Mostrando postagens com marcador Mandamentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mandamentos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

Eu Amo o Dia do Senhor | Robert M. McCheyne

“E acrescentou: O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (Mc 2.27)

Queridos concidadãos e compatriotas, como servo de Deus neste escuro e tormentoso dia me sinto constrangido a levantar a minha voz em defesa da eterna santificação do dia do Senhor. Os atrevidos ataques que fazem alguns dos diretores da Estrada de Ferro Edimburgo-Glasgow contra a Lei de Deus e a paz de nosso descanso dominical, tal como se tem observado por muitos anos na Escócia; a blasfema modificação que pretendem propor aos acionistas no próximo mês de fevereiro, e os nefastos folhetos que estão atualmente circulando a milhares, cheios de toda sorte de mentiras e impiedades, convida fortemente a um sereno e deliberado testemunho de todos os fiéis ministros e mais sensíveis cristãos em defesa do dia do Senhor. Em nome de todo povo de Deus nesta cidade e neste país apresento ante vossa consideração as seguintes razões para amar e respeitar o dia do Senhor.

I. PORQUE É O DIA DO SENHOR.

“Este é o dia que o SENHOR fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele” (Sl 118:24).

“Achei-me em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta”(Ap 1.10).

É Seu como exemplo. É o dia em que descansou de Sua assombrosa obra de redenção. Do mesmo modo que Deus descansou no sétimo dia ao acabar suas obras, declarando bendito assim o sábado, consagrando-o de maneira especial sobre os demais dias, assim o Senhor Jesus Cristo descansou neste dia de toda sua agonia, penalidade e humilhação. “Portanto, resta um repouso para o povo de Deus” (Hb 4.9). 

O dia do Senhor é Sua propriedade do mesmo modo que a Ceia do Senhor Lhe pertence. Ela é Sua mesa, Seu pão, Seu vinho. Com ela chama Seus convidados. Os enche de gozo e do Espírito Santo. Assim é com o dia do Senhor. Todos os dias do ano são de Cristo, porém de cada sete, um é especial; é para Ele o dia do mercado, o dia em que sai em busca das almas para adquiri-las. Ele o fez e o estabeleceu com este motivo. Do mesmo modo que plantou o jardim do Éden, assim cercou este dia e o fez Seu de forma particular.

Esta é a razão porque o amamos e o dedicamos a Ele inteiramente. Amamos tudo que é de Cristo. Amamos Sua Palavra. Nos é mais preciosa do que milhares de ouro e prata. “Quanto amo a tua lei!” (Sl 119). Amamos Sua casa. É o lugar de nosso encontro com Cristo, onde Ele se encontra conosco e rodeia nosso lugar com suas misericórdias. Amamos Sua mesa. É o lugar em que é adornada diante de nós, verdadeiro banquete em que Sua bandeira sobre nós é o amor, onde desfaz nossa cadeias e unge nossos olhos e faz arder, inflamar nossos corações com santo gozo. Amamos a Seu povo, porque os que o compõem são seus, membros de Seu corpo, lavados em Seu sangue, cheios do Seu Espírito Santo, nossos irmãos e irmãs por toda a eternidade. E amamos o dia do Senhor porque é Seu. Cada hora dEle nos é mui cara, mais doce que o mel, mais preciosa que o ouro. É o dia em que Ele se levantou do sepulcro para nossa justificação. Nos recorda Seu amor e Sua obra completamente acabada e perfeita, e seu descanso da mesma. E ousadamente podemos dizer que quem não ama nem defende a inteira dedicação ao dia do Senhor, não ama de fato a Jesus Cristo.

Ó, transgressores do dia do Senhor, quem quer que sejais, sois ladrões sacrílegos! Quando roubais as horas do dia do Senhor para vossos negócios ou prazeres, estais roubando a Cristo as preciosas horas que Ele reivindica como suas. Não vos ofenderíeis se estivessem tramando algum plano com vistas a abolir a Ceia do Senhor e tratando de convertê-la em uma comida comum, ou numa festa em que se permitisse a entrada aos libertinos ou bêbados? Não se partiriam vossos sentimentos vendo que a taça da comunhão era convertida em uma taça de bebida indecente nas mãos de bêbados? E pensais que é melhor aquilo que propõem os diretores companhia da estrada de ferro? O dia do Senhor está tão sujo como suja está Sua mesa. Certamente podemos afirmar com as palavras do Dr. Love, aquele servo eminente de Deus, agora que se pretende trabalhar no dia do Senhor: “Maldita toda ganância, maldito todo deleite, maldita toda saúde que é obtida por meio da criminosa usurpação do sagrado dia”.

