.
Um Marca de Filiação
O sofrimento é uma experiência comum de todos. Nem os salvos e nem os não-salvos estão isentos, mas à igreja de Deus é prometido, de uma forma única, o experimentar aflições. Cristo disse: “No mundo tereis tribulação” (João 16:33). Carregar a cruz é um emblema do discipulado cristão.
Cristo carregou uma cruz durante toda Sua vida na terra, e assim também Seus seguidores devem ser. Portanto, não devemos ficar envergonhados deste emblema familiar, porque ele é um emblema de filiação. “Porque o Senhor corrige ao que ama, e açoita a todo o que recebe por filho” (Hebreus 12:6). Durante períodos de aflição, nós frequentemente, de uma maneira errônea, ficamos envergonhados de estarmos sofrendo, e com sorrisos gelados procuramos esconder o fato de que estamos experimentando variados graus de aflição.
O Uso que o Senhor Faz das Aflições
O Senhor freqüentemente usa a aflição para nos disciplinar. Em Hebreus 12:5-11 “correção” também pode ser traduzida por “disciplina”. Através da aflição o Senhor disciplina, ou guia, e nos ensina.
Esta disciplina tem diferentes aspectos. É uma disciplina de amor. É de um Pai amoroso. Portanto, não há nenhum sofrimento inútil. É uma disciplina de sabedoria – Ele sabe o que necessitamos. É uma disciplina de fidelidade. Salomão escreveu, “féis são as feridas feitas pelo amigo” (Provérbios 27:6). É uma disciplina de poder – Aquele que a administra é todo-poderoso. Ninguém pode frustrar o plano de Deus. Em todas as tempestades com as quais nos deparamos, Ele anda sob as águas.
Lições a partir das Aflições
A aflição é cheia de lições graciosas. Ele nos lembra através delas: “Não ameis o mundo, nem as coisas do mundo” (1 João 2:15). Ele nos ensina: “Acautelai-vos e guardai-vos de toda espécie de cobiça” (Lucas 12:15).
Algumas vezes o Senhor usa as aflições para nos mostrar o que realmente se encontra em nossos corações, como Ele fez com os israelitas.
“E te lembrarás de todo o caminho pelo qual o Senhor teu Deus tem te conduzido durante estes quarenta anos no deserto, a fim de te humilhar e te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias ou não os seus mandamentos. Sim, ele te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que nem tu nem teus pais conhecíeis; para te dar a entender que o homem não vive só de pão, mas de tudo o que sai da boca do Senhor, disso vive o homem. Não se envelheceram as tuas vestes sobre ti, nem se inchou o teu pé, nestes quarenta anos. Saberás, pois, no teu coração que, como um homem corrige a seu filho, assim te corrige o Senhor teu Deus” (Deuteronômio 8:2-5).
Há também consolação e conforto na aflição. Cristo chora conosco – Ele não é um Senhor estóico, insensível, mas um Sumo Sacerdote misericordioso, que sente a dor do Seu povo. Ele é tocado não somente com os fatos, mas também com os sentimentos das nossas fraquezas (Hebreus 4:15). Assim também, todas as coisas cooperam para o nosso bem, mesmo quando elas parecem más (Romanos 8:28). O sofrimento também purifica. “Provando-me ele, sairei como o ouro” (Jó 23:10). E tudo é feito em amor. “Eu repreendo e castigo a todos quantos amo” (Apocalipse 3:19). Freqüentemente demais, quando experimentamos aflição, pensamos que Deus deve estar irado. Uma demonstração maior de Sua ira seria permitir que os pecadores continuassem em seus pecados sem controle. Sofrimento é também uma coisa passageira. Em 1 Pedro 1:6 somos informados que “por um pouco de tempo” estamos “contristados por várias provações”. Há um dia vindouro para a igreja de Cristo quando este tempo será passado e a glória será a sua eterna porção. Quando contemplarmos a aflição desta forma, não haverá espanto.
John Trapp pôde escrever, “quem está cavalgando para sua própria coroação, não se incomodará muito com um pouco de chuva”.
O sofrimento é uma oportunidade que não deve ser desperdiçada. Aprendemos tão pouco porque simplesmente suportamos, ao invés de usarmos a aflição. A aflição produz “um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela” (Hebreus 12:11). Pela graça de Deus nós podemos ser exercitados e usarmos a aflição como um período especial de oração.
Não devemos nos afastar em indiferente falta de oração, mas devemos nos voltar para o Senhor, que nos mostra misericórdia quando oramos (Salmos 86:5). Devemos ser exercitados em fé, descansando nas promessas de Deus e orando para que possamos experimentar o cumprimento delas em nossas vidas também. Finalmente, devemos usar diligentemente os meios de graça. Quando atravessamos dificuldades, tendemos a nos “fechar” e a apiedarmos de nós mesmos diante dos nossos problemas, mas isto nunca ajudou em prover solução.
Portanto, não somente suportemos as aflições, mas antes, usemo-las como uma oportunidade para nos voltarmos para Deus, suplicando-Lhe que nos faça mais semelhantes ao Seu Filho.
Sobre o autor: O Rev. M. Fintelman é pastor da Heritage Reformed Church de Plymouth, Wisconsin.
Fonte: Monergismo.com
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Pecado original? John Piper
"A doutrina bíblica do pecado original se resume nisto (emprestado de Agostinho): Somos livres para fazer o que gostamos, mas não somos livres para gostar do que deveríamos gostar. “Pela desobediência de um só homem [Adão], muitos se tornaram pecadores” (Rom 5.19). Esta é a nossa condição. E sabemos, com base em nosso próprio coração e nas Escrituras, que somos responsáveis pela corrupção de nosso “querer”. De fato, quanto melhores nos tornamos, tanto mais nos envergonhamos de sermos maus, e não apenas de fazermos o mal.
