domingo, 20 de abril de 2014

Oito razões por que creio que Jesus ressuscitou | John Piper

ressuscitou1. O próprio Jesus testificou de sua iminente ressurreição dos mortos.

Jesus falou abertamente sobre o que lhe aconteceria: crucificação e então ressurreição dos mortos. "O Filho do Homem deve sofrer muitas coisas e ser rejeitado pelos anciãos e principais sacerdotes, e pelos escribas, e ser morto, e depois de três dias ressuscitar" (Marcos 8:31; veja também Mateus 17:22; Lucas 9:22). Aqueles que consideram ser impossível acreditar na ressurreição de Cristo, provavelmente dirão que Jesus estava enganado ou (o mais provável) que a igreja primitiva colocou essas declarações em sua boca para fazê-lo ensinar a falsidade que eles próprios conceberam. Mas aqueles que lêem os Evangelhos e chegam a uma forte convicção de que aquele que fala de forma tão compelida através desses testemunhos não é a invenção de uma imaginação tola, ficarão insatisfeitos com esse esforço em explicar o testemunho próprio de Jesus de sua ressurreição dos mortos.

Isto é especialmente verdade em vista do fato que as palavras que predisseram a ressurreição não são apenas as simples palavras diretas citadas acima, mas também palavras muito implícitas e indiretas que são muito menos prováveis de serem a simples invenção de discípulos enganados. Por exemplo, duas testemunhas separadas testificam de dois modos bastante diferentes sobre as declarações de Jesus durante sua existência que, se seus inimigos destruíssem o templo (do seu corpo), ele o reconstruiria em três dias (João 2:19; Marcos 14:58; cf. Mateus 26:61). Ele também falou de forma figurada sobre o "Sinal de Jonas" - três dias no coração da terra (Mateus 12:39; 16:4). E ele sugeriu isso de novo em Mateus 21:42 - "A pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta como pedra angular". No topo de seu testemunho próprio da iminente ressurreição, seus acusadores disseram que isso era parte da declaração de Jesus: "Senhor, lembramo-nos como aquele impostor disse, quando ele ainda vivia, 'Depois de três dias ressuscitarei'" (Mateus 27:63).

Nossa primeira evidência de ressurreição, portanto, é que o próprio Jesus falou dela. A extensão e natureza da declaração torna improvável que uma igreja enganada tenha feito isso. E o caráter do próprio Jesus, revelado nesses testemunhos, não foi julgado pela maioria das pessoas como o de um lunático ou enganador.

2. A tumba estava vazia na Páscoa.

Os documentos mais antigos declaram isso: "Quando eles entraram não encontraram o corpo do Senhor Jesus" (Lucas 24:3). E os inimigos de Jesus confirmaram isso quando declararam que os discípulos tinham roubado o corpo (Mateus 28:13). O corpo de Jesus não pôde ser encontrado. Existem quatro possíveis explicações para isso.

2.1 Seus inimigos roubaram o corpo. Se eles fizeram isso (e eles nunca declararam te-lo feito), certamente iriam produzir o corpo para acabar com a bem sucedida divulgação da fé cristã logo na cidade onde aconteceu a crucificação.

2.2 Seus amigos roubaram o corpo. Esse foi um rumor inicial (Mateus 28:11-15). Isso é provável? Teriam eles conseguido passar pelos guardas na tumba? Mais importante, teriam eles começado a pregar com tamanha autoridade que Jesus ressuscitou, sabendo que ele não tinha? Teriam eles colocado em risco suas vidas e aceitado espancamentos por uma coisa que eles sabiam ser uma fraude?

2.3 Jesus não estava morto, apenas inconsciente quando eles o colocaram na tumba. Ele acordou, removeu a pedra, passou pelos soldados, e desapareceu da história depois de alguns encontros com seus discípulos nos quais ele os convenceu que havia ressuscitado da morte. Mesmo os inimigos de Jesus não tentaram essa linha. Ele estava obviamente morto. Os Romanos viram aquilo. A pedra não podia ser removida por dentro por um homem que tinha acabado de ser apunhalado ao lado por uma lança e passado seis horas pregado numa cruz.

