domingo, 14 de agosto de 2022
Ateísmo | Augustus Nicodemus (2022)
sábado, 4 de setembro de 2021
Teologia Relacional: um novo deus no mercado | Rev. Augustus Nicodemus Lopes
As ondas gigantes que provocaram a tremenda catástrofe na Ásia no final de dezembro de 2004 afetaram também os arraiais evangélicos, levantando perguntas acerca de Deus, seu caráter, seu poder, seu conhecimento, seus sentimentos e seu relacionamento com o mundo e as pessoas diante de tragédias como aquela.
Dentre as diferentes respostas a essas perguntas, uma chama a atenção pela ousadia de suas afirmações: Deus sofreu muito com a tragédia e certamente não a havia determinado ou previsto; ele simplesmente não pôde evitá-la, pois Deus não conhece o futuro, não controla ou guia a história, e não tem poder para fazer aquilo que gostaria. Esta é a concepção de Deus defendida por um movimento teológico conhecido como teologia relacional, ou ainda, teísmo aberto ou teologia da abertura de Deus.
A teologia relacional, como movimento, teve início em décadas recentes, embora seus conceitos sejam bem antigos. Ela ganhou popularidade por meio de escritores norte-americanos como Greg Boyd, John Sanders e Clark Pinnock. No Brasil, estas ideias têm sido assimiladas e difundidas por alguns líderes evangélicos, às vezes de forma aberta e explícita.
Ao declarar que o atributo mais importante de Deus é o amor, a teologia relacional perde o equilíbrio entre as qualidades de Deus apresentadas na Bíblia, dentre as quais o amor é apenas uma delas. Ao dizer que Deus ignora o futuro, é vulnerável e mutável, deixa sem explicação adequada dezenas de passagens bíblicas que falam da soberania, do senhorio, da onipotência e da onisciência de Deus (Is 46.10a; Jó 28; Jó 42.2; Sl 90; Sl 139; Rm 8.29; Ef 1; Tg 1.17; Ml 3.6; Gn 17.1 etc).
Ao dizer que Deus não sabia qual a decisão de Adão e Eva no Éden, e que mesmo assim arriscou-se em criá-los com livre arbítrio, a teologia relacional o transforma num ser irresponsável. Ao falar do homem como co-construtor de Deus de um futuro que inexiste, a teologia relacional esquece tudo o que a Bíblia ensina sobre a queda e a corrupção do homem. Ao fim, parece-nos que na tentativa extrema de resguardar a plena liberdade do arbítrio humano, a teologia relacional está disposta a sacrificar a divindade de Deus.
Ao limitar sua soberania e seu pleno conhecimento, entroniza o homem livre, todo-poderoso, no trono do universo, e desta forma, deixa-nos o desespero como única alternativa diante das tragédias e catástrofes deste mundo e o ceticismo como única atitude diante da realidade do mal no universo, roubando-nos o final feliz prometido na Bíblia. Pois, afinal, poderá este Deus ignorante, fraco, mutável, vulnerável e limitado cumprir tudo o que prometeu?
A TEOLOGIA RELACIONAL: SUAS CONEXÕES COM O TEÍSMO ABERTO E IMPLICAÇÕES PARA A IGREJA CONTEMPORÂNEA
Por Valdeci da Silva Santos (Clique no Link Abaixo)
Revista Fides Reformata
sexta-feira, 26 de junho de 2020
Ídolos do Coração e a Feira das Vaidades | Ewerton B. Tokashiki
terça-feira, 28 de outubro de 2014
A incompatiblidade da Fé Cristã com o Marxismo | Ewerton B. Tokashiki
A fé cristã e marxismo são duas cosmovisões incompatíveis. Isto significa reconhecer que são ideologias rivais quanto a Deus, a natureza do homem, a religião e a ética. As duas perspectivas são contrárias em sua concepção da realidade.
Por: Rev. Ewerton B. Tokashiki
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Críticas ao Artigo “ Deus e o jardim das delícias” | Gaspar de Sousa
O Jornalista Hélio Schwartsman, do Folha Online, escreveu um artigo: "Deus e o Jardim das Delícias". Li e, sinceramente, não passa de afirmações tautológicas e antiteístas. O leitor Marcos Dourado forneceu uma excelente resposta, por e-mail, ao articulista militante. A resposta encontra-se no site Criacionismo Segue, numa boa exposição dos achados de Hélio. As notas no fim do artigo foram postas por mim.