Como disse N. P. Williams:
“O homem comum pode sentir-se envergonhado de praticar o que é errado, mas o santo, capacitado com o aprimoramento superior de uma sensibilidade moral e poderes perspicazes de introspecção, se envergonha de ser o tipo de pessoa que está sujeito a praticar o que é errado”.
A obra soberana e espontânea de Deus em mudar o coração é a nossa única esperança. Portanto, temos de pedir-Lhe um novo coração. Temos de orar para que Ele nos dê o “querer” — “Inclina-me o coração aos teus testemunhos e não à cobiça” (Salmos 119.36). “Alegra a alma do teu servo, porque a ti, Senhor, elevo a minha alma” (Salmos 86.4).
Deus prometeu fazer isto: “Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos” (Ezequiel 36.27). Isto é a nova aliança comprada com o sangue de Jesus (ver Hebreus 8.8-13; 9.15). “Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hebreus 4.16)."
John Piper
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Uma Teologia Resumida Sobre a Oração | John Piper
Abaixo estão cinco afirmações de John Piper como uma teologia resumida sobre a oração. Um pressuposto por trás dessas afirmações é que ao conhecer mais do propósito de Deus aprofudaremos nosso compromisso em orar e isso nos ajudará a glorificar a Deus por Ele fazer o que faz.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
João Calvino: Quatro regras da oração | Joel Beeke
Para Calvino, a oração não podia ser realizada sem disciplina. Ele escreveu: “Se não fixamos certas horas do dia para a oração, ela escapará “. Ele prescreveu varias regras para orientar os crentes a oferecerem oração fervorosa e eficaz.
1. A primeira regra é um senso sincero de reverência.
Na oração, precisamos estar “dispostos de coração e mente, como convém àqueles que entram em conversa com Deus”. Nossas orações devem brotar do “fundo de nosso coração”. Calvino recomendava uma mente e um coração disciplinados, afirmando: “As únicas pessoas que se preparam devida e apropriadamente para orar são aquelas que são movidas de tal maneira pela majestade que, livres dos cuidados e afeições terrenos, se aproximam da oração”.
2. Segunda regra é um senso sincero de necessidade e arrependimento.
Temos de “orar com um senso sincero de carência e arrependimento”, mantendo “a disposição de um pedinte”. Calvino não estava dizendo que os crentes devem orar em favor de cada capricho que surge em seu coração, e sim que devem penitentemente, de acordo com a vontade de Deus, tendo em foco sua glória e anelando resposta, “com afeição sincera, e, ao mesmo tempo, desejando obtê-la de Deus”.
3. Terceira regra é um senso sincero de humildade e confiança em Deus.
A verdadeira oração exige que “abandonemos toda confiança em nós mesmos e supliquemos humildemente o perdão”, confiando somente na misericórdia de Deus para recebemos bênçãos espirituais e temporais, lembrando sempre que a menor gota de fé é mais poderosa do que a incredulidade. Qualquer outra maneira de nos aproximarmos de Deus promoverá o orgulho, que será letal. “Se reivindicarmos algo para nós mesmo, por mínimo que seja”, estaremos em perigo de destruir a nós mesmo na presença de Deus.
4. A regra final é ter um senso sincero de esperança confiante.
A confiança de que nossas orações serão respondidas não surge de nós mesmos, mas do Espírito Santo agindo em nós. Na vida dos crentes, a fé e a esperança vencem o temor, para que sejamos capazes de pedir “com fé, em nada duvidando” (Tg 1.6). Isso significa que a verdadeira oração é confiante na resposta, por causa de Cristo e do pacto, “pois o sangue de nosso Senhor Jesus Cristo sela o pacto que Deus estabeleceu conosco”. Assim, os crentes se aproximam de Deus com ousadia e entusiasmo porque essa “confiança é necessária à verdadeira invocação... que se trona a chave que abre a porta do reino dos céus”.
Opressivas? Inatingíveis?
Essas regras talvez pareçam opressivas – até inatingíveis – em face de um Deus santo e onisciente. Calvino reconheceu que nossas orações estão repletas de fraqueza de imperfeição. Ele escreveu: “Ninguém jamais cumpriu esse dever com a retidão que lhe era devida”. Mas Deus tolera “até o nosso gaguejo e perdoa a nossa ignorância”, permitido que ganhemos familiaridade com Ele, em oração, embora esta seja pronunciada de “forma balbuciante”. Em resumo, nunca nos sentiremos como pedintes dignos. Nossa inconsistente vida de oração é freqüentemente atacada por dúvidas, mas essas lutas mostram nossa necessidade contínua da oração como uma “elevação do espírito” e nos impele sempre a Jesus Cristo, que “transformará o trono da glória terrível em trono da graça”. Calvino concluiu que “Cristo é o único caminho e o único acesso pelo qual temos permissão de ir a Deus”.
João Calvino: 4 regras da oração - Joel Beeke
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
A Misericórdia de Deus Para um Mundo em Desequilíbrio | Leonardo Sahium
1ª Mensagem
A Misericórdia de Deus Para um Mundo em Desequilíbrio
Leonardo Sahium
Alicerces da fé cristã - O que me torna um cristão?
Ano: 2012
28ª Edição da Conferência Fiel para Pastores e Líderes - Brasil
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Perdão, a cura para os relacionamentos feridos | Hernandes Dias Lopes
O perdão é o melhor remédio para a saúde emocional. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente, a alforria do coração, a cura das emoções. Perdoar é lembrar sem sentir dor. Perdoar é zerar a conta e não cobrar mais a dívida. O perdão é ato de misericórdia e manifestação da graça. O perdão é absolutamente necessário.
Mas, o perdão traz cura completa para o corpo e felicidade plena para a alma.