2.4Deus ressuscitou a Jesus dos mortos. Isso é o que ele disse que aconteceria. Isso é o que os discípulos disseram que aconteceu. Mas como existe uma remota possibilidade de explicar a ressurreição de uma forma natural, as pessoas modernas dizem que não deveríamos pular para uma explicação sobrenatural. Isso é razoável? Eu não acho que seja. É claro, nós não queremos ser ingênuos. Mas tampouco queremos rejeitar a verdade apenas porque é estranha. Nós precisamos estar cientes que nossos comprometimentos a esse ponto são muito afetados por nossas preferências - tanto para situações que surgiriam da verdade da ressurreição, quanto para situações que surgiriam da falsidade da ressurreição. Se a mensagem de Jesus tem te aberto para a realidade de Deus e a necessidade de perdão, por exemplo, então o dogma anti-sobrenatural pode perder o poder sobre sua mente. Poderia ser que essa abertura não fosse um preconceito para a ressurreição, mas liberdade do preconceito contra ela?

3. Os discípulos foram quase que imediatamente transformados de homens sem esperança e amedrontados depois da crucificação (Lucas 24:21, João 20:19) em homens que foram testemunhas confiantes e corajosas da ressurreição (Atos 2:24, 3:15, 4:2).

A explicação deles para essa mudança foi que eles tinham visto o Cristo ressuscitado e tinham sido autorizados a serem suas testemunhas (Atos 2:32). A explicação concorrente mais popular é que a confiança deles era devida a alucinações. Há inúmeros problemas com tal idéia. Os discípulos não eram ingênuos, mas céticos equilibrados tanto antes quanto depois da ressurreição (Marcos 9:32, Lucas 24:11, João 20:8-9, 25). Além disso, seria o ensinamento nobre e profundo daqueles que testemunharam a ressurreição de Cristo o tipo de coisa de que alucinações são feitas? E quanto à grandiosa carta de Paulo aos Romanos? Eu pessoalmente acho difícil imaginar esse intelecto gigante de alma profundamente transparente como enganado ou enganador, e ele declarou ter visto o Cristo ressuscitado.

4. Paulo declara que não apenas ele viu o Cristo ressuscitado, mas 500 outras pessoas também o viram, e muitos ainda estavam vivos quando ele fez essa declaração pública.

"Então ele apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma vez, a maioria deles ainda viva, embora alguns já tenham falecido" (1 Coríntios 15:6). O que torna isso relevante é que isto foi escrito para gregos que eram céticos para esse tipo de declaração, quando muitas testemunhas estavam ainda vivas. Então essa era uma declaração arriscada já que podia ser contestada com uma pequena pesquisa de primeira mão.

5. A pura existência de uma igreja primitiva cristã próspera e conquistadora de impérios suporta a verdade da declarada ressurreição.

A igreja difundiu-se no poder do testemunho que Jesus ressuscitou dos mortos e de que Deus assim o fez Senhor e Cristo (Atos 2:36). O senhorio de Cristo sobre todas as nações é baseado na sua vitória sobre a morte. Essa é a mensagem que se propagou por todo o mundo. Seu poder de cruzar culturas e criar um novo povo de Deus foi um forte testemunho de sua verdade.

6. A conversão do Apóstolo Paulo suporta a verdade da ressurreição.

Ele debate com um público parcialmente insensível em Gálatas 1:11-17 que seu evangelho vem de Jesus Cristo ressuscitado, não de homens. Seu argumento é que antes da sua experiência na Estrada de Damasco quando ele viu Jesus ressuscitado, ele era violentamente oposto à fé cristã. Mas agora, para espanto de todos, ele está arriscando sua vida pelo evangelho (Atos 9:24-25). Sua explicação: O Jesus ressuscitado lhe apareceu e autorizou-o a liderar a missão dos gentios (Atos 26:15-18). Podemos dar crédito a tal testemunho? Isto encaminha-nos para o próximo argumento.

7. As testemunhas do Novo Testamento não carregam o rótulo de ingênuos ou enganadores.

Como você dá crédito a uma testemunha? Como você decide se acredita no testemunho de uma pessoa? A decisão de dar crédito a uma pessoa não é a mesma coisa que resolver uma equação matemática. A exatidão é de um tipo diferente, ainda que seja de igual firmeza (eu confio no testemunho de minha esposa de que ela é fiel). Quando uma testemunha é morta nós podemos basear nosso julgamento dela somente pelo conteúdo de seus escritos e o testemunho de outros a seu respeito. Como Pedro e João e Mateus e Paulo se comparam?

