segunda-feira, 17 de junho de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
Como posso saber se sou chamado para o Ministério Pastoral? | Kevin DeYoung
Já me perguntaram isso muitas vezes, e não tenho certeza se concordo com ela. Essa questão muitas vezes assume que o pastor, única entre todas as vocações do mundo, vai (e às vezes deve) ter um chamado poderoso, divino e subjetivo para o ministério, que sem sombra de dúvida o apontará para a direção ordenada por Deus. Eu não vejo apoio para esse tipo de experiência normativa nas Escrituras.
Mas eu entendo o que os jovens estão procurando. Eles entendem que o ministério pastoral é um trabalho pesado, que não deve ser assumido levianamente. Então, naturalmente, eles querem saber se as suas inclinações não visam o benefício próprio e se sua direção não é uma incumbência de tolo. Eles estão à procura de uma sinalização ao longo do caminho para mostrar-lhes que não estão, obviamente, no caminho errado. Isso é um impulso louvável.
Eis algumas perguntas que você deve perguntar a si mesmo enquanto considera o chamado para o ministério pastoral.
1. Eu preencho as qualificações estabelecidas em 1 Timóteo 3 e Tito 1? Esse é o lugar para começar. Se o seu caráter não é maduro, estável e (de forma não perfeccionista) exemplar, então você não está pronto para ser um pastor. Isso não significa necessariamente que você está no caminho errado, se você ainda não tem vitória sobre certos pecados (como pornografia), mas significa que você não estará pronto até preencher os padrões bíblicos.
2. Os cristãos que me conhecem melhor reconhecem consistentemente meus dons para o ministério? A chamada mais importante é a chamada objetiva de sua igreja encorajando-o a prosseguir o ministério pastoral.
3. Gosto de ensinar a todos os tipos de pessoas em todos os tipos de situações? A maioria das pessoas que pensam no ministério pastoral está animada para pregar. Eu quero saber se eles estão animados para pregar em uma missão e animado para ensinar o catecismo a crianças de cinco anos.
4. Eu me sinto tocado por uma pregação boa? Se um homem é chamado para pregar o evangelho, ele deve ficar animado ao ouvi-lo sendo pregado. O conteúdo deve movê-lo e ele deve se pegar pensando “Ah, se eu pudesse proclamar essa boa notícia”.
5. Eu me sinto inquieto por uma pregação ruim? O último ponto foi óbvio. Este é menos, mas tão importante quanto. Eu acho que deveria algo deveria queimar em um homem quando ele ouve a palavra de Deus sendo tratada de forma inapropriada.
6. Você gosta de estar perto de pessoas? Alguns pastores são extrovertidos; muitos outros não são. Eu sou uma espécie de meio-termo. Estou ansioso para estar com as pessoas mais do que alguns pastores que conheço, mas não tanto quanto muitos homens que admiro. Mas qualquer que seja a sua personalidade, você não será um bom pastor se não gosta de pessoas e as repele tanto quanto possível.
7. Eu faço amigos com facilidade? Este é um teste subjetivo (como muitas dessas questões), mas a falta de amizades significativas não é um bom sinal. Pode ser uma indicação de que você é muito ríspido, muito solitário, ou, francamente, muito estranho para ser eficaz no ministério pastoral.
8. Eu gosto de ler? Felizmente não há um Coeficiente de Rendimento ou Índice de Rendimento Acadêmico para o ministério pastoral. Mas mesmo assim, se queremos ser “aptos para ensinar”, devemos estar ansiosos para aprendermos. A pregação se torna superficial e o ministério, rançoso sem tempo no Livro e nos livros.
9. Já pensei em fazer isso por mais de alguns meses? Muitas vezes, quando os alunos ou adultos vêm a Cristo, eles rapidamente assumem que, por serem zelosos pelo Senhor, devem ir ao seminário e se prepararem para o ministério. Isso geralmente é um equívoco, às vezes por causa do orgulho e, por vezes, devido ao zelo equivocado. Há uma razão pela qual a Bíblia insiste em dizer que os líderes da igreja não devem ser neófitos.
10. Eu ainda quero ser um pastor se eu nunca escrever um livro, nunca falar em uma conferência e nunca ter uma igreja grande? Nossa paixão deve ser alimentar o rebanho, não o nosso ego.
Por: Kevin DeYoung
Por Kevin DeYoung. Copyright © 2013 The Gospel Coalition, Inc. Todos os direitos reservados. Original: How Can I Tell If I’m Called to Pastoral Ministry?
Tradução: VoltemosAoEvangelho.com. Original: Kevin DeYoung – Como posso saber se sou chamado para o Ministério Pastoral?
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Busque A Deus De Todo o Seu Coração | Bob Jennings
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Ferramentas Indispensáveis ao Pastor | Kevin DeYoung
Observe o que não estou perguntando. Não estou perguntando sobre a teologia do pastor. Ou sobre a sua santidade pessoal. Ambas são essenciais e mais importantes do que algum dom específico. Todo pastor precisa cuidar bem de sua vida e de sua doutrina (1 Tm 4.16). Mas, o que um pastor tem de fazer? Esse é o assunto deste artigo.
