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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

A Trindade e a Pessoa do Espírito Santo | Franklin Ferreira [1/3]

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A Trindade e a Pessoa do Espírito Santo | Franklin Ferreira
A Obra do Espírito Santo
Ano: 2014 - 30ª Edição da Conferência Fiel para Pastores e Líderes - Brasil

terça-feira, 18 de novembro de 2014

O Espírito Santo como Senhor e Aquele que Dá a Vida | R. C. Sproul Jr. [1/2]

[][] Mensagem
O Espírito Santo como Senhor e Aquele que Dá a Vida | R. C. Sproul Jr.
A Obra do Espírito Santo
Ano: 2014 - 30ª Edição da Conferência Fiel para Pastores e Líderes - Brasil

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

A Plenitude do Espírito Santo | Rev. Augustus Nicodemus

Como ficar cheio do Espírito Santo?
Apesar da importância do assunto, existem muitas dúvidas quanto ao que é ser cheio do Espírito Santo, como ficar cheio dele e quais são os efeitos resultados desta plenitude. Nesta exposição de Efésios 5:18, "enchei-vos do Espírito" procuro abordar estes pontos e outros (cerca de 50 minutos).

Por: Rev. Augustus Nicodemos

Em 24/11/2013 – Baixe o Áudio “Aqui”.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

A Blasfêmia Moderna Contra o Espírito Santo | John MacArthur

John MacArthur ensina sobre o ministério do Espírito Santo, Seus atributos, e desmascara e mostra as diferenças entre o verdadeiro e o falso, o santo e o profano, e o grande pecado de blasfêmia contra o Espírito Santo.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

O que a Bíblia diz sobre: Dom de Línguas e Batismo do Espírito Santo | Pr. Wilson Porte Jr.

Por: Wilson Porte Jr. 

Fonte: Igreja Batista Liberdade

O que a Bíblia diz sobre o Batismo do Espírito Santo e o Dom de Línguas? Nesta pregação, Pr. Wilson analisa o texto bíblico e o compara com as "manifestações" extraordinárias de nossos dias.

quinta-feira, 7 de março de 2013

A obra do Espírito Santo na Nova Criação | John Owen

O grande privilégio profetizado quanto à era do evangelho, que faria a igreja do Novo Testamento mais gloriosa do que a do Antigo Testamento, foi o maravilhoso derramar da promessa do Espírito Santo sobre todos os crentes. É o vinho melhor que foi deixado por último (Is 35.7; 44.3; Jl 2.28; Ez 11.19; 36.27).

O ministério do evangelho pelo qual somos novamente nascidos é chamado de ministério do Espírito (2Co 3.8). No Novo Testamento a promessa do Espírito Santo é para todos os crentes e não para apenas alguns poucos especiais (Rm 8.9; Jo 14.16; Mt 28.20). Somos ensinados a orar para que Deus nos dê o seu Espírito Santo, para que com o seu auxílio possamos viver para Deus na santa obediência que ele requer (Lc 11.9-13; Mt 7.11; Ef 1.17; 3.16; Cl 2.2; Rm 8.26). O Espírito Santo foi prometido solenemente por Jesus Cristo quando estava para deixar o mundo (Jo 14.15-17; Hb 9.15-17; 2Co 1.22; Jo 14.27; 16.13). Portanto, o Espírito Santo é prometido e dado como a única causa de todo o bem que podemos partilhar nesse mundo.

Não há bem que recebamos de Deus senão o que nos é trazido e em nós operado pelo Espírito Santo. Nem há em nós bem nenhum para com Deus, nenhuma fé, amor, obediência à sua vontade, exceto o que somos capacitados a fazer pelo Espírito Santo. Pois em nós, isto é, na nossa carne, não há bem nenhum, como nos diz Paulo.

A nova criação

A grande obra que Deus planejou foi a restauração de todas as coisas por meio de Jesus Cristo (Hb 1.1-3). Deus intentou revelar a sua glória, e o principal meio para fazê-lo seria através da mais perfeita revelação de si mesmo e das suas obras que o mundo jamais vira. Esta perfeita revelação nos foi dada pelo seu Filho, o Senhor Jesus Cristo, quando tomou sobre si a nossa natureza para que Deus pudesse graciosamente reconciliar-nos com ele mesmo.

