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sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Notas sobre Supralapsarianismo & Infralapsarianismo | Phillip R. Johnson

Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra?” (Romanos 9:21).


Este artigo considera quatro dos principais modos de ordenação dos elementos soteriológicos do decreto eterno de Deus — com um foco particular sobre as diferenças entre o supralapsarianismo e o infralapsarianismo. Eu resumi as diferenças no quadro comparativo abaixo. As notas explanatórias seguem logo abaixo do mesmo.

     Sumário das Visões

     Supralapsarianismo:

     1 - Eleger alguns, reprovar o restante
     2 - Criar
     3 - Permitir a queda
     4 - Providenciar salvação para os eleitos
     5 - Chamado do eleito à salvação

     Infralapsarianismo:

     1 - Criar
     2 - Permitir a queda
     3 - Eleger alguns, ignorar o restante
     4 - Providenciar salvação para os eleitos
     5 - Chamado do eleito à salvação

     Amyraldismo:

     1 - Criar
     2 - Permitir a queda
     3 - Providenciar salvação suficiente para todos
     4 - Eleger alguns, ignorar o restante
     5 - Chamado do eleito à salvação

     Arminianismo:

     1 - Criar
     2 - Permitir a queda
     3 - Providenciar salvação para todos
     4 - Chamado de todos à salvação
     5 - Eleger aqueles que creem


A distinção entre o infralapsarianismo e o supralapsarianismo tem a ver com a ordem lógica dos decretos eternos de Deus, não com o momento da eleição. Nenhum deles sugere que os eleitos foram escolhidos após Adão pecar. Deus fez Sua escolha antes da fundação do mundo (Efésios 1:4) — bem antes de Adão pecar. Tantos os infra como os supra (e até mesmo muitos arminianos) concordam sobre isto.

SUPRALAPSARIANISMO é a visão de que Deus, contemplando o homem ainda não-caído, escolheu alguns para receber a vida eterna e rejeitou todos os outros. Assim, um supralapsariano diria que o reprovado (não-eleito) — vaso de ira preparado para destruição (Romanos 9:22) — foram primeiramente ordenados para este fim, e então o meio pelo qual eles cairiam em pecado foi ordenado. Em outras palavras, o supralapsarianismo sugere que o decreto de eleição de Deus logicamente precede Seu decreto de permitir a queda de Adão — de forma que sua condenação é, antes de tudo, um ato de soberania divida, e somente secundariamente um ato de justiça divina.

O supralapsarianismo é algumas vezes, de forma errônea, considerado o mesmo que “dupla predestinação”. O próprio termo “dupla predestinação” é freqüentemente usado duma forma equivocada e ambígua. Alguns usam-no querendo dizer nada mais do que a visão de que o destino eterno, tanto do eleito como do reprovado, é determinado pelo decreto eterno de Deus. Neste sentido do termo, todo calvinista genuíno sustenta a “dupla predestinação” — e, o fato de que o destino do reprovado está eternamente determinado, é uma doutrina claramente bíblica (cf. 1 Pedro 2:8; Romanos 9:22; Judas 4). Mas mais freqüente ainda, a expressão “dupla predestinação” é empregada como um termo pejorativo para descrever a visão daqueles que sugerem que Deus é tão ativo em manter o réprobo fora do céu como Ele é em colocar os eleitos dentro dele (Há uma forma ainda mais sinistra de “dupla predestinação”, que sugere que Deus é tão ativo em manter o réprobo mau como Ele o é em manter o eleito santo).

Esta visão (de que Deus é tão ativo na reprovação do não-eleito como Ele o é na redenção do eleito) é mais propriamente chamada de “igualdade última” (cf. R.C. Sproul, Chosen by God [Eleitos de Deus], 142). Ela é realmente uma forma de hiper-calvinismo e não tem nada a ver com o verdadeiro e histórico calvinismo. Embora todos os que sustentem tal visão também sustentem o esquema supralapsariano, a visão em si mesma não é necessariamente uma ramificação do supralapsarianismo.

O supralapsarianismo é também algumas vezes, erroneamente, considerado o mesmo que hiper-calvinismo. Todos os hiper-calvinistas são supralapsarianos, embora nem todos os supralapsarianos sejam hiper-calvinistas. O supralapsarianismo é algumas vezes chamado de “high” calvinismo, e seus aderentes mais extremos tendem a rejeitar a noção de que Deus tenha algum grau de sincera boa-vontade ou significante compaixão para com os não-eleitos. Historicamente, uma minoria de calvinistas têm sustentado esta visão.