Caro Hélio,
Em sua última coluna na Folha, “Deus e o Jardim das Delícias”, você se declarou um “ímpio contumaz”. Data venia, prezado. Contumaz, talvez; ímpio, nem por brincadeira. Você obviamente aplicou contra si um juízo apocalíptico – acredito que por galhofa, a julgar pelo encômio moral que você se dedicou há alguns anos. Hélio, não se superestime. É preciso muito suor, muita hora-extra – em suma, um esforço literalmente dos diabos para se atingir o status da impiedade. Por algumas de suas colunas na Pensata, você, quando muito, mereceria do seu provável ascendente, o rei Davi, a pecha de néscio ("Diz o néscio no seu coração: Não há Deus. Os homens têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras; não há quem faça o bem." Salmo 14:1).
Mas eu falava de esforços. O ímpio é, antes de tudo, diligente. Abnegado. Não sabe o que é desídia, ao menos a desídia intelectual. Logo, para juntar-se ao conselho dos ímpios, você deveria demonstrar essa diligência ímpia ao longo de seus textos. Parece-me que tal não ocorre. Permita-me desenvolver o raciocínio.
Em tempos idos, mais precisamente 11/1/2007, você escreveu o artigo “Santa Ilusão” a respeito do livro Deus, Um Delírio, de Richard Dawkins. À época, não me dispus a ler o “delicioso libelo”, como então você o definiu. Apeteceu-me mais o breve, elegante e bem conduzido Deus Existe, que conta a decisão aristotélica do filósofo Antony Flew de abraçar o teísmo após setenta anos de ateísmo. Por que “aristotélica”? Porque Flew, desde a adolescência, se dispôs
a seguir o argumento até aonde ele o levasse. E o livro é umroad movie desse trajeto.
Contudo, mesmo não conseguindo Dawkins me induzir à copromancia[1] (falar nisso, por onde andará o Paulo Betti?), ainda assim confiei em seu juízo quando você se dispôs a resenhar o fecaloma editorial do renomado zoólogo. Ao menos quanto à pertinência da argumentação do bufo sacrílego, julguei que você a dissecaria segundo seus critérios de filósofo. Daí, por decorrência, imaginei que, malgrado as grosserias levianas do autor, haveria algum mérito lógico nas ideias ali defendidas. Ledo e ivo engano. Hoje pela manhã me repassaram um vídeo em que o filósofo, teólogo e historiador do Novo Testamento, William Lane Craig[2], disseca o argumento considerado central pelo próprio Dawkins em seu “delicioso libelo”. Repasso-o, meio que de memória.
Para começar, a edição brasileira do Delírio, sem querer, comete uma graça: o argumento central do livro começa à página 1-7-1.
Craig argumenta que se o cerne do livro de Dawkins falhar, como aquele mesmo propôs, suas conclusões a respeito da inexistência de Deus se esfacelam.
Citemos as palavras do livro:
- 1) Um dos grandes desafios para o intelecto humano, ao longo dos séculos, vem sendo explicar de onde vem a aparência complexa e improvável de design no Universo.
- 2) A tentação natural é atribuir a aparência de design a um design verdadeiro.
- 3) A tentação é falsa, porque a hipótese de que haja um propósito suscita imediatamente o problema maior sobre quem projetou o projetista.
- 4) O guindaste mais engenhoso e poderoso descoberto até agora é a evolução darwiniana, pela seleção natural.
- 5) Não temos ainda um guindaste equivalente para a Física.
- 6) Não devemos perder a esperança de que surja um guindaste melhor na Física, algo tão poderoso quanto o darwinismo é para a Biologia.
Conclusão: "Deus, quase com certeza, não existe."
Salta aos olhos que a conclusão brota do vento. Qual theo ex-machina, ela desce de paraquedas; não resulta de nenhuma das seis premissas anteriores. Não é preciso ser um estudante de filosofia para perceber que se trata de uma falácia non sequitur (ou como você bem traduziu uma vez: besteira da grossa).
Falácia permanece falácia mesmo quando todas as suas premissas se mostram verdadeiras. Elas são? Vejamos.
Poderíamos, sob a batuta de Quine, apelar para a generosidade (embora quando se trate de Dawkins eu ache melhor pautar-me por Goya – aquele que pintou um quadro de nome “o sono da razão gera monstros”). Nesse caso, diríamos não se tratar de premissas mas de um conjunto de afirmações cuja consecução um tanto saltitante resultaria na conclusão da inexistência de Deus.
Pergunta a um filósofo: “Existe alguma regra lógica que permita, de maneira válida, chegar à conclusão de Dawkins partindo de suas seis 'afirmações'?”
Parece que nem blindada pela caridade a conclusão se sustenta. No máximo, considerando-se verdadeiras cada uma das seis afirmações, não se poderia afirmar a existência divina com base no “aparente” design do Universo. Daí a negá-la resulta que o eminente queniano atolou-se até o pescoço no monturo de seus preconceitos.