Jesus Cristo é “a imagem do Deus invisível” (Cl 1.15), é o “resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser” (Hb 1.3). Na face de Jesus Cristo resplandece a glória de Deus (2Co 4.6). Ao planejar, constituir e colocar em prática a sua grande obra, Deus, portanto, fez a mais gloriosa revelação de si mesmo tanto aos anjos quanto aos homens (Ef 3.8-10; 1Pe 1.10-12). Ele fez isso para que pudéssemos conhecer, amar, confiar, honrar e obedecer-lhe em todas as coisas como Deus, em conformidade com a sua vontade.

De um modo particular, nessa nova criação, Deus tem se revelado especialmente como três Pessoas em um único Deus. O supremo propósito e planejamento de tudo é atribuído ao Pai. Sua vontade, sabedoria, amor, graça, autoridade, propósito e desígnio são revelados constantemente como o fundamento de toda a obra (Is 42.1-4; Sl 40.6-8; Jo 3.16; Is 53.10-12; Ef 1.4-12). Muitos foram também os atos do Pai para com o Filho, quando o enviou, deu e designou para a sua obra. O Pai lhe preparou um corpo, e o confortou e amparou na sua obra. Ele também o recompensou ao lhe dar um povo para ser o seu próprio povo.

O Filho a si mesmo se humilhou e concordou em fazer tudo o que o Pai havia planejado que fizesse (Fp 2.5-8). Por essa causa o Filho deve ser honrado da mesma maneira que honramos ao Pai.

A obra do Espírito Santo é fazer concluir aquilo que o Pai planejou realizar através de seu Filho. Por causa disso, Deus se nos deu a conhecer, e somos ensinados a confiar nele.

Por: John Owen

Fonte: Projeto Os Puritanos
Capítulo 5 da obra "O Espírito Santo" de John Owen a ser publicada pela editora Os Puritanos ainda este ano.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

A Trindade: Da Teoria à Prática | Leandro Lima | [2/5]

Aspectos históricos da doutrina da Trindade 
 No início do cristianismo a Trindade foi motivo de controvérsias. Antes do Concílio de Nicéia (325 d.C.), as principais controvérsias trinitárias foram influenciadas pelo judaísmo em sua ênfase no monoteísmo e na unidade de Deus, também pelo gnosticismo que via todas as coisas como emanações de Deus e considerava a matéria má, e pelo platonismo que cria no Logos como a principal criatura de Deus.
 
Essas correntes filosóficas causaram muita influência nos cristãos primitivos, originando uma série de disputas, que deram origem a algumas teorias heréticas sobre a Trindade3. As principais foram:
 
Monarquismo
 
Essa heresia surgiu da dificuldade em explicar o elemento divino na pessoa de Cristo, e mesmo do Espírito Santo, sem cair no erro do triteísmo.
 
O Monarquismo Modalista não admitia a existência da Trindade Ontológica (em essência), mas apenas Econômica (funcional), ou seja, Pai, Filho e Espírito Santo são uma única pessoa que se manifestou sucessivamente na história. Deus se manifestou na pessoa do Pai na Criação, na Pessoa do Filho na Encarnação e na Pessoa do Espírito Santo na Regeneração.
 
Já o Monarquismo Dinâmico negou a divindade essencial de Jesus, afirmando que Deus é essencialmente um, e que Jesus havia recebido o dinamis (poder) de Deus por ocasião de seu batismo, sendo elevado a uma categoria divina. Esse poder o abandonou poucos instantes antes de sua morte.
 
Arianismo
 
O Arianismo recebeu esse nome de seu fundador Ário (250-336 a.D.), que foi um Presbítero da igreja de Alexandria. Ário era essencialmente unitarista, e negava qualquer possibilidade de haver uma Trindade.
 
Segundo Ário, somente Deus era eterno, Jesus era uma criatura intermediária gerada do nada por Deus antes da criação do mundo. Desse modo o Pai nem sempre foi Pai, pois antes de ter criado o Filho, Deus existia sozinho. O Filho não é eterno.
 