II. PORQUE É UMA RELÍQUIA DO PARAÍSO DO ÉDEN E UM TIPO DO CÉU.

O primeiro sábado surgiu entre os enramados jardins de um paraíso sem pecado. Quando Adão foi feito à imagem de seu Criador, foi colocado no jardim do Éden para cultivá-lo e guardá-lo. Sem dúvida consumiria suas energias. Recolher os ramos de uva, colher os frutos das figueiras e palmeiras, canalizar a água para regar as árvores frutíferas e flores requeria todo seu tempo e habilidade. O homem nunca foi criado para permanecer inativo.

Quando o sábado se estabeleceu, todos seus instrumentos rurais deviam ser encostados, o jardim naquele dia não requeria mais cuidados. Sua pura e serena mente podia olhar além do que se vê neste mundo de realidades não espirituais. Caminhava no horto buscando um mais profundo conhecimento de Jeová e seus caminhos, com seu coração mais e mais inflamado de amor e com seus lábios em perfeitos louvores. Ainda no paraíso terreno o homem necessitava do sábado. Sem ele ainda o mesmo Éden estaria incompleto. Que pouco sabem dos prazeres do Éden, das delícias da íntima comunhão com Deus, os que desejam arrancar do domingo esta relíquia do mundo que durante certo tempo foi sem pecado!

É também um tipo do céu. Quando um crente deixa de lado sua pluma ou seus telhares, abandona seus cuidados terrenos, troca suas roupas de trabalho pelas de um dia festivo e vem à casa de Deus, prefigura o que sucederá no dia em que cessará a grande tribulação para apresentar-se às bodas do Cordeiro, ao ser levado feliz à presença do Senhor. Quando se senta a ouvir a Palavra de Deus e escuta a voz do pastor, guiando e alimentando sua alma, evoca aquele tempo quando o Cordeiro estará no meio do trono e alimentará e guiará sua alma à fontes de águas vivas. Quando une seu louvor entoando os salmos do saltério, pensa no dia quando terá em suas mãos a harpa celestial entoando o cântico:

“Onde das congregações não haverá separação, nem o dia do Senhor nenhuma interrupção”.

Quando ele se recolhe à sua casa e tem comunhão com Deus em seu lugar secreto, ou como Isaque em algum lugar próximo à sua tenda, porém em intimidade, pensa naquele dia quando “será coluna na casa de nosso Deus, e nunca mais sairá fora”.

Esta é a razão porque amamos o dia do Senhor. Esta é a razão porque chamamos ao domingo dia de delícias. Compreendemos e sentimos que um domingo bem dedicado ao Senhor e às almas é um dia de céu na terra. Por esta razão desejamos que nossos domingos sejam inteiramente dedicados a Deus. Amamos passar todas as horas do domingo nos exercícios públicos ou privados da adoração a Deus, a menos que qualquer urgente demanda deva ser atendida por motivos de necessidade ou de misericórdia. Em sua manhã nos é grato levantarmos cedo e dormirmos tarde, com o objetivo de que nos resulte um dia longo, a fim de que seja mais duradoura nossa comunhão com Deus.

Que pouco sabem disso os que nunca estarão no céu! Uma palha flutuando na superfície de uma corrente de água pode indicar-nos a direção que ela segue. Aborreces o dia do Senhor? É para você uma espécie de inferno sua observância? O que te diz estas palavras já passou por um tempo em que se sentiu como você. Não achas em sua observância nenhum descanso ou paz. Dizes: “Que pesado é”. “Quando se abolirá o dia do Senhor e poderei me dedicar inteiramente aos meus negócios?”. Ah, mui certamente te acharás no inferno! O inferno é o lugar único e adequado para ti; é o que te corresponde. O céu é um desejado, permanente santo dia do Senhor. Em troca, no inferno não há dia do Senhor.