Em meu julgamento (e nesse ponto nós podemos viver autenticamente somente por nosso próprio julgamento - Lucas 12:57), os escritos desses homens não se lêem como as obras de homens ingênuos, facilmente enganados ou enganadores. O discernimento que eles têem da natureza humana é profundo. O comprometimento pessoal é sóbrio e cuidadosamente declarado. Seus ensinamentos são coerentes e não se parecem com a invenção de homens instáveis. O padrão moral e espiritual é alto. E as vidas desses homens são totalmente devotadas à verdade e à honra de Deus.

8. Existe uma glória evidente no evangelho da morte e ressurreição de Cristo como narrado pelas testemunhas bíblicas.

O Novo Testamento ensina que Deus enviou o Espírito Santo para glorificar Jesus como o Filho de Deus. Jesus disse: "Quando o Espírito da verdade vier, ele vos guiara em toda a verdade... Ele vai glorificar-me" (João 16:13). O Espírito Santo não faz isso dizendo-nos que Jesus ressuscitou dos mortos. Ele faz isso abrindo nossos olhos para ver a evidente glória de Cristo na narrativa de sua vida e morte e ressurreição. Ele nos habilita a ver Jesus como ele realmente foi, de modo que ele é irresistivelmente verdadeiro e belo. O apóstolo explicou o problema de nossa cegueira e a solução dessa maneira: "O deus desse mundo cegou as mentes dos incrédulos para que eles não enxerguem a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus... Porque Deus, que disse, 'Deixe a luz resplandecer das trevas', resplandeceu em nossos corações para dar a luz do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo" (2 Coríntios 4:4,6).

Um conhecimento salvador do Cristo crucificado e ressuscitado não é o mero resultado de um raciocínio correto sobre fatos históricos. É o resultado de iluminação espiritual para enxergar esses fatos para o que eles realmente são: uma revelação da verdade e glória de Deus na face de Cristo - que é o mesmo ontem, hoje e sempre.

Pastor John Piper

A ressurreição de Cristo, a melhor notícia que o mundo já ouviu | Hernandes Dias Lopes

sepulcro-vazioA melhor notícia que o mundo já ouviu veio de um túmulo vazio. Jesus venceu a morte, arrancou o aguilhão da morte e matou a morte, ressuscitando dentre os mortos. O túmulo vazio de Jesus é o berço da igreja, a pedra de esquina da nossa fé e o fundamento da nossa esperança. O apóstolo Paulo, expôs essa gloriosa doutrina em 1Coríntios 15.1-58, enfatizando três verdades exponenciais.

Em primeiro lugar, quanto ao passado, a ressurreição de Cristo é um fato histórico incontroverso (1Co 15.1-11). O evangelho da nossa salvação está estribado em três colunas: Cristo morreu segundo as Escrituras, Cristo foi sepultado e Cristo ressuscitou segundo as Escrituras. A morte de Cristo não foi um acidente nem a ressurreição de Cristo foi uma surpresa. Os céticos, besuntados de empáfia, buscam artifícios para negar esse fato incontroverso. Dizem que Cristo nem chegou a morrer, mastumulo de jesus 006 apenas teve um desmaio. Outros dizem que seus discípulos roubaram seu corpo. Outros, ainda, dizem que as mulheres foram no túmulo errado naquela manhã de domingo. Mas, Paulo elenca vários grupos para os quais Jesus apareceu depois de ressurreto. Precisaríamos admitir que se Cristo não ressuscitou um engano salvou o mundo; uma mentira seria a melhor notícia que o mundo já ouviu. A verdade incontroversa, porém, é que, de fato, Cristo ressuscitou!