Mas, o comentário de Boettner de que “não mais que um calvinista dentre cem sustenta a visão supralapsariana”, é, sem dúvida, um exagero. E, na década passada ou aproximadamente, a visão supralapsariana parece ter ganhado popularidade.

INFRALAPSARIANISMO (também conhecido como “sub-lapsarianismo”) sugere que o decreto de Deus permitir a queda precede logicamente Seu decreto de eleição. Assim, quando Deus escolheu o eleito e ignorou o não-eleito, Ele estava contemplando todos eles como criaturas caídas.

Estas são as duas principais visões calvinistas. No esquema supralapsariano, Deus primeiro rejeitou os réprobos, como resultado de Seu soberano beneplácito; então Ele ordenou os meios de sua condenação através da queda. Na ordem infralapsariana, os não-eleitos foi primeiramente visto como indivíduos caídos, e eles foram condenados somente por causa do seu próprio pecado. Os infralapsarianos tendem a enfatizar o fato de Deus “ignorar” os não-eleitos (preterição) em Seu decreto de eleição.

Robert Reymond, ele mesmo um supralapsariano, propõe a seguinte redefinição da visão supralapsariana:

     O Supralapsarianismo Modificado de Reymond:

     1 - Eleger alguns homens pecadores, reprovar o restante
     2 - Aplicar os benefícios redentores aos eleitos
     3 - Providenciar salvação para os eleitos
     4 - Permitir a queda
     5 - Criar

Note que, em acréscimo à re-ordenação dos decretos, a visão de Reymond deliberadamente enfatiza que no decreto de eleição e reprovação, Deus estava contemplando os homens como pecadores. Reymond escreve, “Neste esquema, diferentemente do anterior (a ordem supralapsariana clássica), Deus é representado como discriminando entre homens vistos como pecadores, e não entre homens vistos simplesmente como homens (Veja Robert Reymond, Systematic Theology of the Christian Faith [Teologia Sistemática da Fé Cristã], 489). O refinamento de Reymond evita o criticismo comumente levantado contra o supralapsarianismo — que o supralapsariano tem Deus condenado os homens à perdição antes dEle nem mesmo contemplá-los como pecadores. Mas a visão de Reymond também deixa a questão não-respondida de como e porque Deus deveria considerar todos os homens como pecadores, antes que fosse determinado que a raça humana cairia (Alguns podem até mesmo argumentar que os refinamentos de Reymond resultam numa posição que, até onde diz respeito à distinção chave, é implicitamente infralapsariana).

Todos os principais Credos Reformados, ou são explicitamente infralapsarianos, ou evitam cuidadosamente uma linguagem que favorece uma ou outra visão. Nenhum credo importante toma a posição supralapsariana (Todo este assunto foi veementemente debatido durante toda a Assembléia de Westminster. William Twisse, um ardoroso supralapsariano e presidente da Assembléia, defendeu habilmente sua visão. Mas, a Assembléia optou pela linguagem que claramente favorece a posição infralapsariana, embora sem condenar o supralapsarianismo).

“Bavinck assinalou que a apresentação supralapsariana 'não foi incorporada a nenhuma Confissão Reformada', mas que a posição infralapsariana recebeu um lugar oficial nas Confissões das igrejas” (Berkouwer, Divine Election, 259).

A discussão de Louis Berkhof das suas visões (em sua Teologia Sistemática) é útil, embora ele pareça favorecer o supralapsarianismo. Eu tomo a visão infralpasariana, como Turretin, a maioria dos teólogos de Princeton, e a maioria dos líderes do Seminário de Westminster (por exemplo, John Murray). Estes assuntos foram o cerne da controvérsia da “graça comum” na primeira metade do século XX. Herman Hoeksema e aqueles que seguiram-no tomaram uma posição supralapsariana tão rígida que eles, no final das contas, negaram o próprio conceito de graça comum.

Finalmente, veja o quadro abaixo, que compara estas visões com o Amyraldianismo (um tipo de calvinismo de quatro-pontos) e o Arminianismo. Minhas notas em cada visão (abaixo), identifica alguns dos maiores defensores de cada visão.