III. PORQUE É UM DIA DE BÊNÇÃO

Quando Deus instituiu o sábado no paraíso, disse: “E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou” (Gn 2.3). Não só o consagrou como um dia santo, mas o fez um dia de bênção. Também, quando o Senhor se levantou da morte no primeiro dia da semana antes que alvorecesse, se revelou a Si mesmo aos seus discípulos que se dirigiam a Emaús e com sua conversa fazia arder seus corações (Lc 24.13). Na mesma tarde daquele dia se apresentou no meio dos seus discípulos e disse: “Paz seja convosco!” (Jo 20.19). E soprou sobre eles dizendo: “Recebei o Espírito Santo” (Jo 20.22). Novamente, passados setes dias, isto é, no domingo seguinte, Jesus de novo veio e se pôs no meio deles e com inefável graça e misericórdia se revelou a si mesmo ao incrédulo Tomé (Jo 20.26). Foi também no dia do Senhor que o Espírito Santo foi derramado em Pentecostes (Atos 2.1, comparado com Lv 23.15,16 – “ Contareis para vós outros desde o dia imediato ao sábado, desde o dia em que trouxerdes o molho da oferta movida; sete semanas inteiras serão. Até ao dia imediato ao sétimo sábado, contareis cinqüenta dias; então, trareis nova oferta de manjares ao SENHOR.”). Aquele princípio de bênçãos espirituais, aquele primeiro advento do Espírito à igreja cristã, teve lugar no dia do Senhor. Nesse mesmo dia o amado João, em seu exílio na ilha de Patmos, longe da congregação dos santos, ficou cheio do Espírito Santo e teve a visão celestial que o fez escrever o livro que temos chamado Apocalipse ou Revelação. Assim é que em todas as épocas, desde o princípio do mundo e em qualquer lugar onde há um crente, o dia do Senhor tem sido dia de dupla bênção. Todavia é assim e seguirá sendo mesmo que todos os inimigos de Deus ranjam os dentes. Certamente Deus é um Deus de graça e Sua obra Ele não entrega a nenhum limite de lugar ou de tempo. No entanto, é igualmente certo que todo escárnio e engano dos ímpios não poderão alterar Seus desígnios; desígnios determinados por Sua vontade: bendizer de forma especial e abundante a Sua Palavra no dia do Senhor. Os fiéis pastores de todos os países podem testificar que os pecadores se convertem mais freqüentemente no dia do Senhor, que Jesus se manifesta a Si mesmo por meio da pregação e das ordenanças mais freqüentes em Seu próprio dia. Os santos, como João, são chamados pelo Espírito Santo no dia do Senhor e se regozijam com serenas e profundas visões da eternidade.

Ó, desventurados, que planejais eliminar de nossa amada Escócia este bendito dia de dupla bênção. “Não sabem o que fazem”. Desejais arrebatar dos nossos concidadãos amados o dia em que Deus abre as janelas do céu e derrama sua abundante bênção. Quereis que os céus da Escócia se convertam em céus de bronze, duros, que são uma verdadeira maldição, e os corações de seu povo em corações de ferro? Quereis que o som dos dourados sinos do nosso eterno Sumo Sacerdote, ressoando sobre as montanhas de nosso país e o alento do Espírito Santo manifesto em muitas de nossas congregações, despertem vossos esforços satânicos com vistas a trocar o doce som da misericórdia pelo ensurdecedor estrondo dos vagões de trem? Acaso o notável vigor da vivificada e purificada Igreja da Escócia tem dado passagem às torrentes de blasfêmias que proferis contra o dia do Senhor? Vossas almas murchas não têm necessidade alguma do orvalho e irrigação celestiais? Não compreendeis que vós mesmos estais blasfemando do dia em que vossas próprias almas podem chegar a ser salvas? Não é certo que no inferno, com lágrimas de angústia, muitos de vós lamentarão ao lembrar vossos esforços contra a luz e contra as advertências que são feitas, e vão se amontoando sobre vossas almas tudo aquilo que lhes conduzirá à eterna perdição?

Aos que são filhos de Deus neste país, desejo agora, em nome do nosso comum Salvador, que é o Senhor de Seu dia, dirigir esta exortação.

I) TER EM ALTA ESTIMA O DIA DO SENHOR

Quanto maior for o desprezo e desdém dos que o tratam, vós amai-os mais e mais. Quanto mais fortemente se desencadeia a tormenta de blasfêmias uivando ao vosso redor, sente-se aos pés do Senhor mais intimamente. Ele deve reinar até que haja posto a seus inimigos por estrado de seus pés (Hb 10.13). Aproveite diligentemente todo seu santo tempo. Deverias convertê-lo no dia mais ocupado dos sete; embora que somente nos negócios do vosso Pai. Evita o pecado nesse dia santo. Todo filho de Deus deve evitá-lo cada dia, porém principalmente no dia do Senhor. É tanto um dia de dupla bênção como de dupla maldição. O mundo terá que responder pelos seus pecados cometidos no santo tempo do Domingo. Passa o dia do Senhor em Sua presença. Passa-o como havereis de passá-lo no céu. Que os louvores e as obras de misericórdia ocupem muito do seu tempo como ocupam do Senhor mesmo.

II) DEFENDENDO O DIA DO SENHOR

Levante vosso sereno e de algum modo acovardado testemunho contra as profanações do dia do Senhor. Use toda vossa influência, seja como homem de estado, ou como magistrado, ou professor, ou como pai, ou como amigo tanto publicamente como em secreto, para  lutar em defesa da eterna dedicação ao dia do Senhor. Esta obrigação é imposta pelo mesmo quarto mandamento. Não olheis nunca qualquer infração do domingo sem reprovar o transgressor. Mesmo os mais mundanos, com todo seu orgulho e menosprezo contra nós, não podem impedir que os recriminemos de quebrar o dia do Senhor. Recordais sempre que Deus e a Bíblia estão a vosso lado e vereis como estes homens maldirão seu próprio pecado e loucura mesmo que infelizmente tarde demais. Todos os filhos de Deus na Escócia devem levantar seu testemunho unanimemente  de forma especial contra estas três profanações públicas do dia do Senhor.