Admitamos que ele está indo bem nas áreas de caráter e de convicção. Mas, o que se exige dele quanto à competência?
Em seguida, apresentamos uma lista que não é exaustiva. E, com certeza, não reivindicamos ser excelentes em cada área. Todavia, com base em minha experiência, um pastor de igreja local – estou pensando, em particular, no papel de pastor principal ou de pastor único – tem de ser competente em cinco áreas.
1. Um pastor tem de ser capaz de ensinar. Uma das cinco diferenças existentes nas qualificações de presbíteros e diáconos e a única habilidade na lista é que o presbítero seja “apto para ensinar” (1 Tm 3.2). Se o pastor é o único ou o pastor principal, ele labutará especialmente na pregação e no ensino (1 Tm 5.17). As igrejas suportarão várias deficiências, porém muitas igrejas ficarão impacientes com um pastor que não sabe ensinar.
É verdade que ensinar e pregar são habilidades que se desenvolvem com o passar do tempo. Por isso, talvez seja difícil determinar se um jovem é “apto para ensinar”. Contudo, antes de alguém entrar no ministério, ele deve ser capaz de comunicar a Palavra de Deus com alguma medida de confiança e clareza.
- Algumas coisas que devemos examinar:
Ele gosta de ensinar? Se não gosta, não melhorará no ensino.
Ele pode se comunicar com as crianças? Seria um grande treinamento e um admirável campo de prova se os pastores trabalhassem como professores de alunos das primeiras séries, antes de entrar no ministério de tempo integral. Bons mestres sabem como tornar compreensíveis verdades profundas. Em contraste, se você torna confusas coisas simples, talvez não tenha o dom de ensino, ainda não.
Ele gosta de ler? Alguns pastores lêem bastante. Outros lerão devagar ou sem muita freqüência. Mas, se um pastor não gosta de ler (supondo que ele tem acesso a bons livros), ele dificilmente crescerá em profundidade e amplitude de discernimento. Se um pastor não tem fome por aprender, talvez não ajudará outros a aprender.
2. Um pastor tem de ser capaz de relacionar-se com as pessoas. Há muitas maneiras de um pastor conectar-se com seu povo. Ele pode fazer visitas aos enfermos, ou mentorear pessoas individualmente, ou liderar grupos pequenos, ou trabalhar para que haja mais envolvimento da equipe de colaboradores. Sempre haverá pessoas ao redor do ministério; e um bom pastor se esforçara para estar disponível a pelo menos algumas dessas pessoas.
Os relacionamentos assumem muitas formas. Você pode ser um pastor extrovertido e gregário ou um introvertido meditativo. Alguns de nós somos bons em bate-papo. Outros odeiam isso e preferem um convívio mais próximo e quieto com outra pessoa. Não estou dizendo que o ministério pastoral é somente para os sociáveis. Mas, se um homem não pode lidar cordial, gentil e amavelmente com as pessoas, ele deve pensar duas vezes em ser um pastor.
Uma boa pergunta a ser considerada: este homem faz amigos com facilidade? Eu hesitaria em chamar um pastor que luta para fazer e manter amigos.
3. Um pastor tem de ser capaz de liderar. Isso pode nos enganar. Ao usar o vocábulo “liderar” não quero dizer que todo pastor tem de ser um empreendedor ousado. Mas ele deve ter pessoas que o seguem. Tem de ser disposto a tomar uma posição, ser impopular às vezes. Precisa de coragem e da habilidade de tomar decisões desagradáveis. Se um homem tem necessidade de ser apreciado por todos, em todo o tempo, ele não está pronto para ser um pastor. Um pastor não deve ter medo de influenciar. E, se ele não é um visionário ousado, deve ser aquele tipo de líder que encoraja outros que têm dons de liderança mais destacados.
4. Um pastor tem de ser relativamente organizado ou cercar-se de pessoas que podem fazer isso por ele. Eu queria usar a palavra “administração” para referir-me a esse assunto, mas decidi não usá-la por receio de ser mal compreendido. Não creio que os pastores precisam ser gurus administrativos. De fato, penso que nenhum pastor entrou num seminário com o sonho de que poderia ser capaz de manter a igreja cumprindo sua função tranquilamente. Administração não é a essência do ministério; pelo menos, não deveria ser.
No entanto, não podemos evitar isto: um pastor tem de possuir alguma habilidade básica de organização. Ele não pode esquecer sempre os seus compromissos ou chegar atrasado em cada reunião de presbíteros. O pastor precisa retornar as chamadas telefônicas e entender como se realiza uma reunião. Na verdade, todos esquecemos coisas. Todos nós falhamos de vez em quando. Ser um pastor não exige onisciência ou onipotência, mas temos de ser responsáveis. Certo ou errado, talvez a sua igreja não perceba imediatamente que você parou de estar com as pessoas e que você não tem capacidade de liderar, mas a congregação perceberá logo que não pode depender de você.