NOTAS SOBRE A ORDEM DOS DECRETOS
© 1994, 1997, 2000 by Phillip R. Johnson

Supralapsarianismo

† Beza sustentava esta visão. Embora freqüentemente seja dito ser ele o responsável por formular a posição supralapsariana, ele não o fez.

† Outros proponentes históricos incluem: Gomarus, Twisse, Perkins, Voetus, Witsius, and Comrie.

† Louis Berkhof parece valorizar ambas visões, mas parece tender levemente para o supralapsarianismo (Teologia Sistemática, 120-25).

† Karl Barth sentia que o supralapsarianismo estava mais próximo do certo do que o infralpasarianismo.

† A Teologia Sistemática da Fé Cristã de Robert Reymond toma a visão supralapsariana e inclui uma defesa prolongada do supralapsarianismo.

† Turretin diz que o supralapsarianismo é “mais duro e menos apropriado” do que o infralapsarianismo. Ele crê que ele “não parece concordar suficientemente com a bondade inefável [de Deus]” (Elenctic Theology, vol. 1, 418).

† Herman Hoeksema e toda a liderança das Igrejas Protestantes Reformadas (incluindo Homer Hoeksema, Herman Hanko e David Engelsma) são supralapsarianos determinados — freqüentemente argumentando, tanto implicitamente como explicitamente, que o supralapsarianismo é o único esquema logicamente consistente. Esta presunção claramente contribui para a rejeição da graça comum pelas Igrejas Protestantes Reformadas.

† De fato, os mesmos argumentos usados em favor do supralapsarianismo têm sido empregados contra a graça comum. Assim, o supralapsarianismo tem nele uma tendência que é hostil à idéia de graça comum (É um fato que, virtualmente, todos que negam “a graça comum” são supralapsarianos).

† Supralapsarianismo é a posição de todos que sustentam o tipo mais rígido de “dupla predestinação”.

† É difícil encontrar expoentes do supralapsarianismo entre os principais teólogos sistemáticos. Mas, a tendência entre alguns dos autores mais modernos pode ser para a visão supralapsariana. Berkhof era simpatizante com esta visão; Reymond a defende expressamente.

† R. A. Webb diz que o supralapsarianismo é “abominável à metafísica, à ética e às Escrituras. Ele não é exposto em nenhum credo calvinista e pode ser defendido somente por alguns extremistas” (Salvação Cristã, 16). Embora seja simpatizante das convicções infralapsarianas de Webb, penso que ele exagera grosseiramente o julgamento contra o supralapsarianismo [Webb foi um presbiteriano do século XIX].

Infralapsarianismo

† Esta visão é também chamada “sub-lapsarianismo”.

† John Calvino disse algumas coisas que parecem indicar que tinha simpatia com esta visão, embora o debate não tenha ocorrido nos seus dias de vida (veja Calvinismo de Calvino, traduzido para o inglês por Henry Cole, 89ss; também William Cunningham, Os Reformadores e a Teologia da Reforma, 364ss).

† W. G. T. Shedd, Charles Hodge, L. Boettner, e Anthony Hoekema sustentavam esta visão.

† Tanto R. L. Dabney como William Cunningham apoiaram-se decididamente a esta visão, mas resistiram argumentar sobre o assunto. Eles criam que todo o debate ia além das Escrituras e, portanto, era desnecessário. Dabney, por exemplo, diz “Esta é uma questão que nunca deve ser levantada” (Teologia Sistemática, 233). Twisse, o supralapsariano, virtualmente concordava com isto. Ele chamava a diferença de “mera apex logicus, um ponto de lógica. E, não é mera loucura fazer uma brecha de unidade ou caridade na igreja, meramente por causa de um ponto de lógica?” (citado em Cunningham, Os Reformadores, 363). G.C. Berkouwer também concorda: “Somos confrontados aqui com uma controvérsia que deve sua existência à infração dos limites colocados pela revelação”. Berkouwer pergunta em voz alta se estamos “obedecendo o ensino da Escritura se recusamos fazer uma escolha aqui” (Eleição Divina, 254-55).