Em segundo lugar, quanto ao presente, a ressurreição de Cristo é o fundamento da nossa fé (1Co 15.12-34). Se Cristo não ressuscitou, os mortos também não ressuscitarão e se não há ressurreição de mortos, então, os homens estão desassistidos de esperança. Se Cristo não ressuscitou, a pregação do evangelho é vazia de conteúdo. Se Cristo não ressuscitou, a fé cristã é um corolário de dogmas sem qualquer proveito. Se Cristo não ressuscitou, os apóstolos foram falsas testemunhas e os maiores embusteiros da história, pois afirmaram, em nome de Deus, o que jamais ocorreu. Se Cristo não ressuscitou, não existe qualquer possibilidade de redenção para o pecador, e então, todos estariam condenados por seus pecados. Se Cristo não ressuscitou, aqueles que já morreram na esperança da vida eterna pereceram inevitavelmente. Se Cristo não ressuscitou, então, os cristãos são as pessoas mais infelizes, pois toda a sua crença não passou de uma tola ilusão, de uma esperança malfadada. A realidade incontroversa, entrementes, é que Cristo ressuscitou como o primeiro da fila de todos os filhos de Deus que se levantarão dos túmulos, para receberem um corpo de glória.

Em terceiro lugar, quanto ao futuro, a ressurreição de Cristo é a âncora da nossa esperança (1Co 15.35-58). Cristo ressuscitou com um corpo de glória; e nós, também, receberemos um corpo semelhante ao corpo de sua glória. Teremos um corpo imortal, incorruptível, glorioso, poderoso, espiritual e celestial. Não haverá mais cansaço nem fadiga. Não haverá mais doença nem dor. Não haverá mais defeito físico nem morte. Nosso corpo vai brilhar como o firmamento e resplandecer como as estrelas para sempre e eternamente. Quando Jesus voltar, em sua majestade e glória, os mortos ouvirão a sua voz e sairão dos túmulos, uns para a ressurreição da vida e outros para a ressurreição do juízo. Então, nós que cremos no Filho de Deus, veremos que o nosso corpo mortal será revestido da imortalidade e o nosso corpo corruptível será revestido da incorruptibilidade. Então, a morte, o último inimigo a ser vencido, tragada pela vitória, será lançada no lago de fogo, e nós, com gozo inefável, alegria indizível, reinaremos com Cristo para sempre e sempre. Oh, irmãos, exultemos com grande alegria, pois não caminhamos para um entardecer sombrio, mas para o romper do dia eterno! Não caminhamos para a escuridão de um túmulo gelado, mas para o fulgor da glória celeste! Temos uma viva esperança! Seguimos as pegadas de Jesus, aquele que venceu a morte e está vivo pelos séculos dos séculos. Aleluia!

Por: Hernandes Dias Lopes

sábado, 19 de abril de 2014

O túmulo vazio de Cristo, o berço da igreja | Hernandes Dias Lopes

A ressurreição de Cristo é o seu grito de triunfo sobre a morte. É a prova cabal de que sua morte foi eficaz, de que seu sacrifício vicário foi perfeito e de que a porta da esperança está aberta para nós. Não adoramos o Cristo preso na cruz nem o Cristo vencido pela morte. Jesus ressuscitou. Ele está à destra de Deus, de onde voltará com grande poder e glória. Vamos abordar essa magna doutrina da ressurreição sob três perspectivas:

1. A ressurreição de Cristo é um fato inegável (1Co 15.1-8) - Cristo morreu, foi sepultado e ressuscitou segundo as Escrituras. Sua morte e ressurreição não foram um acidente, mas sepulcro-vaziouma agenda. Ele não morreu como um mártir, o Pai o entregou e ele voluntariamente se deu. Sua morte foi pública e sua ressurreição confirmada por várias testemunhas. Nossa fé não está fundamentada num mito. O alicerce da nossa esperança não está numa lenda. Os céticos tentam desesperadamente negar essa verdade incontroversa.

Alguns dizem que Jesus não chegou a morrer, mas apenas teve um desmaio na cruz. Outros dizem que os discípulos roubaram o corpo de Cristo. Ainda outros dizem que as mulheres foram ao túmulo errado e divulgaram a notícia de que sua sepultura estava aberta. As trevas do engano, entretanto, não podem prevalecer contra a luz da verdade. Jesus está vivo. A realidade de sua ressurreição mudou a vida daqueles discípulos pusilânimes. Dominados pela convicção da vitória de Cristo sobre a morte, eles tornaram-se homens ousados e enfrentaram com galhardia os açoites, as prisões e o martírio.