Melhor, a “aparente” complexidade do Universo não confirma a existência de Deus – mas também não a inviabiliza. Na verdade, essa “suposta” impressão de design mais apoia que desmente a existência de Deus. O crente pode, a partir dela, crer justificadamente em Deus – ainda que dispense argumentos cosmológicos, ontológicos, morais ou, por que não, desconsidere qualquer argumento. Ele pode basear-se talvez em experiências religiosas estritamente pessoais. Até mesmo, quem sabe, na própria Revelação Divina. Não seria incoerente; um dos pilares cristãos vem justamente de a fé ser um dom divino, imprescindível para o perdão dos pecados e a salvação da alma.
Portanto, a rejeição para o argumento do design para a existência de Deus de modo algum implica que Ele não exista. Nem sequer invalida essa crença. Muitos dos cristãos que conheço rejeitam diversos argumentos em favor da existência de Deus (alguns rejeitam até o design) e isso não faz com que levem a sério o ateísmo ou o agnosticismo.
Voltando aos seis passos de Dawkins, percebe-se que alguns deles são flagrantemente falsos:
Passos ou premissas 5 e 6:
Neles, Dawkins se refere ao improvável, quiçá miraculoso, ajuste fino para que as condições iniciais do Universo viessem a propiciar o surgimento e desenvolvimento da vida. Tais condições são tão complexas e de tal forma excludentes a alternativas que muitos cientistas se assombram a ponto de chamarem-nas de “sintonia fina do Universo para a vida”.
Pois não é que Dawkins admite justamente isso no argumento 6? Não há equivalente à Teoria da Evolução para explicar essa sintonia. Logo, mesmo se o neodarwinismo fosse bem sucedido (e não é) para explicar a origem da vida mais a sua complexidade em planos estanques de reinos, filos, classes e ordens, não há teoria que explique o improbabilíssimo emaranhado de combinações pró-vida decorrentes do tal Big Bang.
Desse modo, o famigerado livro de Richard Dawkins, tão incensado, tão badalado, possui em seu miolo um buraco impossível de ser preenchido apenas com entulhos falaciosos.
Para cobrir tal lacuna, ele recorre ao velho tapa-buracos do otimismo: “Não devemos perder a esperança de que surja um guindaste melhor na Física, algo tão poderoso quanto o darwinismo é para a Biologia.” Obliquamente, o evangelho dawkinsiano sequestra uma metáfora de Richard Goldschmidt: “Eis que o monstro esperançoso se fez cãs e foi esvoaçá-las no campus de Oxford.”
Mas há como o nosso etólogo travesso se superar. Tomemos o passo 3 de seu argumento:
“A tentação é falsa, porque a hipótese de que haja um propósito suscita imediatamente o problema maior sobre quem projetou o projetista.”
Quer dizer: não há justificativa para inferir design a partir da complexidade do Universo porque o problema seria apenas deslocado para mais adiante.
Primeiro: para que uma explicação seja satisfatória não há necessidade da explicação da explicação. Isso é elementar em filosofia da ciência. Exemplo: se em alguma das luas de Júpiter forem recolhidos maquinários de lavra desconhecida não seria justificável negar-lhes origem alienígena apenas por não se conhecer os seres extraterrenos que os possam ter produzido – sobretudo não havendo a mínima ideia de como chegaram àquele astro ou mesmo quem eram (Aquiles, Brás Cubas, Papai Noel?).
Segundo: exigir uma explicação anterior leva a uma regressão infinita: qual a explicação da explicação? Qual a explicação da explicação da explicação? E por aí segue, ad eternum... Pode até parecer um bom recurso para avacalhar uma infindável linhagem teogônica. Acontece que pau que dá em Pinto dá em Jacinto: de igual modo, nenhuma explicação científica seria definitiva e a ciência colapsaria. Esse é o lado Bin Laden de Dawkins: para acabar com Deus ele não titubeia em pôr em risco as torres gêmeas da ciência. Por que tamanha temeridade? Para não conceder ao leitor que a explicação do “aparente” aspecto de projeto do Universo não implica em descartar o projetista.
Terceiro: em outra parte do texto, Dawkins defende que a explicação da origem do Universo, no caso, o projetista, precisa ser pelo menos tão complexa quanto a coisa a ser explicada. Ora, isso em nada avançaria a explicação. Mais: Dawkins não parece ter uma relação epistêmica saudável com o critério de simplicidade para ponderação de hipóteses. Particularmente, não considero esse critério nem descartável nem soberano. Poderíamos citar outros critérios como o “poder explanatório”, o “escopo explanatório”, o grau “ad hoc” naturalidade/artificialidade, a plausibilidade, etc. Todos eles devem ser considerados balanceadamente ao se comparar hipóteses.