† Thornwell não concorda que o assunto seja controvertido. Ele diz que o assunto “envolve algo mais do que uma questão de método lógico. Ele é realmente uma questão da mais alta significância moral...Condenação e enforcamento são partes do mesmo processo, mas ela é algo mais do que uma questão de disposição, se um homem deve ser enforcado antes de ser condenado” (Escritos Selecionados, 2:20). Thornwell é veementemente infralapsariano.

† O infralapsarianismo foi afirmado pelo sínodo de Dort, mas somente de maneira implícita nos símbolos de Westminster. Twisse, um supralapsariano, foi o primeiro presidente da Assembléia de Westminster, que evidentemente decidiu que a conduta mais sábia era ignonar a controvérsia totalmente (embora as tendências de Westminster fossem, argumentavelmente, infralapsarianas). A Confissão de Westminster, portanto, juntamente com a maioria dos Credos Reformados, implicitamente afirmou o que o Sínodo de Utrecht (1905) mais tarde declarou explicitamente: “Que nossas confissões, certamente com respeito à doutrina da eleição, seguem a apresentação infralapsariana, [mas] isto não implica de forma alguma, uma exclusão ou condenação da apresentação supralapsariana”.

Amyraldism

† Amyraldismo (é a ortografia preferida, e não AmyraldIANismo).

† Amyraldismo é a doutrina formulada por Moisés Amyraut, um teólogo francês da escola Saumur (Esta mesma escola gerou outro desvio agravante da ortodoxia reformada: a visão de Placaeus envolvendo a imputação mediata da culpa de Adão).

† Por fazer o decreto para expiar o pecado logicamente antecedente ao decreto de eleição, Amyraut podia ver a expiação como hipoteticamente universal, mas eficaz para os eleitos somente. Portanto, a visão é algumas vezes chamada de “universalismo hipotético”.

† O puritano Richard Baxter abraçou esta visão, ou algo próxima à ela. Ele parece ter sido o único líder puritano importante que não era um calvinista “completo”. Alguns discutiriam se Baxter era um verdadeiro Amyraldiano (ver, por exemplo, George Smeaton, A Doutrina Apostólica da Expiação [Edinburgh: Banner of Truth, 1991 reprint], Appendix, 542.) Mas o próprio Baxter parecia se considera um Amyraldiano.

† Esta é uma forma sofisticada de formular o “calvinismo de quatro-pontos”, enquanto ainda se considera um decreto eterno de eleição.

† Mas, o Amyraldismo provavelmente não deveria ser igualado totalmente com o assim chamado “calvinismo de quatro-pontos”. Em minha própria experiência, muitos pretensos “quatro-pontos” são incapazes de articular qualquer explicação coerentes de como a expiação pode ser universal, mas a eleição incondicional. Assim, eu não desejo glorificar a posição deles, denominando-a de Amyraldismo (Quem dera eles fossem tão comprometidos com a doutrina da soberania divina como Moisés Amyraut era! A maioria dos que se chamam “quatro-pontos” são realmente cripto-arminianos).

† A. H.Strong sustentava esta visão (Teologia Sistemática, 778). Ele a chamou (incorretamente) de “sub-lapsarianismo”.

† Henry Thiessen, evidentemente seguindo Strong, também rotulou indevidamente esta visão de “sub-lapsarianismo” (e contrastando-o com o “infralapsarianismo”) na edição original de suas Lições em Teologia Sistemática (343). Sua discussão nesta edição é muito confusa e patentemente errônea em alguns pontos. Nas edições posteriores de seu livro, esta seção foi completamente reescrita.

Arminianism

† Henry Thiessen argumento esta visão na edição original de sua Teologia Sistemática. A edição revista não mais defende explicitamente esta ordem dos decretos, mas o arminianismo fundamental de Thiessen ainda é claramente evidente.

† A maioria dos teólogos arminianos recusa tratar do decreto eterno de Deus, e arminianos extremos até negam o próprio conceito de um decreto eterno. Aqueles que reconhecem o decreto divino, contudo, devem parar de fazer a eleição contingente à resposta do crente ao chamado do evangelho. Deveras, esta é toda a essência do arminianismo.

***
Fonte: Spurgeon.org
Traduzido por: Felipe Sabino de Araújo Neto. Cuiabá-MT, 28 de Dezembro de 2004.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Teologia do Pacto | Monergismo

Cinquenta e quatro textos sobre a “Teologia do Pacto”.
Classificação: Título na ordem Crescente

Escolha Título Autor Data Escolha Crescente Decrescente

O Desenvolvimento das Crianças do Pacto sob a Pregação

Todos precisam ser admoestados continuamente a andar no caminho da santificação e a viver antiteticamente como sendo do partido do Deus vivo no mundo.