2. A ressurreição de Cristo é um fato indispensável (1Co 15.12-20a) – O apóstolo coloca o machado da verdade na raiz do falso pensamento grego acerca da ressurreição. Pelo fato de eles considerarem a matéria má e o corpo como cárcere da alma, não aceitavam a ressurreição do corpo. Paulo argumenta que se não há ressurreição do corpo, então Cristo não ressuscitou, e se Cristo não ressuscitou é vã nossa pregação e a nossa fé. Se Cristo não ressuscitou somos falsas testemunhas de Deus. Se Cristo não ressuscitou ainda permanecemos nos nossos pecados. Se Cristo não ressuscitou os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. Mas, de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos.

A ressurreição de Cristo é a pedra de esquina que mantém o edifício do cristianismo de pé. O túmulo vazio de Cristo é o berço da igreja. Porque Cristo ressuscitou, a morte não tem a última palavra. Porque Cristo ressuscitou o túmulo gelado não é nosso destino. Caminhamos não para um ocaso lúgubre, mas para uma manhã radiosa de imortalidade e gozo eterno.

3. A ressurreição de Cristo é um fato incomparável (1Co 15.20b-28) - Cristo levantou-se da morte como primícias dos que dormem. Ele abriu o caminho e após ele seguiremos. Como morremos em Adão, seremos vivificados em Cristo. Quando ele vier em sua majestade e glória, os mortos ouvirão dos túmulos a sua voz e sairão, uns para a ressurreição da vida e outros para a ressurreição do juízo. Ao vencer a morte, ele tirou o aguilhão da morte e matou a morte com sua morte, triunfando sobre ela na ressurreição. Sua ressurreição é a garantia da nossa ressurreição. À semelhança dele teremos, também, um corpo de glória. Nosso corpo será imortal, incorruptível, poderoso, glorioso, espiritual e celestial. Vamos brilhar como as estrelas no firmamento e como o sol no seu fulgor. Caminhamos, portanto, não para um horizonte pardacento, mas para um céu de glória, onde estaremos com Cristo eternamente e com ele reinaremos para sempre!

Por: Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 18 de abril de 2014

O Caso Jesus | Pr. Ricardo Agreste

jesus

  • O caso Jesus | Afinal de contas quem era Jesus?

  • O Caso Jesus | Mas por que ele teria que morrer?

  • O Caso Jesus | Se ele está vivo, onde posso encontrá-lo?

Por: Pr. Ricardo Agreste

Fonte: Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Como Identificar uma Seita | Bíblia de Apologética

Não poderíamos identificar um movimento heterodoxo se não conhecêssemos seus apologetica_400estigmas. É de suma importância o princípio pelo qual nós confrontamo-las com a palavra de Deus. Somente assim, nós podemos identificá-las por suas marcas. Uma seita se revela como tal por apresentar certas características em relação às verdades bíblicas. Eis alguns sintomas que caracterizam o quadro doentio das seitas.

Autoridade extra-bíblica.

Geralmente as seitas apresentam uma nova autoridade doutrinal, superior ou paralela à Bíblia sagrada para sua fé e prática. Esta autoridade pode apresentar-se em forma de livros ou revelações ou até mesmo na pessoa do líder da seita. Alguns poucos exemplos clássicos são: As Testemunhas de Jeová, os Mórmons, os Adventistas do Sétimo Dia, a Igreja da Unificação, Igreja Católica Romana entre outros.

Verdades que vão além da Palavra de Deus.

Há necessidade entre esses grupos de irem além do que está escrito nas sagradas escrituras, buscando novas revelações. Essas “novas verdades” no entanto, acabam por se chocar frontalmente com a palavra escrita de Deus e às vezes com suas próprias revelações. Casos típicos são os do profeta do mormonismo Joseph Smith, Sun Myung Moon, Charles T. Russel e outros. Para eles o evangelho precisa ser completado com suas revelações místicas que somente eles possuem e mais ninguém.

Interpretações Particulares da Bíblia.

Há muitos grupos que não reivindicam novas verdades, mas interpretam as verdades bíblicas ao seu bel prazer. Para esses, a Bíblia lhes pertencem e ninguém pode entendê-la fora do padrão estabelecido pela seita. Muitos dessa categoria apóia-se em algumas passagens da Bíblia apenas por conveniência pois é mais fácil enganar um indivíduo que já está familiarizado ainda que nominalmente com este livro. É o caso do Espiritismo e da igreja Católica Romana.