Segundo Ário, a importância do Filho estava no fato de que ele foi o instrumento através do qual Deus criou todas as coisas e nada mais. É impossível não associar o arianismo ao que proclamam hoje as Testemunhas de Jeová.
 
Os Concílios
 
A igreja reagiu à maioria das heresias antigas reunindo-se em concílios onde foram formuladas declarações de fé que demonstravam a verdadeira ortodoxia. Os Concílios que mais trataram a respeito da trindade foram Nicéia e Calcedônia.
 
O Concílio de Nicéia foi convocado pelo Imperador Constantino por causa do Arianismo em 325 d.C. O Arianismo foi rejeitado nesse concílio, e formulada a seguinte declaração de fé:
“Cremos em um só Deus, o Pai todo-poderoso, criador de todas as coisas, visíveis e invisíveis; E em um só Senhor, Jesus Cristo, o filho de Deus, gerado do Pai, unigênito, isto é, da substância do Pai, Deus de Deus, luz de luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado, não feito, de uma só substância com o Pai, pelo qual todas as coisas vieram a ser, coisas nos céus e coisas na terra, o qual, por nós, homens, e por nossa salvação, desceu e Se encarnou, tornando-Se homem, sofreu e ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, e virá para julgar os vivos e os mortos; E no Espírito Santo. Mas, quanto àqueles que dizem „tempo houve em que ele não existia‟, e „antes de nascer ele não era‟ e que ele veio a existir do nada, ou que afirmam que o Filho de Deus procede de uma hipóstase ou substância diferente, ou é criado, ou está sujeito a alteração ou mudança – a esses a igreja Católica (Universal) anatematiza”.
 
Essa declaração colocou o Filho em pé de igualdade com o Pai, ou seja, ele é da mesma substância do Pai. Não é um Deus diferente, e muito menos inferior.
 
No Concílio de Constantinopla, em 381, as diferenças com relação à divindade do Espírito Santo foram resolvidas. A Fé Nicena foi reafirmada nesse Concílio, mas a questão do Espírito Santo foi melhor esclarecida:
“Nós cremos no Espírito Santo, o Senhor, o Doador da Vida, que procede do Pai4, que com o Pai e o Filho juntamente é adorado e glorificado...”
 
Essa declaração afirma claramente que o Espírito Santo não era subordinado ao Filho e nem ao Pai, mas era da mesma substância do Pai e do Filho.
 
3 Para uma excelente exposição sobre os conflitos trinitários deste período, ver: Louis Berkhof. Historia de Las Doctrinas Cristianas, p. 47-119.
4 No concílio de Toledo (589 a.D.) foi acrescentada a expressão “e do Filho”, sumarizando a doutrina da igreja Ocidental de que o Espírito procede do Pai e do Filho conjuntamente.

Série Completa:

1º Parte - A Trindade: Da Teoria à Prática
2º Parte - Aspectos históricos da doutrina da Trindade
3º Parte - Aspectos Bíblicos da doutrina da Trindade
4º Parte - Aspectos Teológicos da doutrina da Trindade
5º Parte - Aspectos práticos da doutrina da Trindade

Autor: Rev. Leandro Lima

domingo, 30 de dezembro de 2012

Como ser Cheio do Espírito Santo | John Piper

Como beber o vinho de Deus?