Competência administrativa básica é exigida para o ministério pastoral. Se você não tem essa competência como pastor, ache pessoas que têm e permita que elas cuidem de você.
5. Um pastor tem de orar. Se essa ferramenta ficar corroída, ninguém saberá; pelo menos, não a princípio. É impossível sobreviver como pastor sem as outras quatro habilidades. Contudo, infelizmente, é fácil sobreviver e, até, prosperar no ministério sem essa ferramenta. O pastor que prospera sem oração não é o pastor sob cujo ministério quero estar, nem o pastor que desejo ser. Podemos realizar muito em nós mesmos, mas o que realmente importa exige oração, porque exige a presença de Deus. Um homem que não ora não deve pregar.
Como você mesmo pode testemunhar, essas cinco competências não são iguais em importância. As competências 1, 2 e 5 são essenciais e devem ser o foco do ministério. As competências 3 e 4 podem ser evitadas por algum tempo, mas não podem ser ignoradas. Em minha experiência, todas as cinco habilidades são necessárias ao ministério pastoral. Alguns pastores serão excelentes em várias dessas competências. Alguns serão muito bons em uma área ou muito bons em outras. Nenhum pastor será um modelo de todas essas cinco áreas. Se eu tivesse de avaliar um aluno de seminário que está prestes a entrar no ministério, ou se fosse membro de uma igreja que está à procura de um pastor, desejaria ver competência básica em cada uma dessas áreas.
Por Kevin DeYoung (The Gospel Coalition)
Fonte: Editora Fiael
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
John Piper – Como você reagiria a um amigo cristão que está em um relacionamento homossexual?
Por John Piper. © Desiring God. Website:desiringGod.org
Tradução e legenda: voltemosaoevangelho.com
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que adicione as informações supracitadas, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Chega de “irmãos” – Eu quero amigos! | Wilson Porte Jr.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Escolhendo Amigos com Sabedoria
Escolhendo Amigos com Sabedoria from Editora Fiel on Vimeo.
6ª Mensagem
Escolhendo Amigos com Sabedoria
Jader Borges
Conselhos ao Jovem Crente
Ano: 2006
4ª Edição da Conferência Fiel para Jovens
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Os atribuitos de um amigo verdadeiro

1. Um amigo é alguém que está do nosso lado ainda quando todos nos abandonam
A Bíblia diz: “Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão” (Pv 17.17). Um amigo é o primeiro a entrar, depois de todos terem abandonado a casa. Ele se aproxima não para tirar-lhe algo, mas para oferecer-lhe tudo, sua amizade. Há duas caricaturas de amizade, que não passam de uma falsa amizade.
2. Um amigo é alguém que não precisa usar máscaras para desfrutar de intimidade
A Bíblia diz: “… há amigo mais chegado do que um irmão” (Pv 18.24). Um amigo verdadeiro não precisa de formalidades e convencionalidades para se aproximar de nós. Ele nos conhece e nos ama não apenas por causa das nossas virtudes, mas também apesar dos nossos defeitos. O verdadeiro amigo é aquele que está perto nas horas de celebração e também nos tempos de choro. Ele é capaz de chorar conosco na dor e cantar conosco nos dias de festa. A verdadeira amizade derruba paredes e constrói corredores; nivela os vales e constrói pontes. A Bíblia destaca a amizade de Davi e Jônatas. Essa amizade foi santa, íntegra e fiel. Esses dois jovens buscavam o bem um do outro. Eles protegiam um ao outro. Um amigo verdadeiro não se nutre de suspeitas nem dá ouvidos à intriga. Não há amizade sem lealdade. A intriga é o verdugo da amizade. A amizade é edificada sobre o fundamento da verdade e cresce com o cultivo da intimidade.
3. Um amigo é alguém que prefere o desconforto do confronto à comodidade da omissão
A Bíblia diz: “Como o ferro com o ferro se afia, assim o homem ao seu amigo” (Pv 27.17). Uma amizade verdadeira não é construída sobre a cumplicidade no erro, mas sobre o confronto da verdade. As feridas feitas pelo amigo são melhores do que as lisonjas do bajulador. Uma amizade leal não se acovarda na hora do confronto. Há circunstâncias em que a maior prova de amizade está em aceitar o risco de perdê-la, em nome da própria amizade. A Bíblia nos ensina a falar a verdade em amor. A Bíblia nos orienta a servir de suporte uns para os outros. A Bíblia nos manda corrigir aos que são surpreendidos na prática de alguma falta, e isso, com espírito de brandura. Não existe amizade indolor. Não existe amizade omissa. Um amigo é alguém que tem liberdade, direito e responsabilidade de exortar, corrigir e orientar seu confrade quando vislumbra a chegada de um perigo ameaçador. Nesse mundo timbrado pela solidão e pelo isolamento, onde florescem as “amizades virtuais”, precisamos cultivar amizades verdadeiras, amizades que glorificam a Deus, edificam a igreja e abençoam a família!
Rev. Hernandes Dias Lopes