Autor(a): Herman Hoeksema
23/08/2008 - 22:05


O Pacto com Adão: Uma Breve Análise Histórica (muito bom!)

As igrejas Reformadas ensinam uma relação pactual entre o Adão pré-queda e o Deus Triúno. Neste artigo, a visão de vários teólogos são analisadas.

Autor(a): Angus Stewart
20/10/2007 - 16:34


O Pacto e a Predestinação

A eleição é a pré-ordenação divina da igreja, com seus milhões de eleitos, para a salvação da vida do pacto de Deus em Cristo.

Autor(a): Herman Hoeksema
28/07/2007 - 08:10


O Conselho de Paz e os Decretos de Deus

O conselho da predestinação serve ao conselho do pacto, assim como o conselho da providência serve ao conselho da predestinação.

Autor(a): Herman Hoeksema
28/07/2007 - 08:03


O Conceito Correto do Pactum Salutis

O pacto de graça não é o conselho de paz em si, mas antes a revelação e realização dele.

Autor(a): Herman Hoeksema
27/07/2007 - 21:32


A Realização Final do Pacto

A vitória completa está garantida para a igreja, e a realização final do pacto de Deus será ouvida no tempo determinado por Deus.

Autor(a): Herman Hoeksema
27/07/2007 - 20:35


O Pacto e a Igreja

A igreja se tornou o templo do Deus vivo. Ela desfruta da mais íntima comunhão com o Deus vivo, e isso é simbolizado pela ceia do Senhor.

Autor(a): Herman Hoeksema
26/07/2007 - 18:48


O Cumprimento do Pacto em Cristo

Em Cristo o pacto de amizade que Deus estabelece com o seu povo é eternamente fixo, pois ele é Emanuel, Deus conosco.

Autor(a): Herman Hoeksema
26/07/2007 - 13:48


Deus Habitando com o seu Povo

Deus habita com e entre o seu povo. Ele faz seu lugar de habitação com eles, e eles habitam com ele.

Autor(a): Herman Hoeksema
26/07/2007 - 13:29


O Pacto: Uma Relação de Amizade

A ênfase do pacto não é sobre a idéia de um contrato, mas antes sobre uma viva relação de amizade entre Deus e aqueles a quem ele escolheu em Jesus.

Autor(a): Herman Hoeksema
26/07/2007 - 12:47


O Significado da Palavra Pacto

A palavra que a Escritura usa para o pacto é de pouca ajuda em determinar a idéia escriturística do pacto.

Autor(a): Herman Hoeksema
26/07/2007 - 08:23


O Pacto como Fim

O pacto determina e domina o todo do conselho de Deus, e o todo da história se concentra ao redor da mais alta realização do pacto de Deus.

Autor(a): Herman Hoeksema
26/07/2007 - 07:47


O Pacto entre Deus e o Homem

A relação pactual nunca pode ser algo que não um reflexo ectípico da vida pactual no próprio Deus.

Autor(a): Herman Hoeksema
25/07/2007 - 19:06


Deus, um Deus Pactual

As Escrituras ensinam que Deus é em si mesmo um Deus pactual. Ele não é um Deus pactual por causa de alguma relação estabelecida com a criatura.

Autor(a): Herman Hoeksema
24/07/2007 - 22:59


A Idéia do Pacto

A idéia e a essência do pacto devem ser explicadas a partir da relação entre as três pessoas da santa Trindade.

Autor(a): Herman Hoeksema
24/07/2007 - 21:01


A Idéia Bíblica do Pactum Salutis

O pactum salutis é o acordo de redimir e salvar os eleitos, vindo logicamente após o conselho de predestinação.

Autor(a): Herman Hoeksema
24/07/2007 - 19:46


O Conselho de Paz e o Pacto com Cristo Distinguidos

É de extrema importância distinguir entre o pacto que Deus estabelece com Cristo como o servo do Senhor e o pacto eterno das três pessoas da Trindade.