Rejeição ao Cristianismo Ortodoxo ou as Igrejas Estabelecidas.

Esses grupos nutrem verdadeiro ódio contra as igrejas estabelecidas que pregam o conceito histórico-ortodoxo de crença. O argumento quase unânime entre elas é que as igrejas se afastaram das verdades essenciais e se enveredaram para práticas pagãs. Essas seitas atacam como ensinamento pagão às doutrinas da Trindade, a imortalidade da alma e o inferno.

Pregam um outro Jesus.

O Jesus das seitas nunca é o mesmo Jesus da Bíblia. Para as seitas Jesus foi diversas coisas, mas nunca jamais o Deus encarnado que veio redimir o homem. Assim para as Testemunhas de Jeová Jesus é apenas uma criatura, um deus menor, para os mórmons Jesus é apenas um dos trilhões de deuses, foi casado e polígamo, já para os espíritas Jesus foi apenas o maior espírito de luz que já baixou nessa terra.

Lavagem Cerebral.

As seitas retiram o censo crítico de seus adeptos não permitindo que eles pensem por si mesmos deixando que o líder ou o grupo pensem por eles. As técnicas são variadas, mas sempre persuasivas indo das cessões de isolamento da família até jejuns forçados sem tempo de descanso, sendo que neste ínterim é o membro do grupo bombardeado com literaturas da seita, estudos e mais estudos até a exaustão psicológica. É o caso do reverendo Moon, Hare Khrisna, Testemunhas de Jeová e outros.

Salvação pelas Obras

O estado legalista das seitas impedem-nas de aceitarem a livre graça de Deus. Como o âmago da seita é a heresia e toda heresia é obra da carne, sendo produto do homem sem o verdadeiro Deus, as seitas desenvolveram sua própria maneira de salvação. Oferecem uma falsa esperança aos seus adeptos que nunca sabem o quanto fizeram para merecerem a benevolência de um deus, cujo conceito forjado pela seita, foge radicalmente do apresentado na Bíblia. Para o adepto só existem leis a serem cumpridas seja elas de procedência bíblica ou mesmo criadas pela organização da qual pertencem. Podemos enquadrar aqui os Adventistas, mórmons, Testemunhas de Jeová, Espiritismo, Catolicismo etc.

Exclusivismo.

Apesar da Bíblia ensinar que a salvação e a verdade só se encontram em Jesus, as seitas invertem essa verdade e apregoam que somente sua organização é a única correta tendo todas as demais apostatado da fé. É o monopólio da fé e da verdade. Para a pessoa ser salvo é preciso pertencer ao grupo.

Semântica Enganosa.

As seitas a fim de enganarem as pessoas, usam uma terminologia cristã, mas que na prática se revela totalmente falsa. Dizem crer nos mesmos pontos de fé dos cristãos ortodoxos apenas para uma aproximação pacífica visando sempre o proselitismo desleal. No entanto um exame mais atento, porém, revela que esta igualdade é apenas aparente e nominal. As Testemunhas de Jeová dizem acreditar no Espírito Santo, mas para elas esse Espírito não é o mesmo do credo cristão, sendo apenas (na concepção delas) uma mera força ativa. Os mórmons Dizem crer na trindade, mas a Trindade que eles pregam são três deuses que possuem um corpo de carne e osso.

Falsas Profecias.

Nas seitas existem-nas em abundância. Para conseguirem impressionar seus membros, os líderes de seitas dizem receber supostas revelações de Deus sobre certos acontecimentos históricos - mundiais, escatológicos ou envolvendo o próprio grupo, que com o passar dos anos, se revelam fraudulentos provando ser o tal profeta um falso profeta. São o caso dos líderes dos Adventistas, Testemunhas de Jeová e Mórmons.

Mudanças de Crenças.

As seitas possuem uma teologia volúvel. O que era verdade ontem já não é hoje. Com o passar dos anos as inconsistências das aberrações doutrinarias apregoadas por elas se tornam um tanto obsoletas entrando muitas vezes em contradição com os ensinamentos atuais de seus líderes, ai então, faz-se necessário o camaleão mudar de cor. Algumas até colocaram em seu bojo doutrinário o ensinamento de que é normalmente aceitável que sua teologia esteja em constante mutação, é o caso dos mórmons e das Testemunhas de Jeová. Os jargões geralmente empregados para justificarem isto são: "lampejos de luz" (TJ), "verdade presente" (ASD), "nova luz" (SUD). As características principais de uma seita foram expostas e resumidas acima, mas há ainda a questão financeira, o carisma do líder, ensinos sobre a Trindade dentre outras que por questão de espaço não colocamos aqui. Entretanto, estas servem para identificarmos eficazmente uma seita.