1. Manter abertas nesse dia as bibliotecas públicas. Nesta cidade e em todas as cidades da Escócia, digo-vos que podeis encontrar em suas salas muitos de nossos homens de negócios consultando e revistando todo tipo de periódicos, revistas e livros, durante todas as horas do culto. E especialmente durante as tardes do domingo estas salas estão cheias como qualquer pequena igreja. Ah, pecadores cheios de culpa! Quão claramente mostrais que vos encontrais no caminho largo que conduz à perdição! Se fosses assassinos ou adúlteros, talvez não vos atreverias negar esta acusação. Não sabeis vós — e todos os sofismas do inferno não poderiam provar o contrário — que o mesmo Deus que disse: “Não matarás”, também disse: “Lembra-te do dia de sábado, para o santificar”? O assassino que é levado ao patíbulo e o educado e fino transgressor do dia do Senhor são um, são iguais aos olhos de Deus.

2. Manter abertos no domingo os estabelecimentos, como bares, cervejarias, cafés... Tais lugares são a maldição da Escócia. Nunca posso evitar quando vejo em um de tais estabelecimentos o letreiro: “Autorizado para vender licores”, o pensar que a licença que têm é a de arruinar as almas. Tais estabelecimentos são amplas avenidas à pobreza e farrapos desta vida e, como alguém tem dito: “o curto atalho que conduz rapidamente ao inferno”. Pode permitir-se, assim que nesta terra de luz e testemunho reformado, esses lugares de perdição e antros de iniquidade — verdadeiras armadilhas de almas — abram suas portas no dia do Senhor? Podemos permitir que os donos dos mesmos se enriqueçam e prosperem graças a este mercado sujo, e que muitos deles se atrevam a dizer que, a não ser pelo negócio que fazem no dia do Senhor não poderiam seguir avante sem prejuízo? Com forte fundamento podemos dizer: malditas sejam as ganâncias deste dia! Ó homens baixos e miseráveis! Não pensais que cada moeda que cai sobre o caixa, naquele dia devorará vossa carne como se fora fogo, e que cada gota de licor consumido em vossos palácios de perdição servirá para avivar mais a chama daquele “fogo que nunca se apaga”?

3. O funcionamento da estrada de ferro no domingo. A maior parte dos diretores da Companhia da Estrada de Ferro de Edimbugo-Glasgow tem evidenciado sua decisão para fazer valer seus serviços também aos domingos. Todos os canais de infidelidade têm sido abertos a unha e circulam abundantemente os folhetos e tratados blasfemos por todo o país desacreditando e menosprezando o bendito dia do Senhor, como se não houvesse olho onisciente no céu, como se não existisse rei sobre o monte Sião, nem houvesse de ocorrer um dia em que se haverá de prestar contas a Deus.

Compatriotas cristãos, despertai e, cheios do mesmo espírito que libertou nosso país das negras superstições do passado, lutemos contra a invasora corrente de infidelidade e inimizade contra o domingo.

Vós, homens culpados que sob a inspiração de Satanás estais guiando os obscuros exércitos dos que quebram os dia do Senhor, vossa situação está carregada de responsabilidade. Sois ladrões; roubais ao Senhor Seu santo dia. Sois assassinos: atentais contra a vida das almas de vossos servos, ou dependentes. Deus disse: “...não farás nenhum trabalho, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro” (Ex 20.10), porém vós os compelis a quebrar a Lei de Deus e vendeis suas almas para obter com miserável ganância. Sois pecadores que pecais conscientemente contra a luz de vossa consciência. Vossa Bíblia, as palavras de vossos familiares piedosos e as ternas admoestações dos fiéis homens de Deus soam em vossos ouvidos, no entanto permaneceis perpetuando vossa vergonhosa obra e os vos gloriais nisso. Sois traidores de vosso país. 

A Lei de vosso país declara que deveis “observar um descanso santo de todas vossas palavras, obras ou pensamentos durante o domingo” e vós a desprezais considerando-a como fruto de uma superstição antiquada. Não foi a quebra constante do sábado o que fez com que Deus reprovasse a Seu povo, Israel? E vós tratais de trazer a mesma maldição sobre a Escócia. Sois suicidas morais, que assassinais vossas próprias almas, proclamando ao mundo que não sois povo de Deus e precipitando sobre vossas almas a sentença de que se fazem réus os que quebram o dia do Senhor.