Autor(a): Herman Hoeksema
24/07/2007 - 00:54


O Pactum Salutis ou Pacto da Redenção

Quase todos os teólogos reformados desde o século dezessete falam de um pactum salutis, um pacto de redenção, também chamado de o conselho de paz.

Autor(a): Herman Hoeksema
24/07/2007 - 00:36


Os Pactos Sumarizados

Os diferentes pactos mencionados na Escritura não são pactos separados, mas revelações diferentes de um único pacto eterno de Deus.

Autor(a): Ronald Hanko
15/02/2007 - 23:48


A Consumação do Pacto

A consumação do pacto é a sua realização e glória final no reino eterno e celestial de Cristo nosso Senhor.

Autor(a): Ronald Hanko
15/02/2007 - 23:02


O Antigo e Novo Pacto Comparados

As diferenças entre o antigo e o novo pacto são somente no que chamamos administração, ou detalhes administrativos.

Autor(a): Ronald Hanko
15/02/2007 - 20:11


O Novo Pacto

O novo pacto substitui o antigo somente como uma revelação mais nova e mais completa do único pacto eterno de Deus.

Autor(a): Ronald Hanko
14/02/2007 - 22:41


O Pacto com Davi

As promessas pactuais feitas a Davi foram cumpridas na obra do nosso Senhor Jesus Cristo.

Autor(a): Ronald Hanko
14/02/2007 - 21:28


A Função da Lei no Pacto

A lei é o livro do pacto, revelando como o povo pactual de Deus pode agradá-lo e ser grato a ele, em palavra e obras.

Autor(a): Ronald Hanko
14/02/2007 - 20:29


A Lei e o Pacto

Existe apenas um pacto, um pacto que não está em conflito com a lei, um pacto de graça em Cristo ao qual todos os verdadeiros israelitas pertencem.

Autor(a): Ronald Hanko
13/02/2007 - 23:20


Um Povo de Deus

O verdadeiro Israel na Escritura não é um povo terreno e uma nação carnal, mas o povo espiritual de Deus, como o é a igreja.

Autor(a): Ronald Hanko
13/02/2007 - 22:22


O Pacto com Israel

A fé Reformada insiste que existe somente um pacto, um povo do pacto, Israel sendo a igreja do Antigo Testamento.

Autor(a): Ronald Hanko
13/02/2007 - 21:42


O Pacto e a Terra Prometida

Todos os filhos de Abraão herdam com Abraão algo muito melhor que colinas, rios e cidades de uma nação terrena.

Autor(a): Ronald Hanko
12/02/2007 - 23:34


O Pacto com Abraão

A Escritura mostra claramente que o pacto com Abraão é o mesmo que o pacto com Israel. O pacto de graça revelado a Abraão foi cumprido em Cristo.

Autor(a): Ronald Hanko
12/02/2007 - 22:25


O Pacto com Noé

Os diferentes pactos do Antigo Testamento são, na verdade, apenas diferentes revelações de um único pacto de graça.

Autor(a): Ronald Hanko
12/02/2007 - 20:57


O Pacto com Adão

O pacto com Adão não foi um pacto separado, mas a primeira revelação de um único pacto eterno de graça.

Autor(a): Ronald Hanko
12/02/2007 - 00:59


A Natureza do Pacto

A Escritura ensina que o pacto não é um acordo, mas uma ligação ou relação soberanamente estabelecida entre Deus e o seu povo em Cristo.

Autor(a): Ronald Hanko
11/02/2007 - 22:41


O Pacto e a Grande Comissão

Uma introdução ao pacto e sua relação com a grande comissão.

Autor(a): Kenneth L. Gentry
01/09/2006 - 01:02


Deus: Um Deus Pactual

Deus é um Deus pactual. O maior fundamento para o pacto da graça deve ser encontrado na verdade que Deus vive uma vida pactual em si mesmo.

Autor(a): Herman Hanko
13/08/2006 - 19:16


Pacto e Soberania (muito bom!)

O pacto não é um acordo entre Deus e o homem. Um pacto que é um acordo é um pacto que é condicional, o que é contrário às doutrinas da graça.

Autor(a): Herman Hanko
12/08/2006 - 22:38


Dispensacionalismo, teologia do pacto e teologia da nova aliança

Uma visão geral do dispensacionalismo, teologia do pacto e teologia da nova aliança.