Fonte: Extraído da Bíblia Apologética. – Extraído do Monergismo

Conselhos sobre Pregação | Fred G. Zaspel

Preparando para a Pregação

Eu sou frequentemente inquirido por jovens pregadores e cristãos jovens que mostrampreacher-pulpit21 alguma promessa de possuírem um possível “dom” de ensino, sobre qual é o meu procedimento de estudo quando fazendo o trabalho expositivo. Aqui está um sumário que freqüentemente apresento.

1. Leia seriamente, e re-leia, e re-leia, e re-leia, e re-leia, e re-leia, e re-leia, o texto e o contexto — tanto em português como no original (múltiplas traduções em português será útil também, particularmente se você não puder trabalhar com o original). Repita, repita, repita e repita este passo. Então repita novamente. E novamente. E novamente, e novamente, e novamente....etc. (G. Campbell Morgan disse que antes dele pregar a partir de uma passagem, ele lia aquele livro inteiro 50 vezes. Conselho maravilhoso — um ideal que eu confesso que raramente alcancei, mas que teria sido muito melhor [para as minhas pregações] se eu tivesse conseguido.)

2. Faça um esboço preliminar, determinando a sua abordagem, tema, etc.

Aparte: É importante aqui para o pregador conhecer o seu *tema* (singular). A grande maioria dos sermões dispara como uma metralhadora uzzi— e tais sermões são geralmente mais eficazes em fazer a matança. Um pregador deve ter um ponto para estabelecer, e ele deve fazê-lo. E o ouvinte deve ser capaz de reconhecê-lo e ir para casa com ele. E mais isto — o seu ponto deve derivar do texto!

3. Investigue os comentários—

  1. para afiar sua precisão no texto
  2. para aprofundar seu entendimento do texto
  3. para checar e avaliar suas interpretações preliminares
  4. fora isso, para ajudar sua interpretação / aplicação do texto

4. Finalize seu esboço e abordagem — introdução, pontos principais, transições, ilustrações, conclusão.

Aparte: (Especialmente para jovens pregadores) Eu recomendo que a mensagem seja manuscrita (ou quase). Isto te força a ser meticuloso, e mais importante, te força a ser preciso e claro em suas explanações e aplicações. Quer o manuscrito seja memorizado ou recitado literalmente ou não (e algumas vezes pelo menos partes dele devem ser, particularmente sobre os assuntos mais difíceis, técnicos ou espinhosos — e sobre os assuntos de aplicação mais importante), pelo menos isto te força através do processo de se tornar tão claro como possível. A regra prática geral— se você pode pensar na mensagem “sobre os seus pés”, você pode pensar nela melhor ainda em seus estudos.

5. Ore. Ore. Ore. Peça a Deus para acompanhar Sua palavra — para aplicá-la nos corações e mentes do Seu povo. E ore também para que Ele primeiro use-a para mover e moldar o próprio pregador.

6. Pregue!


Traduzido por: Felipe Sabino de Araújo Neto
Fonte: Monergismo

domingo, 13 de abril de 2014

15 Orações para o Poder de Deus | John Piper

Eu amo a força. Eu amo a palavra "poderoso", como em "Mulher Poderosa de Deus",oração e "O Homem Poderoso de Deus." Gosto de ouvir que "Moisés era poderoso em suas palavras e obras" (Atos 7:22), e que Apolo era "poderoso nas Escrituras " (Atos 18:24).

Eu adoro quando Paulo diz: "Aja como homens, seja forte " (1 Coríntios 16:13), ou, "Seja forte no Senhor e na força do seu poder " (Efésios 6:10), ou, "Seja forte na graça que há em Cristo Jesus "(2 Timóteo 2:1).

Mas não se enganem, a busca deste poder não é o caminho para o poder humano e orgulho. É o caminho da guerra incessante com o seu próprio eu. A maior potência do mundo entre os seres humanos é o poder para não pecar. O poder da santidade e amor. Então, se você estiver disposto e preparado, você se juntaria a mim nestas 15 orações para que você possa ser um poderoso homem de Deus ou uma mulher poderosa de Deus?