Concluindo, proponho a calma e serena consideração a todo homem sério as seguintes perguntas:

  • 1. Podeis nomear algum ministro, de qualquer denominação em toda a Escócia, que não sustente a inteira dedicação do dia do Senhor como um dever inevitável?
  • 2. Haveis falado a algum verdadeiro crente em qualquer país, que ame a Cristo e viva santamente, que não se deleite em guardar inteiramente santo para Deus o dia do Senhor?
  • 3. É sábio participar da opinião dos que interpretam a seu gosto a vontade de Deus relativa ao dia do Senhor; interpretação dos infiéis, os que menosprezam, os que não vivem santamente; homens que têm os olhos cegos para as coisas de Deus; os inimigos da justiça, que citam a Sagrada Escritura como Satanás, para enganar e trair?
  • 4. Se, em oposição ao unânime testemunho dos mais sábios e mais santos servos de Deus, contra os claros avisos da Palavra de Deus, contra as mesmas palavras de vosso catecismo aprendido aos joelhos de vossa piedosa mãe, contra a voz de vossa injuriada consciência, vos unis às fileiras dos que traspassam o dia do Senhor, não é isto pecar contra a luz, não é enganar gravemente as vossas almas; não é constituir-se réus do justo juízo de Deus?

Minha oração é que estas palavras de verdade e sobriedade os chame a atenção com as mesmas palavras de Deus e alcancem vossos corações com todo Seu divino poder.

Textos Bíblicos para Meditar:

  • Dia Do Senhor Como Mandamento: Ex 16.22-30; 8-11; 35.1-3. Lv 19.3-30. Dt 5.12-15. Ne 9.14.

  • Dia Do Senhor: Sinal Do Povo De Deus: Ex 31.12-17. II Re 4.23. Ez 20.12. Lm 1.7. Hb 4.9.

  • Castigo Para Os Que Não Guardam O Dia Do Senhor: Nm 15.32-36. Lv 26.33-35. II Cr 36.21. Jr 17.19-29. Lm 2:6. Ez 20.12-26. Amós 8.4-14.

  • O Dia Do Senhor: Dia De Bênção: Gn 2.2. Ex 16.24. Lv 24.8. Nm 28.9,10. Is 56:1-8; 58.13-14. Jo 20.1,19,26. At 2:1. (Comparar com Lv 23.15. Ap 1.10)

  • O Dia Do Senhor No Tempo Dos Evangelhos: Sl 118.24. Is 66:23. Ez 46.1. Mc 2.27,28. At 2.1; 20.6-7. I Co 16.2. Ap 1.10

Por: Robert M. McCheyne

Fonte: Os Puritanos

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Quebra de maldições: é bíblico? | Augustus Nicodemus

QuebraDeMaldiçaoO movimento de “batalha espiritual” ensina a necessidade de se quebrar maldições hereditárias e de se anular compromissos que ficaram pendentes com o diabo, mesmo após a pessoa ter sido convertida a Cristo. Ensina-se que herdamos as maldições que acompanharam nossos antepassados, por causa de seus pecados e pactos demoníacos, e que precisamos anular estas maldições hereditárias.

Um dos textos usados para defender este ponto é Êxodo 20.5, onde Deus ameaça visitar a maldade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração dos que o aborrecem.

Entretanto, ensinar que Deus faz cair sobre os filhos as consequências dos pecados dos pais, é só metade da verdade.

A Escritura nos diz igualmente que se um filho de pai idólatra e adúltero vir as obras más de seu pai, temer a Deus, e andar em Seus caminhos, nada do que o pai fez virá cair sobre ele. A conversão e o arrependimento individuais “quebram”, na existência das pessoas, a “maldição hereditária” (um efeito somente possível por causa da obra de Cristo). Este foi o ponto enfatizado pelo profeta Ezequiel em sua pregação ao povo de Israel da época (leia cuidadosamente Ezequiel 18).

Através do profeta Ezequiel, Deus os repreendeu, afirmando que a responsabilidade moral é pessoal e individual diante dele: “A pessoa que pecar, é ela quem morrerá — não o seu pai ou a sua mãe” (Ez 18.4b, 20). E que pela conversão e por uma vida reta, o indivíduo está livre da “maldição” dos pecados de seus antepassados, ver 18.14-19. Esta passagem é muito importante, pois nos mostra de que maneira o próprio Deus interpreta (através de Ezequiel) o significado de Êxodo 20.5.

Aplicando aos nossos dias, fica evidente que o crente verdadeiro já rompeu com seu passado, e com as implicações espirituais dos pecados dos seus antepassados, quando, arrependido, veio a Cristo em fé.