Autor(a): John Piper
14/07/2006 - 01:07


Teses sobre Teologia do Pacto (muito bom!)

Um excelente esboço da teologia do pacto.

Autor(a): R. Scott Clark
15/06/2006 - 11:08


Os Dois Pactos são Diferentes

Os dois pactos, o antigo e o novo, diferem em tantas maneiras que não podem ser duas administrações do mesmo pacto.

Autor(a): John Owen
09/09/2005 - 10:29


O que o Pacto Envolve

O conceito de pacto envolve as doutrinas de Deus, do homem, da salvação por Cristo, da igreja e das últimas coisas.

Autor(a): Paul Mizzi
30/06/2005 - 07:48


Cristo no Período Monárquico

O período monárquico é assaz importante no contexto da revelação de Deus...poderíamos nomear Davi como a figura messiânica central desse período.

Autor(a): José Maurício Passos Nepomuceno
25/11/2004 - 09:33


Cristo no Período Mosaico (muito bom!)

O período mosaico foi uma época, tipologicamente falando, muito rica em figuras que apontavam para Cristo Jesus; e uma delas foi Moisés.

Autor(a): José Maurício Passos Nepomuceno
23/11/2004 - 21:15


Cristo no Período Adâmico - Proto Evangelho

O Proto- Evangelho é a primeira de todas as profecias sobre Jesus, registrada em Gênesis 3:15.

Autor(a): José Maurício Passos Nepomuceno
10/11/2004 - 20:48


Cristo no Período Patriarcal

A era patriarcal é aquela que compreende o período que vai desde a expulsão do primeiro casal do jardim do Éden até a chegada da Lei de Deus.

Autor(a): José Maurício Passos Nepomuceno
10/11/2004 - 20:40


Breves Considerações sobre a Aliança da Criação e a Plenitude do Espírito

A plenitude do Espírito Santo está diretamente relacionada com a doutrina da Aliança da Criação.

Autor(a): Wilson de Angelo Cunha
06/11/2004 - 20:06


Mais um Ensaio sobre a Aliança

O que motivou Deus a fazer uma aliança com Abraão? Devemos aceitar como história narrada ou como fábula?

Autor(a): Sérgio Paulo de Lima
21/10/2004 - 02:12


Uma Visão Breve e Geral da Teologia do Pacto no Cristianismo Primitivo

A idéia do pacto foi mais significante nos escritos de teólogos particulares primitivos ante-Nicenos.

Autor(a): Ligon Duncan
18/10/2004 - 02:31


O que é Teologia do Pacto?

A teologia do pacto é o evangelho apresentado no contexto do plano eterno de Deus de comunhão com o Seu povo.

Autor(a): Ligon Duncan
18/10/2004 - 02:30


A Teologia do Pacto é o Cristianismo Histórico

Muita da confusão que vejo no atual discurso teológico dentro dos vários ramos reformados das igrejas reformadas se deve a ignorância.

Autor(a): Ligon Duncan
18/10/2004 - 02:29


A Dispensação do Pacto

As igrejas reformadas são caracteristicamente conhecidas pela sua Teologia dos Pactos. Mas, que pactos são esses?

Autor(a): Moisés Cavalcanti Bezerril
18/10/2004 - 02:28


Criação e Pacto

Pacto pode ser definido como relacionamento.

Autor(a): Mauro Meister
18/10/2004 - 02:26


A Promessa Pactual do Espírito

Eu tentarei fazer duas coisas: primeiro, eu irei enaltecer o texto e depois, eu tentarei de alguma forma explanar o texto.

Autor(a): Desconhecido
18/10/2004 - 02:26


Uma Breve Introdução ao Estudo do Pacto 2 (PDF)

Este artigo se propõe a estudar os elementos básicos da doutrina do pacto.

Autor(a): Mauro Fernando Meister
18/10/2004 - 02:24


Uma Breve Introdução ao Estudo do Pacto (PDF)

Este artigo se propõe a estudar os elementos básicos da doutrina do pacto.

Autor(a): Mauro Fernando Meister
18/10/2004 - 02:23


A Importância da Instrução Através de Catecismo

Numa palestra dada (em 1952) aos membros da Primeira Igreja Reformada em Paterson.

Autor(a): Anthony Hoekema
18/10/2004 - 02:21


Fonte: Monergismo

Tradução: Felipe Sabino