Efésios 5.18 diz:
 “E não vos  embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito”.  
Há, pelo menos, quatro efeitos de ser cheio do Espírito. Primeiramente, o  versículo 19 mostra que o efeito é musical: “...falando entre vós com salmos,  entoando e louvando de coração ao Senhor”. É evidente que a alegria em Cristo é  a característica peculiar de ser cheio do Espírito.
Mas não somente alegria. No versículo 20, encontramos a  gratidão: “Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso  Senhor Jesus Cristo”. Gratidão perpétua, gratidão por tudo resulta de ser cheio  do Espírito — e essa gratidão tem como alvo o vencer a murmuração, o  descontentamento, a autocompaixão, a amargura, o queixume, a carranca, a  depressão, a inquietação, o desânimo, a melancolia e o pessimismo!
 Mas os efeitos não são apenas alegria musical e gratidão por  tudo; há também a submissão de amor às necessidades uns dos outros —  “sujeitandovos uns aos outros no temor de Cristo”. Alegria, gratidão e amor  humilde — essas são algumas das marcas de ser cheio do Espírito.
 Poderíamos acrescentar um quarto efeito: ousadia no testemunho  cristão. Podemos ver isto com mais clareza em Atos 4.31: “Tendo eles orado,  tremeu o lugar onde estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo e,  com intrepidez, anunciavam a palavra de Deus”. Nenhum crente deixará de ser  ousado e zeloso no testemunho, se o Espírito Santo estiver produzindo nele  alegria transbordante, gratidão perpétua e amor humilde. Oh! Como precisamos  ser cheios do Espírito! Procuremos esse enchimento! Busquemo-lo!
 No entanto, há uma pergunta crucial: como podemos buscá-lo?  Comecemos com a analogia mais próxima: “Não vos embriagueis com vinho... mas  enchei-vos do Espírito” (v. 18). Como você se embriaga com o vinho? Você o  bebe... em grande quantidade. Então, como ficaremos embriagados (cheios) com o  Espírito? Bebamos dEle! Bebamos em profusão. Paulo disse: “A todos nós foi dado  beber de um só Espírito” (1 Coríntios 12.13). Jesus disse: “Se alguém tem sede,  venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior  fluirão rios de água viva. Isto ele disse com respeito ao Espírito” (João  7.37-39).
 Como podemos beber do Espírito Santo? Paulo disse: “Porque os  que se inclinam para a carne cogitam das coisas da carne; mas os que se  inclinam para o Espírito, [cogitam] das coisas do Espírito” (Romanos 8.5).  Bebemos do Espírito cogitando das coisas do Espírito. O que significa “cogitar”  das coisas do Espírito”? Colossenses 3.1-2 afirmam: “Buscai as coisas lá do  alto... Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra”. “Pensar”  significa “procurar, dirigir a atenção para, preocupar-se com”. Significa  “ser dedicado a” e “absorvido com”. Portanto, beber do Espírito significa  buscar as coisas do Espírito, dirigir a atenção às coisas do Espírito,  dedicar-se às coisas do Espírito.
 Quais são “as coisas do Espírito”? Quando Paulo disse: “Ora, o  homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus” (1 Coríntios  2.14), estava se referindo aos seus próprios ensinos inspirados pelo Espírito (1  Coríntios 2.13) — especialmente seus ensinos a respeito dos pensamentos, planos  e caminhos de Deus (1 Coríntios 2.8-10). Então, “as coisas do Espírito” são os  ensinos dos apóstolos a respeito de Deus. Jesus também disse: “As palavras que  eu vos tenho dito são espírito e são vida” (João 6.63). Logo, os ensinos de  Jesus também são “as coisas do Espírito”.
 Portanto, beber do Espírito significa cogitar das coisas do  Espírito. E cogitar das coisas do Espírito significa dirigir nossa atenção aos  ensinos dos apóstolos a respeito de Deus e às palavras de Jesus. Se fizermos  isso por bastante tempo, ficaremos embriagados com o Espírito. De fato,  ficaremos viciados no Espírito. Em vez de dependência química,  desenvolveremos uma maravilhosa dependência do Espírito Santo.
 Mais uma coisa: o Espírito Santo não é como o vinho, porque Ele  é uma pessoa e livre para ir e vir aonde quer que deseje (João 3.8). Por isso,  temos de acrescentar Lucas 11.13. Jesus disse aos seus discípulos: “Ora, se  vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o  Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” 
Se queremos ser  cheios do Espírito, temos de pedir isso ao nosso Pai celestial. E foi isso que  Paulo fez pelos crentes de Éfeso. Ele pediu ao Pai celestial que aqueles  crentes fossem “tomados [cheios] de toda a plenitude de Deus” (Efésios 3.19).  Beba do Espírito e ore. Beba do Espírito e ore. Beba do Espírito e ore. 
Tradição: Editora Fiel