  1. Senhor, fazei-me tão poderoso em sabedoria para saber e provar que a altura do poder é infantilidade (Mateus 18:04) .
  2. Senhor, fazei-me tão poderoso na guerra para que eu derrote cada impulso em minha alma que destrói a paz (Hebreus 12:14 , Romanos 14:19, Mateus 5:9).
  3. Senhor, fazei-me tão forte na minha dureza contra a amargura que a ternura do coração não seja destruída por feridas (Oséias 11:8, Efésios 4:32, 1 Pedro 3:8).
  4. Senhor, fazei de mim poderosamente indobrável e inflexível em minha determinação de exaltação a Cristo para dobrar e tornar-me todas as coisas para todas as pessoas que eu poderia salvar alguns (1 Coríntios 9:22).
  5. Senhor, fazei o meu tronco e ramos tão poderosamente resistente e impermeável ao vento e à seca para que nunca deixem de dar fruto da mansidão (Gálatas 5:23, Tiago 3:17, 1 Pedro 3:4).
  6. Senhor, fazei-me tão poderoso em serpentino discernimento que vejo cada abertura para o amor puro e inocente (Mateus 10:16).
  7. Senhor, fazei-me tão poderosamente impassível pela picada e enganos de injustiça contra mim para que eu possa sentir e mostrar o milagre da compaixão imerecida (Lucas 10:23; 15:20; Hebreus 10:34, 1 Pedro 3:8).
  8. Senhor, fazei-me tão poderosamente inflexível às tentações do egoísmo que do meu coração para sempre flua a bondade (2 Coríntios 6:06, Gálatas 5:22 , Efésios 4:32, Colossenses 3:12).
  9. Senhor, fazei-me tão poderosamente sem responder à doce atração da auto-piedade que eu possa ter sempre reabastecido os recursos para retornar o bem para o mal (Romanos 12:17, 1 Tessalonicenses 5:15, 1 Pedro 3:9).
  10. Senhor, fazei-me forte, com coragem implacável para cortar a minha mão a todos os traços de ganância e que eu possa estar contente com o que tenho (Filipenses 4:11, 1 Timóteo 6:08, Hebreus 13:5).
  11. Senhor, fazei-me forte com pensamentos felizes de criança e mulher e Rei para arrancar meus olhos para não trair a confiança deles e perder a pureza que enxerga meu Deus (Mateus 5:8).
  12. Senhor, fazei-me tão poderoso contra os poderes de auto-justificação que nunca perca a humildade de me arrepender e chorar pelo meu pecado (Tiago 4:9; 5:16).
  13. Senhor, fazei-me tão poderoso para resistir a isca de produtividade frenética que eu nunca deixe de desfrutar das águas calmas da oração e sua doce presença (Salmo 23:02, Isaías 46:10, Lucas 10:42) .
  14. Senhor, fazei-me tão poderoso contra a ressaca mortal de auto-confiança que eu nunca tenha vergonha de confiar em seu braço, como uma criança com seu pai, em cada quebra de onda (Salmo 37:3, 5; Provérbios 3:5, Gálatas 2:20​​) .
  15. Senhor, fazei-me tão poderoso em ver e poderoso em saborear as promessas de sua graça soberana que, em todas as minhas dores eu nunca poderia deixar de cantar o seu louvor (Mateus 5:11-12, Atos 16:25, 2 Coríntios 6:10; 1 Pedro 4:13).

Por: Pr. John Piper

Como será o corpo dos ímpios após a morte? | Heber Campos

Fonte: Voltemos ao Evangelho

"Os planos de Deus para a Igreja" | Augustus Nicodemus Lopes [9/9]

baner semear 3

Nona Mensagem pregada pelo Rev. Augustus Nicodemus; durante o II SEMEAR - Simpósio Estadual de Missão, Evangelização, e Administração Reformada, ocorrido na IPC. Esta mensagem é uma exposição de Efésios 1:1-14 que fala sobre os planos de Deus para a Igreja. [Ef. 1].

Fonte: Igreja Presbiteriana de Canoas

Demais Mensagens: [][][][][][][][][]