Tem mais. O apóstolo Paulo nos esclarece que o escrito de dívida que nos era contrário, a maldição da lei, foi tornado sem qualquer efeito sobre nós: Jesus o anulou na cruz (Cl 2.13-15; Gl 3.13). Ou seja, toda e qualquer condenação que pesava sobre nós foi removida completamente quando Cristo pagou, de forma suficiente e eficaz, nossa culpa diante de Deus. Ora, se a obra de Cristo no Calvário em nosso favor foi poderosa o suficiente para remover de sobre nós a própria maldição da santa lei de Deus, quanto mais qualquer coisa que poderia ser usada por Satanás para reivindicar direitos sobre nós, inclusive pactos feitos com entidades malignas, por nós, ou por nossos pais, na nossa ignorância.

Basta um estudo simples nas Escrituras, da linguagem usada para descrever nossa redenção, para que não fique qualquer dúvida de que o crente, à semelhança de um escravo exposto à venda na praça, foi comprado por preço, e que, agora, passa a pertencer totalmente ao seu novo senhor. O antigo patrão não tem mais qualquer direito sobre ele, como rezava a legislação romana da época. Assim, Paulo diz que fomos comprados por preço (1 Co 6.20; agorazo, comprar, redimir, pagar um resgate — termo usado para o ato de comprar um escravo na praça, ou pagar seu resgate para libertá-lo), e que sendo agora livres, não devemos nos deixar outra vez escravizar (1 Co 7.23). Fomos resgatados (lutrou) pelo precioso sangue de Cristo (1 Pe 1.18; cf. Ap 5.9).

Em resumo: “se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas antigas passaram: eis que se fizeram novas”. Não há nenhuma maldição que Cristo já não tenha quebrado na cruz e que não tenha já sido desfeita na hora da conversão (novo nascimento). O que os crentes precisam é santificação, e não quebra de maldição, para crescerem mais em mais no conhecimento de Deus e no serviço dele.

Por: Augustus Nicodemus

terça-feira, 1 de outubro de 2013

As Bases e a Defesa do Sábado Cristão | Dr. Joseph Pipa

O ensino bíblico a respeito da observância do quarto mandamento, o domingo, o sábado cristão, o Dia do Senhor.

Por: Dr. Joseph Pipa (Palestra — com perguntas e respostas).

XXII Simpósio Reformado Os Puritanos - (Ano: 2013) - Em: Maragogi, Alagoas.

terça-feira, 5 de março de 2013

Pregando para as mulheres que trabalham no Lar | Bari Nichols

dia a diaOs pastores devem tratar as mulheres na congregação como uma família. Essa parece ser a lição de 1 Timóteo 5:02 : ". Trate ... as mulheres mais velhas como mães, e as mulheres mais jovens como irmãs" Mas Deus diz como devem pregar para as mulheres?

Na verdade, ele faz. Três passagens das Escrituras, em particular se destacam por sua instruções sobre como pregar para mulheres, especialmente sobre o seu trabalho em casa. Eles encorajam os pastores a se lembrar de pelo menos três coisas quando elas estão pregando a suas mães e irmãs em Cristo: lembre-se sua maldição, lembre-se de seu contexto, e lembre-se de sua cultura.

Ao considerar estes três pontos, o que eu ofereço como observações de uma irmã, meu objetivo não é fornecer-lhe todos os aplicativos disponíveis. Embora eu oferecer algumas sugestões práticas, ainda mais do que isso, espero dar-lhe três janelas para a vida e os corações de mulheres que trabalham na casa, para que você possa pregar qualquer passagem para nós "de uma forma o entendimento" ( 1 Ped. 03:07 ).

LEMBRE-SE nossa maldição

Primeiro, lembre-se maldição suas irmãs. No jardim, Deus colocou uma maldição sobre convocação de Eva: "Vou aumentar muito suas dores de parto; com dor você dará à luz filhos. Seu desejo será para o teu marido, e ele te dominará "( Gênesis 3:16 ).

Estas relações são o coração do trabalho da mulher em casa. As mulheres de hoje ainda lutam com o desejo de usurpar a liderança do seu marido, e ainda sofrem dor e problemas na gravidez. Considere como Pedro leva esta maldição em conta por falar diretamente com as mulheres sobre sua relação com seus maridos:

Mulheres, da mesma forma que ser submissas a vossos maridos ... sua beleza não deve estar nos enfeites exteriores ... em vez disso, deve ser a de seu eu interior, a beleza imperecível de um espírito manso e tranqüilo ... esta é a maneira como as mulheres santas do passado, que colocavam sua esperança em Deus usaram para tornar-sem belas ... você são suas filhas, se você fizer o que é certo e não dará lugar ao medo. ( 1 Ped. 3:1-6 )

Aqui Pedro exorta as mulheres a cultivar um espírito manso e tranqüilo, não um, dominador e manipulador, como elas vivem sob a liderança de seu marido. E ele incentiva as mulheres a não dar lugar ao medo, mas confiar em Deus como elas seguem o seu marido. Ao fazer isso, as mulheres apresentam o evangelho. Como você pode seguir o exemplo de Pedro? Algumas sugestões para pregar em diferentes partes das Escrituras:

Primeiro, quando a pregação do Antigo Testamento, considere destacando as "santas mulheres do passado", como você prega através da história de Israel. Como eram as mulheres, seus bons exemplos (ou não) de colocar a sua esperança em Deus, como eram submissas à seus maridos? Será que eles ajudam a seus maridos seguir a Deus, ou eles os levam para longe dele, como a mulher cananéia e esposas de Salomão? Incentive as mulheres a trazer todos os seus problemas para Deus, se do medo sobre a saúde de seus filhos ou futuro, ou ansiedade sobre a segurança financeira de sua casa, ou qualquer outra coisa.

Segundo, quando você estiver na literatura de sabedoria, ajude as mulheres a considerar se sua atitude de atrai elogios de seus maridos ( Prov. 31:28 ) ou dirigir seus maridos a querer viver no telhado ( Prov. 21:09 ). Eles estão amando os filhos fielmente discipliná-los ( Prov 29:15. ; 31:26 )?

Terceiro, quando você está pregando no Novo Testamento, exorte as mulheres para ir a Jesus com o cansaço e as lutas, e não tentar fugir da maldição e escapar para romances, exercício, ou compras. Incentive-as a considerar como suas vidas diárias estão sendo transformados pelo Evangelho. Por exemplo, se você está pregando em Tiago, como é o seu discurso? Estão usando-o fielmente para edificar e ajudar os seus maridos e suavemente, pacientemente instruir seus filhos, ou elas usam seu discurso pecaminosamente para expressar críticas ou raiva?

LEMBRE-SE NOSSO CONTEXTO

Em seguida, lembrar o nosso contexto da família. Considere como Paulo fornece instruções sobre o ensino de mulheres:

Assim, as viúvas mais jovens I aconselhar a se casar, ter filhos, para gerenciar suas casas e dar ao inimigo nenhuma oportunidade por calúnia. ( 1 Tm 5:14. )

Ensine as mulheres mais velhas a serem reverentes na sua maneira de viver, a não ser maldizentes ou  dadas a muito vinho, mas para ensinar o que é bom. Então, eles podem treinar as mulheres mais jovens a amarem seus maridos e filhos, a serem prudentes e puras, a serem ocupadas em casa, para serem gentils, e serem sujeitas a seus maridos, para que ninguém vai a palavra maligna de Deus . ( Tit. 2:3-5 )

A partir desses textos, podemos ver que é importante considerar se está pregando para as mulheres mais velhas ou mulheres mais jovens. Nem todas as mulheres estão na mesma estação de vida e, portanto, suas famílias não parecem todos iguais. Também é importante lembrar que o Deus principal responsabilidade nos deu é para os nossos maridos e filhos, e da entidade primária, que deve receber o foco do nosso trabalho e onde trabalhamos a nossa salvação é a nossa casa. Este é o nosso contexto.

Considere se as suas aplicações sermão construir as mulheres mais jovens em seu contexto ou pregar-los de fora. Por exemplo, se você apresentar fidelidade cristã como ir em viagens missionárias, discipulando oito pessoas, e se engajar no evangelismo de rua semanal, você pode estar pregando mulheres mais jovens fora do seu contexto. A mãe de quatro crianças pequenas geralmente não têm a flexibilidade de realizar essas atividades excelentes. Uma mulher mais velha, no entanto, pode. Em vez disso, conversar com as mulheres mais jovens sobre como elas podem ser a construção do Reino de Deus no contexto Deus lhes deu. Como? Mais uma vez, eu oferecer algumas sugestões para a pregação de diferentes partes da Bíblia.

Desde o Antigo Testamento: Considere apontando como Deus é ajudante de Israel, e que ele tem dado suas mulheres o mesmo papel na vida de seu marido. Como eles podem crescer nesse papel? Ajude-os a considerar o que eles podem aprender sobre a sua mãe, pois consideram a fidelidade de Deus para com o seu filho regularmente rebeldes, o povo de Israel. Suas mães podem se relacionar com Moisés quando ele disse a Deus: "O que eu vou fazer com essas pessoas?" ( Ex. 17:05 ).

Do Novo Testamento: Encoraje as suas mulheres a considerar como eles podem usar as suas casas para alcançar as nações, talvez por hospedagem de estudantes que visitam, missionários internacional ou para uma refeição . Enquanto eles consideram seu evangelismo, exortar suas mulheres para pensar nas oportunidades que têm com os vizinhos, os pais da equipe de futebol, e os trabalhadores do varejo. Também: Eles estão fazendo tudo que podem para fazer discípulos de seus próprios filhos, mesmo que eles se lembrar que só Deus salva?