Quarto: um projetista não precisa ser tão ou mais complexo que o Universo projetado por ele. Sendo incorpórea, a mente divina se revelaria consideravelmente simples; até onde podemos supor, ela não possui secções, não é multicomposta. Incorpórea, frisemos, ela pode tranquilamente ser monolítica e ainda possuir as propriedades características de uma mente: autoconsciência, racionalidade e vontade. Isso é muito simples, ao contrário da complexidade de um universo contingente formado de quantidades de matéria e energia balizadas por inúmeras constantes e propriedades, além de uma inexplicável aparência de design. Comparados, a mente divina é inegavelmente mais simples que o Universo. Sem contar que a simplicidade de tal mente não a impede de formular ideias complexas, até imperscrutáveis para a nossa compreensão. Para ela, o cálculo infinitesimal, por exemplo, poderia ser tão trivial quanto somar 2 com 2. Dawkins, propositadamente ou não, desconsidera que a complexidade de uma ideia não é incompatível com a simplicidade da mente que a formulou.
Por fim, a verdadeira questão: Por que um biólogo doutorado em uma das mais renomadas universidades do planeta comete uma falácia tão bisonha? Pior: Por que tamanha falácia não é desmascarada pela maioria dos que se arrogam a faculdade de bem pensar?
Tenho um palpite, mas fica para a próxima.
1ª Parte2ª Parte
Por: Gaspar de Sousa
[1] “Arte” de adivinhação por meio dos excrementos
[2] Este vídeo pode ser acessado Acima, ou nos Links: 1ª Parte e 2ª Parte.
sábado, 10 de agosto de 2013
Deus não está morto | William Lane Craig
Primeira PalestraSegunda Palestra
Palestra do filósofo norteamericano William Lane Craig
em São Paulo, dia 12 de março de 2012.
Tema: "Deus não está morto. A ressurreição do teísmo na filosofia do século XX"
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Ateísmo | Rev. Augustus Nicodemus
Palestras: Adventismo | Ateísmo | Islamismo | Mormonismo | Kardecísmo
Preletor: Rev. Augustus Nicodemus
Fonte: Seminário JMC
1ª Semana Teológica de 2013
domingo, 9 de junho de 2013
Ateus | Vincent Cheung
Alguns dos nossos pais são ateus. Eles imaginam um mundo fantasioso onde não existe nenhum Deus para lhes dizer o que fazer e condená-los por seus muitos pecados. Ateísmo é um estado de ilusão severa, uma desordem mental causada pelo pecado. Ou, talvez nossos pais sejam aderentes de religiões não cristãs. Essas são alternativas ensinadas por demônios e aceitas pelas pessoas para evitar enfrentar a verdade sobre Cristo o Salvador e Juiz.
Essa é também uma má função intelectual. Quer sejam da variedade religiosa ou ateísta, os não cristãos são estúpidos e insanos. Visite uma instituição mental e observe os maníacos. Alguns murmuram absurdos para si mesmos. Alguns gritam
palavrões incoerentes. Outros espumam pela boca. Outros riem de nada. E ainda outros são violentos.
Todos os não cristãos são interiormente assim durante todo o tempo. Mas Deus teve piedade de nós enquanto estávamos presos em nossas loucas ilusões, e nos resgatou do caos interior. Agora nossas mentes são claras. Agora encaramos a realidade e cremos na verdade. Ele nos salvou dos nossos ancestrais insanos, e de uma história de idolatria, incredulidade, assassinato, adultério, divórcio, materialismo, e coisas semelhantes.
Vincent Cheung
Fonte: Internautas Cristãos
domingo, 3 de março de 2013
O Desafio da Universidade | Augustus Nicodemus
- Por: Augustus Nicodemus
- Fonte: Igreja Presbieriana de Aanto Amaro
- Aula sobre o Desafio da Universidade para os Jovens Cristãos.
Data: 20/01/2013
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Carta ao Apóstolo Juvenal | Augustus Nicodemus Lopes
quinta-feira, 21 de junho de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
O ateísmo nas escolas teológicas no Brasil | Franklin Ferreira
Palestra do Prof. Franklin Ferreira
Tema "O ateísmo nas escolas teológicas no Brasil",
Seminário Teológico Batista Eneas Tognini.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Paul Washer - Um sermão sobre Cristo para os ateus (Português-Inglês-Holandês)
Sermão ministrado na Holanda - Legendado Completo
(Português-Inglês-Holandês)