Pergunte-lhes: "Como é o evangelho transformando o seu trabalho em casa?" E ajudá-los a considerar a questão à luz do texto bíblico. Por exemplo, se você está em 1 Pedro, incentivar suas mulheres a buscar a santidade em suas próprias vidas e gerenciar as suas famílias para a santidade.

  • Quais os tipos de livros e mídia são permitidas as crianças?
  • Qual é o tom da conversa na casa? E a família à viver uma "vida boa" entre os pagãos, para que "vejam as suas boas obras e glorifiquem a Deus" ( 1 Ped. 2:12 )?
  • Geralmente, exortar as mulheres a serem "bem conhecido por [suas] boas ações, como a educação dos filhos, mostrando a hospitalidade, lavar os pés dos santos, socorrer os atribulados e dedicar[-se] para todos os tipos de boas obras" ( 1 Tm. 5:10 ).

Além disso, pregar ao nosso contexto na casa por exortar a abraçá-lo. Incentive as mulheres mais jovens a obedecer o conselho de Paulo para se casar, ter filhos, e gerenciar suas casas, o que é contracultural a muitas mulheres na casa dos vinte anos. Incentive seus mulheres mais velhas a obedecer o conselho de Paulo em Tito 2 para instruir as mulheres mais jovens nestes trabalhos. Exortá-las todas a trabalhar com excelência, lembrando que é o Cristo Senhor que estão servindo ( Colossenses 3:24 ).

LEMBRE-SE A NOSSA CULTURA

Finalmente, lembre-se nossa cultura. Tenha em mente o ar cultural suas mulheres estão respirando e como ele pode poluir seus corações.

Que o ar está cheio de idéias, como as apresentadas por Hanna Rosin O Fim dos Homens: E a ascensão das mulheres , a ponto de que é em grande parte capturado no título. A nossa cultura diz às mulheres para encontrar o valor, identidade, utilidade e recompensa na carreira. Ele diz que estamos a desperdiçar os nossos dons e as nossas vidas, aplicando-as principalmente para a vida familiar. E mesmo as mulheres cristãs estão comprando essa mensagem, especialmente as mulheres mais jovens.

Ao escrever a Timóteo, Paulo compreende cultura feminina em Éfeso. Embora seus comentários não são sobre a família, ainda podemos tirar uma lição de como ele aborda o coração das mulheres. Ele fala diretamente com a cultura de moda de Éfeso e como ele tentado mulheres:

Eu também quero que as mulheres se vistam modestamente, com decência e sobriedade, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos custosos, mas com boas ações apropriadas para as mulheres que professam adorar a Deus. ( 1 Tm. 2:9-10 )

Paulo viu que esta cultura incentivou as mulheres a se vestir para exercer poder sobre os homens por induzi-los. A nossa cultura faz o mesmo, e ele empurra as mulheres para assumir as funções próprias dos homens.

Lembre as mulheres casadas do que está em jogo no trabalho que escolher: o Evangelho! Cristo e da Igreja não são intercambiáveis. Incentive-as de que, quando eles se abraçam seu papel auxiliar, são imagens a relação da Igreja com Cristo ( Ef. 5:22-24 ). Incentive as mulheres que, quando eles se propagarem ambição mundana para servir a sua família, estão entregando suas vidas de uma forma muito concreta de seguir a Cristo e exibir a sua humildade (Fp 2). Incentive-as de que elas estão trabalhando para a recompensa eterna Cristo tem para elas ( Col. 3:24 ).

Portanto, irmãos, como você prega para seus pastores e mulheres que estão trabalhando em casa, lembre-se a nossa maldição, o nosso contexto e nossa cultura. Ao fazer isso, você vai levar o evangelho para suportar a Deus um bom trabalho nos deu, para a sua glória.

Bari Nichols é uma mulher, mãe de quatro filhos, e, como ela e seu marido Andrew carinhosamente dizer, Chief Operating Officer da Nichols, Inc. (a sua casa). Ela é membro da Igreja Batista Capitol Hill, em Washington, DC.

Março 2013
© 9Marks

Permissões : Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que não altere o texto de qualquer forma, você não cobre um valor além do custo de reprodução, e você não faz mais do que 1.000 cópias física. Para web postagem, um link para este documento em nosso site é o preferido. Quaisquer exceções ao acima deve ser explicitamente aprovada por 9Marks.

Por favor inclua a seguinte declaração em qualquer cópia distribuída : © 9Marks. Website: www.9Marks.org. Email: info@9marks.org . Toll Free: (888) 543-1030.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Amando a Deus com Todo o Nosso Entendimento | Heber Campos Júnior


1ª Mensagem
Amando a Deus com Todo o Nosso Entendimento
Heber Campos Jr.
Centralidade de Cristo
Ano: 2012
10ª Edição da Conferência Fiel para Jovens